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Evento Encerrado

​​Psicanálise e Literatura – Imre Kertész e o desterro humano

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Procurarei demonstrar, em diálogo com a experiência clínica, que a obra literária de Imre Kertész, escritor Húngaro, sobrevivente de Auschwitz e Prêmio Nobel de Literatura de 2002, traz uma rica e profunda contribuição para o campo da psicoterapia, em especial, para a compreensão de um dos fenômenos que identifico estar massivamente presente na prática psicoterápica contemporânea, qual seja, a questão do que chamo desterro humano. Por desterro humano não me refiro ao exílio provocado por migrações decorrentes de guerras e/ou situações político/econômico/sociais calamitosas, como as que se tornaram uma das maiores catástrofes humanas deste início de século XXI. Ao falar de desterro humano me refiro a uma série de sentimentos e comportamentos vividos pelo indivíduo, originados por sensações de não ter vínculo com o humano e de não pertencimento: a si mesmo, a seu corpo, à família, à comunidade, ao país e, em casos mais extremos, não se sentem pertencentes à própria raça humana.

Abordarei meu entendimento de que a questão do desterro humano está diretamente relacionada à busca incessante pela identidade e à importância fundamental do outro para a constituição do si-mesmo.

Irei expor minha hipótese de que o desterro humano não é da ordem da psicopatologia - ainda que possa estar mais visivelmente presente nesse ou naquele quadro nosográfico -, mas, isto sim, é uma questão inerente à natureza humana, à condição humana e à própria ontologia do Ser.

 

José Alberto Cotta

Pós-Doutorando - Departamento de Psicologia Clínica Instituto de Psicologia - USP

Arte e Educação

Informações Gerais

Datas

09/12

Horários

16:00

Local

Cidade das Artes

Sala

Sala de Leitura

Classificação Etária

14 Anos

Programação Gratuita

Demais Eventos da Programação

Comida, Diversão e Arte 25/04 a 13/11 Outros A CIDADE DAS ARTES tem prazer em apresentar o seu novo projeto: COMIDA, DIVERSÃO E ARTE. Terça-feira é o dia de falarmos sobre GASTRONOMIA, quarta é pra se DIVERTIR dançando e quinta é o dia das ARTES. A cada semana teremos diferentes atrações como oficinas, bate-papos, aulas de dança, exibições de filmes e muito mais.   E o melhor, as atividades são sempre  gratuitas! O projeto é direcionado para adultos com energia de sobra para aprender e trocar saberes, sabores e muitas experiências. Confira a programação:   Toda Quarta-Feira | AULA DE DANÇA DE SALÃO   Professor Everson Costa.   Dia 17 | QUINTA | 17h - Workshop – “Crie a Identidade Visual para o seu negócio” com o convidado Afonso Vilas-Boas Pensando em abrir uma empresa? Então venha aprender sobre os benefícios do design gráfico e da identidade visual nos seus negócios com o especialista Afonso Vilas-Boas, diretor fundador da Ohpá Design e Comunicação. Afonso dará todas as dicas que você precisa para construir a sua logotipo; referência, softwares, tipo de fontes, cores, aplicação prática, valor, significado e conceito. Vamos aprender juntos! Até lá   Local: Sala de leitura da Cidade das Artes     Dia 22 | TERÇA | 16h | Lasanha de Berinjela com Banana com o Chef Leo Pietro Cada vez mais as pessoas se preocupam com qualidade de vida. Entretanto, com a correria diária, a agitação da vida moderna e o aumento do consumo de produtos industrializados, manter uma alimentação saudável, equilibrada e em horários apropriados acaba ficando em segundo plano. Mediante este cenário, escolher bem os alimentos que serão consumidos torna-se muito importante. Por isso, a gastronomia funcional ou gastronomia fitness tem ganhado cada vez mais destaque e adeptos. Assim o Chef Leo Prieto, a frente do Café Bistro Cidade das Artes, vem apresentar um dos seus pratos de maior sucesso no restaurante, a Lasanha de Berinjela com Banana, sem glúten. Local: Café das Artes   Dia 24 | QUINTA | 17h | "Cortes que Rejuvenescem" com o Hair Design Claudio Miguel Entrou no salão cheia de expectativas, mas odiou o corte, saiu decepcionada, e vai ter que esperar o cabelo crescer para poder acertar? Não mais! Venha tirar todas as suas dúvidas com o Hair Design Claudio Miguel. Formado pela Ray-Mar Beauty College, em 2002 abriu seu próprio salão, o CMHD, o mais premiado do Rio pela Revista Cabelos & Cia. Atualmente possui o CMHD, localizado no Shopping Downtown, e uma franquia na Tijuca que contam com mais de 50 colaboradores. Ainda em 2002, Claudio foi indicado a melhor cabeleireiro na categoria corte feminino. Em 2004, entrou para equipe artística da Sebastian, uma das mais renomadas marcas de produtos para cabelos. Por dois anos consecutivos foi finalista no L'oreal Color Trophy. Foi indicado também ao prêmio de melhor cabeleireiro do Brasil no ano de 2014 e duas vezes ao melhor do Rio. Ainda vai rolar sorteio e será selecionado uma pessoa da plateia para fazer corte na hora!   Você não pode perder! Local: Sala de Leitura     [+] saiba mais Pura Vida Training - By Nike Rio | Esporte 19/06 a 22/12 Esporte A partir de 19 de junho, o Pura Vida Training  dá início aos seus treinos fixos na Cidade das Artes.  No plano mensal o aluno poderá treinar quatro vezes por semana e ainda desfrutar do clube de vantagens do Pura Vida.    As aulas misturam Bodyweight, técnicas de Crossfit, de corrida e um trabalho de conscientização mental. Assim surgiu o Pura Vida Training, que vai desenvolver o ser humano de forma lúdica, interativa e com ação eficaz!   De Segunda a Quinta  Manhã 7h às 8h Noite 19h30 às 20h30 Garanta já a sua vaga, clique aqui.   [+] saiba mais Aula de Afro Zuumba 04/07 a 14/12 Dança A dança é uma forma de expressar sentimentos e gerar boa energia. Afro Zuumba é um combinação de dança afro, dança afro contemporânea, danças latinas (salsa, merengue, bachata). As aulas de Afro Zuumba trazem alegria, ritmo e energia ao cotidiano das pessoas.  Dança, Cultura, Informação, Alegria, Diversão, num só lugar, no coração da Barra. Fácil acesso através do Terminal Alvorada com fartura de ônibus e BRT para toda cidade do Rio.   Sobre o professor Yemi: Prof Yemi, da African Pride Company é nigeriano e tem trabalho com afrozuumba há 3 anos na cidade do Rio. Com vasta experiência em exercícios aeróbicos, ritmos afro, hip hop, ritmos afro latinos como salsa e merengue. Também é diretor dança profissional, diretor de arte e produtor de eventos. Para ele a dança é o elixir da vida, capaz de curar fisicamente e emocionalmente as pessoas, proporcionando bem estar para todas as idades. Inscrições:  Presencial - no dia/horário das aulas ou por e-mail: orgulhodaafrica@gmail.com Formas de pagamento: Depósito bancário ou presencial - nos dias/horário das aulas  Informações:     Lilian 966-332-738 Rosana 975-776-405 e-mail: orgulhodaafrica@gmail.com   [+] saiba mais Meditação e Deeksha 19/07 a 14/12 Cursos PROGRAMAÇÃO GRATUITA  CLASSIFICAÇÃO: LIVRE    MEDITAÇÃO DEEKSHA Está corrido o seu dia? Tem coisas demais acontecendo e não dá conta? A mente não lhe dá descanso!  Até mesmo quando está fazendo algo que gosta muito você fica pensando no que tem que fazer amanhã... na chateação que teve no mês passado... ou fica com medo que acabe logo, e tão logo acaba, vem o sentimento que não desfrutou aquele momento prazeroso como devia?   Temos vivido uma vida dentro da mente, um desgastante dreno de energia. Muitas vezes vivendo um sentimento de vazio, se questionando se há um sentido maior para a vida.   Como posso estar mais presente e desfrutar da vida?   A MEDITAÇÃO é um instrumento poderoso de encontro com nós mesmos! É uma experiência de conexão com o Verdadeiro EU, o EU Superior, o EU Divino, a Energia Cósmica, Energia Criadora - o nome que quisermos dar, mas principalmente uma experiência de CONEXÃO, de PERTENCIMENTO! Pertencimento a algo maior que vai além da mente. Não passa pela cognição, é uma EXPERIÊNCIA!   Vamos meditar?    Meditação com Deeksha   Muitas pessoas têm ideias errôneas sobre meditação. Pensam que é uma atividade monótona, que para meditar elas precisam ficar paradas sem se mover.  Meditar é extremamente prazeroso e não tem nada de monótono e alguns tipos de meditação podem ser bem ativas onde as pessoas se movem, pulam, dançam, cantam.   Quem acha que nunca conseguirá meditar precisa experimentar a meditação com a Deeksha. Quem já tem a meditação incorporada na sua rotina irá alcançar estados de meditação mais profundos e perceber que a transformação e os benefícios da meditação se aceleram e se tornam definitivos.    A Deeksha é uma energia inteligente e sutil transmitida por um doador através de um toque suave no Chakra coronário (topo da cabeça).  Ela leva a pessoa a vivenciar o estado de meditação imediata e para isso basta a pessoa se disponibilizar a participar de encontros como esse que teremos todas as Quartas aqui na Cidade das Artes.   Explicando de forma mais técnica a Deeksha: Age progressivamente remodelando e reequilibrando a atividade neuroendócrina - elevando os níveis de ocitocina e serotonina (hormônios do bem estar) e diminuindo os níveis do cortisol e outros neurotransmissores do Stress crônico. Cria novas sinapses no cérebro levando a mudança na percepção dos fatos da vida, nas emoções e no agir. Eleva o Nível de Consciência permitindo VIVER de forma plena e descobrir o extraordinário no cotidiano da vida.   Benefícios: Saúde física, emocional e espiritual Redução da ansiedade Experiência de bem estar, prazer e alegria  PAZ interior  Clareza mental e objetividade Aumento da concentração; Autoconhecimento Harmonia nos relacionamentos Conexão com o EU SUPERIOR / EU Divino (sua verdadeira essência) Expansão de consciência   Público Alvo: Esse é um encontro para todas as pessoas, de todas as idades, sem restrições.   Depoimentos: "Estava com uma dor muito forte no braço direito desde cedo na quarta-feira e quando vim aqui na quarta-feira pela primeira vez e me deitei no colchonete para relaxar, a dor foi embora. Tive uma visão de um lugar maravilhoso que frequento há dois anos, mas nunca admirei verdadeiramente, estava fechada para ver as belezas que este lugar nos proporciona e quando estava deitada aqui no colchonete, consegui vislumbrar toda a beleza deste lugar que antes eu não sentia. O que eu tenho a dizer é que, os problemas continuam, as dificuldades do dia a dia estão ali, mas a maneira de vê-los, de encará-los mudou. E a alegria que eu sentia somente por motivos externos, deu lugar a uma alegria genuína, sem motivos aparentes." Rita Bellonia   "Olá, meu nome é Aline e quero compartilhar o benefício da meditação com Deeksha: Depois que comecei a participar dessa meditação senti melhora no meu sono e na minha intuição. Pude me proteger de um acidente de carro ocasionado por um pneu furado. Sinto minha conexão com Deus cada dia mais forte. Senti uma gratidão no meu coração que eu nunca havia sentido e uma felicidade imensa por estar participando dessa meditação. Já levei meu irmão e uma amiga e eles também estão amando. Pude perceber melhora na minha saúde física, mental, emocional e espiritual. As coisas a minha volta se tornaram mais belas. O sol ganhou novo brilho e minha vida volta a fazer sentido." Aline Camacho   "Olá. Meu nome é Marcia Claudia Bandeira Pereira, tenho 44 anos, sou médica, formada há 22 anos, faço Ginecologia e Obstetrícia desde que me formei, e Medicina Ortomolecular há 10 anos. Faço psicoterapia há mais de 15 anos, sou apaixonada pela área de autoconhecimento e de prevenção, tento usar isso no meu dia a dia a meu favor e de meus pacientes, tentando entender a integração e cura da mente/doenças. Há algum tempo percebi uma limitação na minha progressão emocional e profissional. Algo me incomodava, mas não conseguia acessar de completo.  Percebi que estava no afeto, e provavelmente na infância. E daí não saia. Isso me causou muita angústia e cobrança em resolver. Tomei conhecimento e não tinha noção por onde começar. A terapeuta dizia que eu tinha muita resistência a chegar no problema. Até que conheci a meditação e a Deeksha há exatamente 30 dias. Na primeira vez não me permiti relaxar. Continuava na agitação e preocupada com tanta coisa a fazer ao sair dali. Na segunda vez senti uma paz, que só havia sentido uma única vez, que foi durante um seminário com Divaldo Franco. Uma sensação de ter me conectado a algo que já conhecia!? A angústia de ter que resolver minhas questões, acabou, e me invadiu uma tranquilidade para aceitar minhas limitações, carências, raiva, medo, tristeza. No dia seguinte parecia que estava em "pós-operatório"...eu me movimentava devagar com medo de perder esse estado de bem estar; tentava estar consciente e conectada com essa energia que eu tinha entrado em contato. Desse dia em diante, não esqueci mais desse caminho para conexão, que de alguma forma, encontrei (difícil explicar essa sensação). Isso mudou completamente meu dia a dia, porque a calma me invadiu. ...  Em 30 dias, o salto de consciência, renovação, bem estar, conexão são impressionantes. Minha casa está calma. Todos estão calmos. É muita mudança. Nenhum medicamento, psicoterapia, passe, estudo, curso, mesmo que aliados, conseguiram me proporcionar isso. Vou agradecer eternamente a Marcia que me mostrou esse caminho, a Maria por sempre nos brindar com seus ensinamentos e ver com tamanha simplicidade e aceitação, as mazelas de cada um, nos ensinando a não ter medo de olhar para dentro, e aos Deeksha givers (doadores da Deeksha)." Marcia Claudia Bandeira Pereira   "Gostaria de dar o meu depoimento em relação a Deeksha. Simplesmente mudou a minha vida, eu fui convidado por meu amigo Mario Mesquita para conhecer e receber a Deeksha, estava num momento muito complicado, tudo era problema, nervoso, mau humorado, pressão alta entre outros problemas causados pelo stress do momento em que o país se encontra. Fui a Barra e conheci a Maria, recebi a Deeksha e simplesmente, fiquei chocado com o momento de conforto que fiquei, a ponto de não saber explicar. Fui para casa e fiquei 3 dias nesse conforto e contando as horas para chegar logo a próxima quarta-feira, ..."  Gustavo Albuquerque   O que trazer: - Um tapete de yoga para sentar e deitar em Shavasana (relaxamento)  - Água para seu consumo - Um agasalho ou echarpe para se proteger do vento e frio.   Dúvidas e informações enviar email para deekshabarra@gmail.com [+] saiba mais O’TABLADO | Curso de Improvisação Teatral 01/08 a 15/12 Cursos O’TABLADO Curso de Improvisação Teatral – Início em Agosto   O curso de improvisação do Tablado segue o método desenvolvido pelo francês Charles Dullin e aperfeiçoado por Maria Clara Machado.   "Despertar no aluno a NECESSIDADE de uma atitude criadora é a grande tarefa do professor, é chamar a atenção do aluno sobre sua capacidade de inventar e de transformar."                                                                                                            MARIA CLARA MACHADO   TURMAS: 2ª FEIRA -- das 18h30 às 19h45 – IDADE: de 10 a 13 anos – PROF: Viviana Rocha 3 FEIRA -- das 15h às 16h45 – IDADE: acima de 55 anos – PROF: Patrícia Nunes 4ª FEIRA – De 16h às 17h45 – IDADE: De 14 a 17 anos – PROF: Andreia Fernandes e de 18h às 19h45 – IDADE: acima de 18 anos – PROF: Lionel Fisher e Julia Stockler.   INFORMAÇÕES: (21) 2294-7847 / 2259-7857 (de segunda à quinta, de 14h30 às 20h e sexta, de14h30 às 18h30) ou pelos emails: secretaria@otablado.com.br e curso@otablado.com.br ENDEREÇO:  Avenida das Américas, 5300 – Barra da Tijuca.   Observação: Mínimo de 15 alunos para início de cada turma.  [+] saiba mais Túnel | Tomás Ribas 06/08 a 31/12 Artes Visuais Venha conhecer a Obra "Túnel - 2013" de Tomás Ribas. Esse trabalho foi feito inicialmente para a Galeria Maria de Lourdes Mendes de Almeida. Tomás Ribas,  artista e iluminador, utiliza a luz como matéria de trabalho criando instalações que exploram a percepção do mundo através da visão. Participou de exposições no Brasil, França, Holanda, Suécia, República Tcheca e Coréia do Sul. Como iluminador ganhou alguns dos principais prêmios do teatro Brasileiro como o Prêmio Shell, o Prêmio Cesgranrio e o Prêmio Questão de Crítica.  Obra Permanente   Informações : 33250448 [+] saiba mais Arte Conecta | Curso de Arte 08/08 a 08/12 Cursos CURSO DE ARTES – ARTE CONECTA – HELIO RODRIGUES Iniciaremos em agosto o Curso ARTE CONECTA da ARTE AÇÃO BRASIL, práticas reflexivas desenvolvidas pelo Arte-Educador Helio Rodrigues por mais de 40 anos, que possibilita de forma lúdica, desenvolver e fortalecer as cognições formais e criativas das crianças e adolescentes.   Programação Artística As técnicas artísticas que são sugeridas podem ser em grupo, duplas ou individuais e dependem do interesse demonstrado por cada aluno. As propostas que veiculam essas atividades são pensadas a partir da observação e a consequente reflexão do professor, que sempre deve considerar o tempo e o processo evolutivo de cada um.    Desenho  > Lápis grafite e cor, nanquim, carvão, pastel oleoso e seco; Gravura  > Madeira, isopor, linóleo; Pintura  > Acrílica, guache, aquarela, têmpera de ovo; Monotipia  > Guache, talho doce; Escultura  > Argila, gesso, arame; Modelagem  > Argila, papel machê; Colagem  > Papel, tecido, sucata; Animação  > Desenho, objetos, massas, recortes, barbantes;   Programação Artístico-Pedagógica O curso possui 8 principais propósitos:    Fortalecimento do Eu individual – Desenvolver a autoestima e formação de um sujeito. O fortalecimento do EU, pode ser chamado de auto nutrição e é a base que permeia e estrutura todas as outras aquisições que se seguem no programa. Fortalecimento do Eu social – Autorreconhecimento, condição que é favorecida quando um indivíduo passa a ser reconhecido pelo outro. Ampliação dos conhecimentos através das relações sociais e o exercício do pensamento e da opinião no mundo externo a ele. Sensibilidade – Perceber e se interessar por si mesmo, pelo outro e pelo mundo. Condição que promove o respeito como um todo, além de ser fundamental para desenvolvimento criativo artístico e intelectual. Relação Temporal – Perceber e aprimorar as relações com o tempo. Reconhecimento do próprio tempo, o tempo do outro e do mundo. Favorece a localização não só no espaço físico como também no meio social. Quando um indivíduo está apropriado do tempo passa a ser capaz de pensar e projetar o próprio futuro. Capacidade de Abstração – Entrar em contato com as subjetividades que auxiliam nos processos de compreensão das metáforas, alimentam os processos cognitivos e enriquecem a linguagem verbal e artística. Observação – Promover a ampliação do olhar sobre o entorno físico e emocional, condição fundamental nos processos criativo e artístico. Criatividade – Reconhecer a própria singularidade. A criatividade fortalece e desenvolve a cognição e amplifica o poder de transformar e dar soluções. Transformação – Desenvolver a capacidade de mudar o olhar e a escuta sobre si mesmo e sobre o mundo externo. Transformar o ordinário, o comum e previsível em extraordinário. Para se ver por outros ângulos. Se assumir pertencente ao diverso. Desenvolver ações que transformem obstáculos em soluções. "Quando um indivíduo se conecta com a arte também se conecta com ele mesmo e com o mundo. Com sua característica democrática a arte absorve as diferenças e faz delas matéria prima para suas manifestações, porque é da diversidade que a arte se nutre, se desenvolve e faz surgir o extraordinário.  Uma boa educação artística na infância produz adultos competentes, mais humanos e criativos."Helio Rodrigues   Informações Adicionais Curso presencial de 1h30min por semana, durante todo o ano; Turmas de crianças e adolescentes; Esse trabalho respeita o amadurecimento e os interesses de cada aluno; por isso adotamos um número restrito de participantes por turma. As turmas são separadas por faixa etária; O curso é ministrado por arte-educadoras e supervisionado pelo arte-educador Helio Rodrigues; Também indicado para Educação Especial e Inclusiva; Equipe Coordenação e supervisão Helio Rodrigues Luciana da Silveira   Professoras Cris Queiroga Isabela da Silveira Magaly Henriques Ariedson Siqueira   Dia/Horários/idade: Terça-feira - 15h às 16h30 – 8 a 11 anos   Quarta-feira - 9h30 às 11h – 8 a 11 anos   Sexta-feira - 15hàs 16h30 – 12 a 16 anos   Valor R$ 280,00 / mês (Todo material incluído) Inscrições: Entre em contato com Luciana Silveira (21. 98111-3322). Informações: contato@arteacaobrasil.com.br  ou 3325.0448 Arte Ação Brasil: https://www.arteacaobrasil.com.br/ [+] saiba mais Aulas de Capoeira 08/08 a 14/12 Cursos  Aulas regulares de capoeira passarão a integrar o quadro de atividades fixas da Cidade das Artes. Serão todas as terças, quartas e quintas-feiras, entre 18h e 21h. A turma das 18h será formada pelo público infantil; as das 19h e das 20h, por adultos. Fundado por Beto Simas/Mestre Boneco em 1989, o GCB é reconhecido mundialmente, estando presente em mais de 40 países, como Estados Unidos, Holanda, Espanha, Egito, Alemanha etc. Além de capoeirista, Mestre Boneco é empresário e ator, e sempre buscou difundir a prática esportiva nas produções das quais participou, seja no cinema, teatro ou televisão. Nos últimos anos viveu nos Estados Unidos, onde realizou diversas atividades com o grupo, entre as quais palestras, workshops, treinamentos de atores de Hollywood, filmes, documentários e outros. “Unindo arte, movimento, som e cultura, a capoeira é um esporte de tradição que honra nossos antepassados africanos. E a missão do Capoeira Brasil é manter viva essa herança”, destaca Boneco.   Aulas regulares a partir de agosto Dias: Terças, quartas e quintas-feiras 18h - infantil 19h - adulto 20h- adulto                                                 MATRÍCULAS ABERTAS Para mais informações: (21) - 98097-0100 - 21 96448.6626 ou gcb.mboneco@gmail.com [+] saiba mais Arraiá de Rua do Rio 2017 11/08 a 20/08 Festival Arraiá de Rua do Rio A segunda edição do Arraia de Rua do Rio, acontece em dois fins de semana, 11,12,13 e 18,19 e 20 de Agosto na Cidade das Artes, Barra da Tijuca. Um projeto para resgatar as principais festas regionais do Rio. Serão 6 dias de festa com um público previsto de mais de 2000 pessoas por dia.                       Muitas atrações, brincadeiras, shows,concurso de quadrilha, muita comida típica e food trucks. Uma festa para toda família!  Uma das formas mais tradicionais de resgate a cultura de nossa cidade o Arraia de Rua Rio chega com o objetivo de oferecer ao público carioca de diversas regiões de nossa cidade uma agradável opção de lazer para todas as idades com entrada franca. [+] saiba mais Cia Deborah Colker - VeRo 18/08 a 20/08 Dança Em 2016 o Brasil sediou o principal evento esportivo do planeta, os Jogos Olímpicos e Deborah Colker teve a honra de ser a Diretora de Movimento responsável pela cerimônia de abertura. Alguns dos espetáculos da Cia de Dança Deborah Colker, notoriamente Rota e Velox trabalham com movimentos artísticos que remetem a prática esportiva como veículo para a liberdade expressiva e orgânica refletida no espírito olímpico. Deborah resolveu juntar partes de Velox, espetáculo lançado em 1995 e Rota em 1997, dois dos maiores sucessos de público da Companhia, tendo tido mais de 2 milhões de espectadores em suas apresentações, criando assim o espetáculo VeRo. Em seu primeiro ato, os movimentos Ostinato, Cotidiano e Sonar utilizam o vocabulário do balé clássico e da dança contemporânea, brincando com gestos do dia a dia e movimentos no solo; imprimindo força, leveza, humor, velocidade e dinâmica, marcas registradas de Deborah. Com um repertório de gestos ordinários transformados em movimentos, carregados de intenção, mas fora de seus contextos, eles evocam o drama, a comédia, o lúdico e o patético, se destacando com seu ritmo e precisão, na busca pelo equilíbrio perfeito. No fundo da cena, o palco verticaliza-se em uma Parede de 7 metros de altura onde os bailarinos realizam um balé aéreo desafiando a lei da gravidade com irretocável desenvoltura. Logo em seguida Kung Fu, Atletismo e Jogo. No segundo ato, os bailarinos se deslocam em estado de flutuação, como astronautas dentro de uma nave sem Gravidade. Os movimentos ganham novas densidades, em meio a manobras milimétricas e vagarosas que demandam um equilíbrio e resistência muscular incomuns, os bailarinos experimentam várias possibilidades de caminhar em suspensão, em todos os sentidos e direções. Por fim, uma Roda de 5 metros de altura toma conta do palco. Inspirada nos parques de diversões e na rotação da Terra, a Roda é a mais perfeita tradução material da investigação em torno da física e da mecânica do movimento. Todos os movimentos dentro e fora da roda buscam a circularidade. Em fluxo contínuo, os bailarinos dançam sob forças centrífugas e centrípetas, a ação propaga-se por cada uma das seis escadas e pelos meandros da Roda, desenhando uma profusão de imagens de grande impacto visual. VeRo coloca em cena a eletrizante combinação de vitalidade e perigo, compilando no palco as marcas características do trabalho de Deborah Colker e forma um terceiro espetáculo que propõe uma ocupação radical do espaço cênico, expondo com proeza os questionamentos de sua coreógrafa sobre a física dos movimentos. Tendo a Petrobras como mantenedora desde 1995, a Companhia consegue uma estabilidade rara no cenário cultural e por conta deste apoio mantem todo o seu repertório em circulação. Neste momento a companhia estreia seu 13º espetáculo, Cão Sem Plumas, baseado na obra de João Cabral de Melo Neto.   Criação, Coreografia e Direção: DEBORAH COLKER Direção Executiva: JOÃO ELIAS Direção de Arte e Cenografia: GRINGO CARDIA Direção Musical: BERNA CEPPAS Figurinos: YAMÊ REIS Desenho de Luz: JORGINHO DE CARVALHO Duração: 1h43 minutos (com intervalo) Classificação: Livre O espetáculo VeRo é patrocinado pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. [+] saiba mais Precisamos falar sobre Shakespeare | A Tempestade 18/08 a 24/11 Arte e Educação A proposta dos Encontros é promover uma leitura aberta da obra  de William Shakespeare, conversando com outros saberes, entre eles a psicanálise. Em A Tempestade (1611), Shakespeare nos encanta com geniais metáforas: dos mecanismos de poder e da politica, das forças que operam transformações, das paixões humanas, das fronteiras tênues entre bem e mal. Entre o mundo maravilhoso de grandes viagens e ilhas misteriosas, ele descortina um mundo também cruel e dramático. Por tudo isso, Precisamos falar sobre Shakespeare. Grupo de estudo quinzenal  Coordenadora Lísia Filgueiras, psicanalista Os encontros serão realizados nos dias  18/08 |  01,15 e 29/09  |  27/10  | 10 e 24/11  - sextas-feiras       [+] saiba mais Espetáculo Nada 19/08 a 27/08 Teatro “Nada” Um encontro com Tchekhov a atualidade de um autor que mudou a dramaturgia mundial ganha encenação inusitada, que transita pela ambiguidade de gêneros Gilberto Gawronski assina a montagem e dirige Analu Prestes e Clarisse Derzié Luz a partir de trechos selecionados por ele da obra de Anton Tchekhov. Em um ato, de uma hora e dez minutos, as duas atrizes interpretam personagens masculinos, e também femininos, em atmosfera revestida de sutilezas. A peça “Nada” começou a ser idealizada em novembro do ano passado, quando Analu e Clarisse procuraram Gilberto com nada, a não ser o desejo de fazerem um trabalho em conjunto. “É uma colagem. Usei trechos de peças de Tchekhov que nós três participamos, mas tendo como base “O canto do cisne” e “Malefícios do tabaco”. Analu estava na montagem de ‘As três irmãs’, direção de José Celso Martinez Correa, 1972. Clarisse fez ‘O jardim das cerejeiras’, direção de Paulo Mamede, 1989. Eu participei de ‘A Gaivota’, direção de Enrique Diaz, 2006. E coloquei ainda um pedacinho de ‘Rei Lear’, de Shakespeare, direção de Ron Daniels, com Raul Cortez, onde eu interpretava o Bobo, 2000”. Na casa de Gilberto, uma construção do século XVIII, em Santa Teresa, onde há também amplo espaço teatral, com toque muito contemporâneo, os ensaios fluíram. Analu conta: “Gilberto deu o título e a ideia do espetáculo que começa com o velho ator fazendo pela última vez o monólogo “Malefícios do tabaco”. Ele não quer ir para casa porque não tem ninguém e fica no camarim contracenando com o Ponto, que mora no teatro. Eles bebem vodca, provavelmente, e atravessam a madrugada interpretando personagens. O texto é sobre fazer teatro, sobre a vida e sobre o tempo”. Para Clarisse, este trabalho já estava pronto em alguma dimensão. “Desde que ele trouxe a ideia e depois foi acrescentando os textos com tanta agilidade, em poucos dias a gente tinha a peça na mão. Há uma confluência de desejos”. Para Gilberto, a dramaturgia que está em cena usa a própria vivência dos performers. “Isso me inspira e me sensibiliza. Meu trabalho foi muito intuitivo, mas agrega 40 anos fazendo teatro. Tem horas que me pergunto: qual é o gênero dessa peça? É comedia, drama? Tem até um pouco de musical. Acredito muito nela como um evento teatral. Tchekhov sempre brinca com o lúdico e o poético que está nessa casa que a gente habita em comum, o teatro”. Analu Prestes e Clarisse Derzié Luz interpretam dois homens que, por sua vez, interpretam duas mulheres e, no final, são apenas dois seres humanos. “Há projeções visuais idealizadas por Renato Krueger. “É um recurso plástico aliado ao contexto da peça e é uma tendência - juntar o cinema e o teatro – que faz parte da realidade atual”, explica Gilberto. O cenário aposta em poucos elementos, porém investe na imaginação. “Entrar em cena com o essencial é um desafio para as duas atrizes. Inegável a colaboração estética da Analu por estar também ligada às artes plásticas. Sinto-me a vontade de dizer que sou o diretor da peça e a dramaturgia está na horizontalidade e não em um lugar hierárquico”. O figurino é muito especial e tem um valor afetivo único para Gilberto Gawronski. “Marília Pêra me doou o seu acervo com uma frase muito bonita: ‘Queria que isso não virasse museu, que servisse para vestir outros personagens’. Nada como estar bem acompanhado!” As ambiguidades precisam respirar e em “Nada” elas dominam a cena. Sinopse: Algo que acontece no fim de um espetáculo, inverte a situação e faz o público enxergar um teatro vazio, fechado e sem gente. O teatro é uma casa que vive de movimento. O foco da peça desloca-se da “situação cômica” de alguém que dá uma conferência sobre um tema que não entende nada, para se centrar na tragicomédia da existência de um homem. [+] saiba mais Projeto Só Dança 20/08 Dança No dia 20 de Agosto o Projeto Só Dança/Palco Nino Giovanetti chega a Cidade das Artes na sua primeira apresentação na cidade e as vésperas de comemorar um ano de sua criação. A cidade das Artes, palco de diversos eventos culturais na cidade do Rio de Janeiro, fará do mês de Agosto um mês especial para a Dança, onde estaremos ocupando a praça coberta apresentando as coreografias das escolas, grupos e cias de dança inscritas no evento, como a Cia de Dança Márcia Gaya e a CADAX. O Projeto foi idealizado pelo bailarino Edézio Paz discípulo do grande coreógrafo, professor e bailarino Nino Giovanetti, que leva o nome do palco. O projeto estreou em setembro de 2016, na cidade de Niterói e contou com a participação de diversas escolas locais. O projeto é de circulação que tem a missão de levar apresentações das escolas de dança para as praças e ruas da cidade assim proporcionando cultura e entretenimento para a comunidade local além de criar oportunidades aos artistas locais, de mostrarem o seu trabalho.    Inscrições:  As inscrições estão abertas até o dia 10/08. Maiores informações no telefone (21) 3083-7484 ou no E-mail: jd@jornaldadanca.com.br.    [+] saiba mais Show Brincando de Papel 20/08 e 27/08 Música Brincando de Papel é uma dupla, formada no Rio de janeiro pelo músico Tomaz Sussekind e a atriz Michelly Lemes, que faz há 7 anos um trabalho musical para o público infantil onde as canções além de entreter e divertir também estimulam o desenvolvimento musical de uma forma lúdica e divertida. Apresentam shows super interativos onde as crianças são incentivadas a participar ativamente interagindo com bonecos, caixas sensoriais, instrumentos reciclados, bolinha de sabão, batucando e dançando. Entre os diversos shows apresentados pela dupla, o Show Brincando de Papel é um show de Rock para crianças, composto de músicas autorais do primeiro CD da dupla, com canções inéditas que convidam as crianças a interagir com as brincadeiras musicais citadas nos temas das letras. No show a dupla conta com mais dois músicos na banda de apoio, onde além das canções autorais, tocam algumas canções de rock que agradam aos pequenos e aos adultos, assim como algumas tradicionais cantigas de roda em versão Rock.     [+] saiba mais Kiev Ballet – Tributo a Tchaikovsky 23/08 Dança  KIEV BALLET O Kiev Ballet, também conhecido como Ballet da Ópera Nacional da Ucrânia, é uma renomada companhia de balé da cidade de Kiev. Tem como sede e origem o Teatro de Ópera da Ucrânia, inaugurado em 1867, onde iniciou como um pequeno grupo de bailarinos que se apresentavam nas danças folclóricas e balés das óperas locais. No início do século XX, com o crescente intercâmbio com as escolas russas, teve importante impulso com a chegada de bailarinos dos Balés Russos de Paris, que fugiam da 1a Guerra Mundial, quando então começa a diversificar seu repertório e a formar bailarinos de nível internacional.   Em 1919, o diretor do Balé da Ópera de Kiev era Mikhail Mordkin, um dos grandes coreógrafos da Europa, que junto com a irmã do famoso bailarino Vatslav Nijinski, Bronislava, fundou a Escola Coreográfica de Kiev, onde foi revelado Serge Lifar, que posteriormente se tornou Diretor do Ballet do Teatro de Ópera de Paris.  Com as mudanças políticas e sociais do fim da União Soviética, a forte estrutura cultural e artística dos ucranianos, lhes permitiu integrar a elite das companhias europeias de balé.   Em 1950, começam a se apresentar nos principais palcos tanto da Cortina de Ferro como em países como Inglaterra e França, onde em 1960 foram agraciados com a Estrela de Ouro, o maior prêmio da Academia Francesa de Dança.  Após a independência da Ucrânia em 1990, o Kiev Ballet estende suas apresentações à América do Norte e Ásia, além de toda a Europa, se consolidando e sendo reconhecido como uma das principais companhias de balé clássico do mundo.     Kiev Ballet – Tour Brasil 2017  O Balé da Ópera Nacional da Ucrânia (Kiev Ballet), comemora em 2017 seus 150 anos de fundação e apresenta nessa turnê brasileira o “Tributo a Tchaikovsky”, tendo no programa duas de suas obras mais populares e emblemáticas - “O Lago dos Cisnes” e “A Bela Adormecida”.  A tour vai percorrer as seguintes cidades: Curitiba (17/08), Florianópolis (19/08), Porto Alegre (20/08), Rio de Janeiro (23/08), Belo Horizonte (24/08), Sobral (27/08), Brasília (01/09) e Cuiabá (02/09).  Um notável grupo de jovens bailarinos virá ao Brasil, donde se destacam os solistas Kateryna Kozachenko, Jan Vaña, Tatiana Golyakova, Anastasiya Shevchenko e Stanislav Olshanskyi, que somados a um grupo de 27 bailarinos altamente selecionado, executarão este programa especial escolhido especialmente para deleite do público brasileiro, que receberá em seus palcos este expoente da dança clássica mundial.   “Tributo a Tchaikovsky”   Programa:   “O Lago dos Cisnes” Composto originalmente por Piotr Ilitch Tchaikovsky em 1876 em Paris, O Lago dos Cisnes é considerada a primeira música composta por um compositor de sinfonias e concertos em vez de um compositor especialista em música para balé, como era o comum na época.     A obra é sobre a história do jovem Príncipe Siegfried, que se apaixona por Odette, uma rainha transformada em cisne por um feiticeiro malvado. Odette explica a Siegfried que ela está condenada permanecer como cisne até ser resgatada por um homem que jure amor eterno a ela. Depois de percalços, o príncipe consegue destruir o feitiço, transformar sua amada novamente em mulher e juntos, viverem felizes para sempre.             Em 1894, o príncipe Ivan Alexandrovich, então diretor do Teatro Mariinsky de São Petersburgo, decide homenagear Tchaikovsky, que havia falecido um ano antes, criando uma nova versão de ‘O Lago dos Cisnes’. Marius Petipa, que era o principal maître de ballet do Teatro Mariinsky, foi encarregado desta vez de fazer a coreografia.     Devido ao sucesso do lirismo e beleza da coreografia, em janeiro de 1895, vai à cena a obra completa, 4 atos. Com o passar dos anos, “O Lago dos Cisnes” tornou-se o mais popular de todos os balés.   A Bela Adormecida   É um balé de um prólogo e três atos do compositor russo Tchaikovsky, o libreto de Marius Petipa e Ivan Vsevolojsky, e coreografia de Marius Petipa baseado no conto de fadas do escritor francês Charles Perrault. Sua estreia ocorreu no Teatro Mariinsky em São Petersburgo no dia 5 de janeiro de 1890. Tchaikovsky escreveu a obra entre o período do ano de 1888 a 1889. [+] saiba mais Conversa Literária | A Literatura Brasileira Hoje | Com a Palavra, Os Escritores 23/08 Arte e Educação A Conversa Literária do dia 23/08 recebe os escritores Claudia Nina, Godofredo de Oliveira Neto e Ieda de Oliveira para uma Conversa sobre a Literatura, o papel do Escritores hoje na sociedade, seus processos criativos e suas obras. Será uma Conversa pra lá de especial em que o público poderá adentrar no universo particular daqueles que estão fazendo literatura hoje no Brasil.   Direção e curadoria: Cíntia Barreto  Escritores Convidados: Claudia Nina, Godofredo de Oliveira Neto e Ieda de Oliveira [+] saiba mais Oficina de Criatividade e Mentoria Criativa | Edu Garretano 26/08 Arte e Educação "Tirando seus sonhos do papel com criatividade" Como desenvolver o seu eu criativo? Através de diversos métodos e técnicas, num mergulho no universo da arte criativa, da alta-performance e produtividade o público vai entender como funciona todo esse sistema para usa-lo ao seu favor, descobrindo seus talentos e formas para desenvolve-lo. Contando com mentoria criativa do Diretor de Arte Edu Garretano, o laboratório de imersão “COMO TIRAR SUA IDEIA DO PAPEL” terá como resultado a descoberta de ferramentas para o desenvolvimento de novas metas e atividades, além da disseminação do conhecimento e do aprendizado.   EDU GARRETANO Publicitário de formação, começou com sua própria empresa, trabalhou na agencia Binder no RJ como Diretor de criação. Atuou como Diretor de criação da Ogilvy Action Rio, levando prêmios criativos como Canes Lions, London Award, The One Show, entre outros. Trabalhou para marcas como Coca-Cola, Claro, Siemens e outros. Morou um ano em Nova York numa imersão em artes, design e tecnologia. Além do trabalho de consultoria criativa com a UNNICO e a SANNTO, faz parte do corpo docente da Miami Ad School e do Polo Criativo. Forte representante e disseminador da Economia Criativa e processos de inovação.      SITE: www.edugarretano.com www.guruu.com.br Evento Gratuito com Inscrições: saladeleitura.fca@gmail.com  ou 3325.0448 [+] saiba mais Choros e Valsas | Um Tributo à Pixinguinha 26/08 a 27/08 Dança Choros e Valsas - Um Tributo à Pixinguinha Um dos maiores sucessos da Companhia de Ballet da Cidade de Niterói volta aos palcos em comemoração aos 25 anos da CBCN com a participação especial da Orquestra Sinfônica Aprendiz com a regência do maestro Evandro Rodriguese. Este espetáculo, com coreografia de Rodrigo Negri, é capaz de revelar emoções e sensações com movimentos de delicadas nuances e grande vigor físico, apresentando uma linguagem de forte teatralidade e inusitada interpretação das músicas de Pixinguinha, ícone da música brasileira. Utilizando quinze pequenas cadeiras de madeira, os bailarinos apresentam um mosaico emocionante e criativo de grande impacto cênico. Os figurinos despojados, com tecidos suaves sobre a pele permitem observar toda a movimentação corporal evidenciando a qualidade técnica e estética destes corpos.   FICHA TÉCNICA  Direção Artística: Pedro Pires  Concepção e Coreografia - Rodrigo Negri  Produção Executiva: Tenara Gabriela  Ensaiadora: Fabiana Nunes  Coordenação de Produção e Logística: Thiago Piquet  Roteiro - Dudu Gama  Iluminação - Paulo Cesar Medeiros  Figurino - Cássio Brasil  Cenário - Alexandre Louzada  Fotografia - Letícia Vinhas  Projeto Gráfico - Anita Santoro e Karla Kalife  Maitre de Ballet: Rosângela Souza (Nêga) e Fran Mello  Professores de Ballet: Fabrícia Cavalcante   Pianista: Tatiana Dumas  Administradora: Valkyria Gagliardi Behera  Presidente da AACCBCN: Fran Mello  Sonoplasta: Valdenir Correa  Camareira: Betty Lopes  Médico: Carlos Henrique Bittencourt  Fisioterapeutas: Helton Freitas e Michelle Costa  Auxiliar de Serviços Gerais: Janaína Lyra   Bailarinos Alex Sena, Alexandra Araújo, André Liberato, Bruna Lopes, Carla Moita, Carol Martins, Claudio Rabelo, Diego Cruz, Gilson Paixão, Isa Kokay, Janaína Castelleti, Jayme Tribuzy, Jeanete Guenka, João Corrêa, Jonathan Carvalheira, Lara Benevides, Leonardo Vieira, Luiz Kerche, Luiz Menezes, Mariana Mesquita, Mirna Nijs, Robson Schmoeller, Simone Lorenzi e Tiago Oliveira. [+] saiba mais Trio Capitu e Duo Cello e Movimento apresentam 01/09 a 02/09 Música ComPassos O Trio Capitu, grupo de sopros considerado revelação em 2016 e o Duo Cello e Movimento, formação em que bailarina e violoncelista criam diálogos entre as suas artes, se unem para brindar a música e a dança em um espetáculo inédito, com participação da pianista convidada Suzette Ceccato. O espetáculo é livre para todas as idades, contemplando especialmente o público amante da dança e da música, ávido por performances de artes integradas. No repertório, obras consagradas da música universal e brasileira dialogam com coreografias marcantes, unindo artistas e plateia em torno da beleza promovida pelo encontro dessas duas artes.   Repertório   -A Morte do Cisne Coreografia: Michel Fokine Música: S. Saens - O Cisne   -Assobio à Jato Música: H. Villa-Lobos   -Atraente/Lua Branca Música: Chiquinha Gonzaga (arr. I. Ferreira)   -Chovendo na Roseira Música: Tom Jobim (arr. F. Vilela)   -Onde Vais  Coreografia: Priscilla Mota Música: J. S. Bach - Suíte No. 1 - Prelude   - Prelúdio da Suíte II Música: J. S. Bach             -Lista de Schindler Música: John Williams   -Allegro Appassionato Coreografia: Liana Vasconcelos Música: S. Saens - Allegro Appassionato     -Lamentos Música: Pixinguinha (arr. I. Ferreira)   -Melodia Sentimental Coreografia: Liana Vasconcelos Música: H. Villa-Lobos   -Carinhoso Música: Pixinguinha (arr. I. Ferreira)   - Beatriz   Coreografia: Liana Vasconcelos Música: E. Lobo/C. Buarque (arr. Ricardo Candido)     Sobre o Duo Cello e Movimento O Duo Cello e Movimento, criado em 2015, é formado pela bailarina e produtora cultural Liana Vasconcelos e pelo violoncelista Mateus Ceccato. Seu objetivo é apresentar como o corpo da bailarina se movimenta em interação com a música e a sonoridade do violoncelo, fazendo jus à máxima do coreógrafo George Balanchine, que afirma que "Dança é música feita visível". Seu repertório vai desde os grandes clássicos como "A Morte do Cisne", com coreografia de Michel Fokine e música de Camile Saint-Saens, até as obras contemporâneas, com improvisação musical e coreográfica. O duo já se apresentou: no Rio Cello Internacional Encounter 2015 e 2016; no V Fórum Internacional Rio Cidade Criativa, no MAM; no Teatro Coliseu, em Santos; no Teatro José de Alencar, em Fortaleza; no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no concerto “Todas as vozes”; na Mostra Internacional de Dança de Mato Grosso, em Cuiabá; dentre outros.       Intérpretes   Liana Vasconcelos  Bailarina formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro) e pela Royal Academyof Dance, de Londres. Bacharel em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Mestranda da Fundação Casa de Rui Barbosa com o projeto de pesquisa que propõe a criação de um Museu da Dança no Brasil. É bailarina-intérprete e produtora do filme “Corpo da Cidade”. Segue uma carreira independente como solista de Ballets de repertório. Desde 2014 é bailarina contratada do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.   Mateus Ceccato Foi aluno de David Chew, iniciou o bacharelado em violoncelo na Texas Christian University (EUA), finalizando o curso na UniRio, em 2003. Tem pós-graduação em música de câmara pelo Conservatório Brasileiro de Música. É integrante da Orquestra Petrobras Sinfônica, da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ, da Johann Sebastian Rio, do Trio UFRJ e do Duo Cello e Movimento. Cursa atualmente o Mestrado em Música na UFRJ.   Sobre o Trio Capitu A riqueza da musicalidade, os ritmos e melodias se unem à performance do Trio Capitu, grupo instrumental de formação original e singular: flauta, oboé e fagote. Fundado em 2012, o trio, atualmente grupo residente da Academia Brasileira de Música, vem acumulando reconhecimento de público e de crítica. Finalista do 27o Prêmio da Música Brasileira na categoria “Revelação” e Menção Honrosa pelo site Embrulhador em 2016 pelo álbum de estreia Novos Ventos, o Trio Capitu também foi escolhido para se apresentar na MIMO 2016 e na programação oficial de abertura das comemorações dos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro. Por dois anos consecutivos ganhou o Prêmio Funarte de Concertos Didáticos, levando suas apresentações a escolas da rede pública de ensino e, também foi um dos grupos a se apresentar no aclamado projeto social Doutores da Alegria. O Trio vem colaborando e estabelecendo parcerias com diversos artistas da cena contemporânea nacional, como Clarice Assad e André Muato, Carlos Malta, Rodrigo Lima, Deborah Levy, João Bouhid e outros.   Intérpretes   Sofia Ceccato Natural de Angra dos Reis (RJ), Sofia iniciou seus estudos musicais ao piano, aos 5 anos de idade, com sua mãe Suzette Ceccato. Seis anos mais tarde iniciou a prática de flauta transversal com o professor Paulo César Castilho, ainda em sua cidade natal. Formou-se bacharel em Flauta pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2007 na classe do professor Eduardo Monteiro. Em 2008 foi contemplada com uma bolsa para participar do Young Artists Bayreuth Festival, na Alemanha. Foi visitante intercambista na Universidade da Georgia (EUA), se aperfeiçoando com Angela Jones-Reus em 2009. É pós-graduada em música de câmara pelo Conservatório Brasileiro de Música e mestre em práticas interpretativas pela UNIRIO. Flautista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro desde 2005, Sofia é também apresentadora dos programas Sinfonia Fina e Partituras, ambos exibidos pela TV Brasil. Como solista já se apresentou com a Orquestra Filarmônica de Petrópolis, a Cia. Bachiana Brasileira e, mais recentemente fez sua estreia internacional com a Orquestra Filarmônica de Montevideo no Teatro Solis, executando Masia Muju de Beatriz Lockhart sob regência de Ligia Amadio.   Janaína Perotto Natural de Londrina (PR), iniciou seus estudos de oboé com Luis Carlos Justi, professor com quem formou-se bacharel pela Universidade do Rio de Janeiro – UNIRIO. Foi integrante da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem de 1999 a 2001, ano em que foi premiada com uma bolsa de estudos do governo alemão para se aperfeiçoar na Escola Superior de Música de Karlsruhe, com o professor solista Thomas Indermühle. Durante o período de formação no Brasil, teve masterclasses com professores de renome como Ingo Goritzki, Nicholas Daniel e Andreas Wittman e, na Alemanha, com Christian Schmitt e Jacques Tys. Janaína é primeiro oboé solo da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. É em Mestre em Música, pela Escola de Música da UFRJ, com sua dissertação voltada para a música de câmara de Heitor Villa-Lobos para oboé e corne inglês. Atualmente cursa o doutorado na mesma universidade.   Débora Nascimento Natural do Rio de Janeiro, iniciou os estudos de fagote em 2004 na classe do mestre Noël Devos, estudando o fagote no sistema francês. Em 2006, iniciou os estudos pelo sistema alemão sob orientação do fagotista e professor Elione Medeiros. Integrou o naipe de fagotes da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem de 2008 a 2010, quando assumiu o cargo de Chefe de Naipe na Orquestra Sinfônica de Barra-Mansa. Como solista, atuou à frente da Banda Filarmônica do Rio de Janeiro e da Orquestra Sinfônica da UNIRIO. Participou de diversos festivais de música no país, entre eles o Festival Brasil-Alemanha onde teve aulas de Música de Câmara com Will Sanders e de Técnica de Respiração com o fagotista Pierre Martens. Em 2015 graduou-se na UNIRIO no curso de Bacharelado em Música (Fagote) sob orientação de Elione Medeiros. Atualmente, cursa o mestrado na UFRJ, sob orientação de Aloysio Fagerlande. Foi integrante do Quinteto Lorenzo Fernandez, com quem gravou o cd “Música Carioca de Concerto” e do núcleo pedagógico do projeto social AfroReggae. Atua como fagote solista da Orquestra Sinfônica da Cesgranrio. [+] saiba mais A Grande Ressaca 11 Comédias Inusitadas de Matéi Visniec 01/09 a 03/09 Teatro Nas peças que compõem essa peça, Matéi Visniec consegue, com o tom casual de uma conversa cotidiana, tratar dos mais importantes temas que dizem respeito à condição humana: o sentido da vida e da morte, o valor das coisas e das pessoas, a tensão entre indivíduo e sociedade. Organizadas em três grupos  - Fronteiras, Agorafobias e Deserto - , as peças surpreendem por seus desfechos inusitados e pela riqueza de imagens criadas: um fuzil empunhado como um violão; um sentinela que reduz um humano a um "documento válido"; um curso prático de mendicância e outras comédias improváveis. Nestas peças Matéi Visniec nos chama a atenção para o insólito do cotidiano que insistimos em ignorar. Um Teatro que faz sorrir pensando e pensar sorrindo. [+] saiba mais Festival Cervejeiro Carioca 01/09 a 03/09 Festival Festival Cervejeiro Carioca volta à Cidade das Artes nos dias 1, 2 e 3 de setembro Após levar mais 10 mil pessoas ao local em junho, evento retorna com ainda mais opções de cervejas especiais, gastronomia, moda independente e música 4/8/2017 - A parceria entre Festival Cervejeiro Carioca e Cidade das Artes terá um novo capítulo: nos dias 1, 2 e 3 de setembro, o evento retorna à Barra da Tijuca após levar mais de 10 mil pessoas ao local em junho. Esta será a quinta edição do FCC, que tem entrada franca e vem se consolidando como um dos mais completos do Rio. “É uma satisfação para nós retornar à Cidade das Artes, um espaço tão atrativo, que conseguimos ocupar com sucesso na primeira oportunidade que tivemos. Superar aquele desafio e ainda voltar agora mostra que estamos oferecendo um programa de qualidade para o carioca”, afirmou Samuel Shor, organizador do evento ao lado de Diogo Amaral. Para esta edição, o foco do evento segue em dar espaço para produtores locais de cervejas especiais, assim como na diversificação das opções gastronômicas – características cada vez mais marcantes do FCC. Além disso, novamente o Festival terá parceria com a ACervA Rio (Associação dos Cervejeiros Artesanais), que fará brassagem ao vivo, demonstrando como funciona o processo de produção de uma cerveja. A parte musical, outro ponto forte do Festival, não ficará fora do retorno à Cidade das Artes: os DJs Saddam (Rádio Transamérica) e Daniel Faria (Retropicália), residentes do FCC, estão confirmados no comando da pista. Ao longo do mês de agosto, outras atrações ainda serão divulgadas. O Festival contará ainda com Espaço Kids – serviço oferecido aos pais pela Liga da Bagunça – e, assim como nas outras edições, será pet friendly. A Cidade das Artes tem estacionamento pago com 750 vagas. Silo Criativo traz o ingrediente final: uma fotografia da moda e design independentes no RJ Desde a sua primeira edição, o Festival Cervejeiro Carioca acontece paralelamente ao Silo Criativo, evento que oferece aos visitantes uma cuidadosa seleção de marcas independentes de moda e design. Com curadoria da empresária e designer de estampas Tatiana Ribeiro de Castro – fundadora da marca Pano e membro do coletivo Malha –, o Silo chega à sua quinta edição com planos de número recorde de expositores. SERVIÇO Festival Cervejeiro Carioca – 5ª edição . Cidade das Artes (Av. das Américas, 5.300 – Barra da Tijuca) . 1/9, das 17h às 23h . 2/9, das 13h às 23h . 3/9, das 13h às 22h . ENTRADA GRATUITA . EVENTO PET FRIENDLY     [+] saiba mais II Semana Internacional de Piano 03/09 a 08/09 Música II Semana Internacional de Piano Inspirado nos grandes festivais europeus, a Semana Internacional de Piano é uma imersão de música clássica para piano. Com recitais e master classes em horários variados ao longo da semana, o evento promete colocar o Rio e o Brasil no mapa internacional de referências dos festivais de música clássica onde o piano é o protagonista. Após o grande sucesso da 1ª edição realizada em Niterói, setembro 2016, a segunda edição do festival chega às principais salas do Rio de Janeiro. Este ano, contará com a presença de pianistas de renome internacional do Brasil, Croácia, França, Itália e Rússia, que proporcionarão ao público uma jornada de recitais de música clássica num panorama que abrange da música barroca à música contemporânea.     Programação   03/09, 20h: Duo AMA - Mayer Goldenberg e Angela Passos (Brasil) 04/09, 20h: Maja Matijanec (Croácia) 05/09, de 9-19h: Master Class com Oleg Marshev (Rússia) 07/09, 20h: Duo Miroirs - Antonello d’Onofrio e Claudio Soviero (Itália) 08/09, 20h: Simon Ghraichy (França)     03/09 - 20h   DUO AMA 4/2 recital - Recital com obras à quatro mãos e solo   Angela Passos, natural de Niterói, diplomada com bolsa de estudos no Wiener Meisterkurse em Viena e Bacharel em piano pela UFRJ. Já se apresentou em mais de 15 cidades pela Europa, EUA e América Latina, em países como: França, Itália, EUA, Alemanha, Áustria e Argentina. Premiada em concursos nacionais e internacionais. Em 2012, realizou uma tournée pela Itália, executando o recital de abertura do Festival Internacional "Mondi Sonori" em Senago-Milão. Em 2015, foi premiada com “Merit Award” no "Miami International Summer Piano Festival". Em 2016, se apresentou na San Francisco Steinway Piano Gallery, e realizou mais uma turnê pela Europa, com seu duo (Duo AMA),  incluindo a Embaixada Brasileira de Paris.   Mayer Goldenberg, natural  do Rio de Janeiro,  de família russa e romena, diplomado com bolsa de estudos no Wiener Meisterkurse-Viena. Estudou com Nivaldo Tavares, Sonia Goulart (bacharelado em piano- UFRJ) e Licia Lucas. Premiado em concursos nacionais e internacionais, em 2010 foi finalista do Concurso Internacional de Piano de Eivissa-Espanha. Apresentou-se em mais de 20 cidades pela Europa, EUA e América Latina, em países como: França, Itália, Alemanha, Áustria, EUA, Espanha e Argentina. Em 2012 realizou tournée na Itália e abriu o Festival Internacional Mondi Sonori em Senago. Em 2015 foi premiado com “Merit Award”, no "Miami International Summer Piano Festival".Em 2016, realizou outra turnê européia com seu Duo AMA, incluindo a Embaixada Brasileira de Paris, e se apresentou na San Francisco Steinway Piano Gallery.   04/09 - 20h   MAJA MATIJANEC Nascida em Zagreb-Croácia, começou seus estudos aos seis anos de idade. Em 2002 se mudou para Milão, na Itália. Formou-se e obteve o seu Mestrado, no Conservatório Giuseppe Verdi. Estudou com dois grandes pianistas russos: Sijavush Gadjiev e Oleg Marshev. Em Linz,na Áustria obteve seu segundo mestrado. Venceu prestigiados concursos internacionais como: Anton Rubinstein (França) e "Cita 'di Piove di Sacco’"(Itália). Recebeu também a bolsa de estudos Rotary Club e bolsa de estudos da cidade de Zagreb. Apresenta-se há anos, em países como: Itália, Eslovénia, Croácia, Áustria, Alemanha, Espanha, Holanda, entre outros. Atualmente vive e leciona em Berlim, onde se dedica à carreira de pianista internacional.   05/09 - das 09h-12h e das 15h-19h   Master Class com OLEG MARSHEV Nascido em Baku na antiga URSS, foi aluno do famoso Mikhail Voskresensky no Conservatório de Moscou se formando com honras, bem como mais tarde em seu Doutorado. Foi premiado em vários concursos internacionais no Canadá, Itália, Portugal, Espanha, Estados Unidos, confirmando a reputação já conhecida, a de um dos melhores talentos do piano russo de sua geração. Já se apresentou nas melhores salas de concerto e festivais do mundo como: Lincoln Center "Alice Tully Hall", Amsterdam Concertgebouw e Wigmore Hall, Festival "AB Michelangeli" de Brescia e Bergamo, Ruhr Piano Festival na Alemanha e Festival La Roque d'Anthéron na França. Leciona na Universidade Anton Bruckner em Linz, Áustria, bem como em master classes no exterior e, é frequentemente júri convidado de importantes concursos internacionais de piano. Gravou mais de 35 CDs, com destaque para obra completa de Serguei Prokofiev. Todas as suas gravações foram imediatamente atraindo a atenção e grande aclamação da crítica internacional. O CD com os concertos de Shostakovich, é recomendado pela revista BBC Music com as palavras: "Marshev é o fenômeno, o mestre de todos os estados de espírito, a sensibilidade controlada pela inteligência e sentimento."   07/09 - 20h   DUO MIROIRS Recital à quatro mãos   Antonello D´Onofrio, nascido em Puglia- Itália, formou-se no Conservatório G. Verdi de Milão, com excelência, sob a orientação do pianista Daniele Lombardi. Além de solista, integra o Duo  com o pianista Claudio Soviero, duo especializado na obra de Ravel. Apresentou-se em diversos países: Itália, Espanha, China, Alemanha, Brasil, EUA e Indonésia. Venceu mais de 20 concursos de piano: "Pianistas Copa Itália Osimo", "Prêmio Europeu Cidade de Monopoly", "Prêmio JS Bach de Sestri Levante", "Prêmio Internacional cidade de Ostuni", "Prémio Europeu Cidade de Barletta", "Prêmio Internacional Ilhas Borromeu de Dino Ciani", entre outros. Foi diretor artístico de importantes festivais e é, atualmente, diretor artístico do Festival Internacional de Rovello Porro.   Claudio Soviero, pianista italiano, formou-se com honras sob a orientação da professora Olga Shevkenova no Conservatório G. Verdi de Milão. Apresentou-se em prestigiadas salas de concertos em Cracóvia, Varsóvia, Mônaco, Paris, Rio de Janeiro, Córdoba, Einbeck, Milão, Veneza e Nápoles, e em festivais internacionais: Festival Mendelssonh, Maratona Chopin, “Milano Piano City”, entre outros. Venceu concursos nacionais e internacionais, se apresentou com várias orquestras e foi premiado no famoso Concurso Internacional Scriabin-Moscou. Atualmente, integra o Duo Miroirs, se dedica à composição e regência, e participa como colaborador de cantores de ópera em transmissões de rádio e televisão.   08/09 - 20h   SIMON GHRAICHY Após uma cosmopolita infância e adolescência, onde viveu no Líbano, México e Canadá, o pianista de nacionalidade francesa,  aos 16 anos chegou em Paris e entrou para o "Conservatoire à Rayonnement Régional" de Boulogne-Billancourt. Em 2004, ingressou no  "Conservatoire de Paris" e em 2008 no   "Sibelius Academy"de Helsinki. Estudou com Michel Beroff, Daria Hovora, Tuija Hakkila e também participou de master classes com os pianistas Cyprien Katsaris, Jean-Philippe Collard, Gergely Bogányi e Jerome Lowenthal. Recebeu premiações nos concursos internacionais: "Georges Cziffra Foundation’s Prize"na França, "BNDES International Piano Competition" no Rio de Janeiro, "Manuel Ponce Competition" no México. Atuou com importantes orquestras como Orquestra Sinfônica Brasileira( OSB), "State of Mexico Symphony Orchestra", "Cairo Symphony Orchestra", "Lebanese Philharmonic Orchestra", "Cuba National Symphony Orchestra", dentre outras. Professores, júris, mídia internacional, público, todos recebem seu  "virtuosity" (Dauphiné Libéré), seu  "temperament and power" (Wall Street Journal), e " clarity and cleanliness" de seu toque (Jornal do Brasil), mostrando sua facilidade em interpretar as obras mais difíceis. Acaba de gravar seu primeiro cd pelo importante selo, Deutsche Grammophon. [+] saiba mais Historinhas 09/09 a 01/10 Teatro Sura Berditchevsky apresenta seu infantil Historinhas, na Cidade das Artes Histórias clássicas adaptadas para os dias de hoje são encenadas em uma nova temporada A partir do dia 9 de setembro, a atriz, escritora e diretora Sura Berditchevsky inicia uma nova temporada do espetáculo infantil Historinhas, aos sábados e domingos, às 16h, na Cidade das Artes – Sala Eletroacústica. Com um elenco formado por crianças e adolescentes da Cia Sura Berditchevsky de Teatro Infantil, o espetáculo reúne histórias da literatura, contadas de forma contemporânea. No palco as crianças se misturam com projeções dos irmãos Vilarouca, enquanto são embaladas por músicas dos Beatles, executadas por estudantes de música do antigo projeto Villa Lobinhos e selecionadas e produzidas pelo diretor musical Rodrigo Belchior.   Historinhas é o primeiro trabalho da Cia. Sura Berditchevsky de Teatro Infantil e estreou em 2016, no Teatro Vannucci. No palco os jovens atores dão vida aos clássicos “Pequeno Herói da Holanda”, “A Tartaruga e a Lebre” (inspirada na fábula de Esopo), “A Boneca” (inspirada em um poema de Olavo Bilac), “A Galinha Ruiva”, “Por Favor”, “As Estrelas do Céu” e as inéditas “Alguém está vendo você” e “A filha do hoteleiro”. Enquanto as apresentações de Historinhas continuam, a Cia. Sura Berditchevsky de Teatro Infantil já ensaia um novo espetáculo com previsão de estreia no primeiro semestre de 2018.   Ficha Técnica: Historinhas Texto, Adaptação e Direção: Sura Berditchevsky Elenco: Cia Sura Berditchevsky de Teatro Infantil _ Christianne Rebello, Gabriel Puga, Luana Lang, Lucas Barbosa, Mariana Louro, Marina Louro, Matheus Barros, Paloma Far, Sofia Callou e Vitor Chei. Ilustrações e projeções: Renato Vilarouca e Ricardo Vilarouca Figurinos e adereços: Chris Chevriet, Vera Raiser, Leo Brazas Supervisão de figurinos e adereços: Pedro Sayad Direção Musical: Rodrigo Belchior com músicas executadas por jovens estudantes de música do antigo projeto Villa Lobinhos. Pesquisa: Lucia Cerrone Iluminação: Sura Berditchevsky Fotos de Cena: Guga Melgar (com ilustrações de Renato e Ricardo Vilarouca) Direção de Produção: Sura Berditchevsky Produções Artísticas Realização: Cia Sura Berditchevsky de Teatro Infantil Assessoria de Imprensa: Lu Nabuco Assessoria em Comunicação [+] saiba mais Cartas de Maria Julieta e Carlos Drummond de Andrade 09/09 a 01/10 Teatro Cartas de Maria Julieta e Carlos Drummond de Andrade Cartas de Maria Julieta e Carlos Drummond de Andrade é um monólogo que reúne correspondências trocadas, desde a infância até o final da vida, entre o pai poeta e sua única filha também escritora, Maria Julieta. A pesquisa de mais um ano de Sura Berditchevsky e Pedro Drummond, em material inédito arquivado no gabinete do poeta, resulta em uma montagem que permite descortinar ao público a troca de sentimentos que as cartas expressam no cotidiano de uma vida inteira.  A surpresa maior do acervo, agora encenado nos palcos, foi revelar o poeta pai, a maneira amorosa e generosa como esse Drummond encaminha a filha para a vida. Uma relação que iniciou com bilhetinhos e desenhos e se desenvolveu em cartas até a o fim de suas vidas: Maria Julieta morre aos 59 anos vítima de um câncer e o pai, 12 dias após. A peça estreou em setembro de 2011 no Rio de Janeiro e de lá para cá soma 22.920 espectadores em 23 cidades. O monólogo percorreu destinos como o interior do Rio de Janeiro, São Paulo (Teatro Eva Herz), 19ª POA em Cena (Porto Alegre), Brasília, FLIP (Paraty), Ceará, Itabira (MG) e Mostra Brasil - Portugal (Porto e Lisboa). O encontro da escrita de cartas – já não tão praticada na atualidade – somado aos recursos tecnológicos, como projeções, música e cenário interativo, contextualiza o período em que eles viveram, tornando assim, o espetáculo envolvente para o público jovem. Trata-se de um resgate histórico com uma roupagem contemporânea. O leitor habitual e estudioso da obra de Drummond também terá a oportunidade de conhecer parte desse arquivo inédito. A encenação intimista promove ao público uma leitura que rompe a barreira do âmbito literário e percorre o espaço afetivo. A troca de correspondências entre um poeta tão representativo para a cultura brasileira e sua filha é uma oportunidade de inserir e de democratizar um espetáculo que tem como meta a formação de novos leitores. A construção cênica evolui cronologicamente e é enriquecida com recursos multimídias. O projeto traz uma ficha técnica de competentes profissionais do mercado artístico. Sura Berditchevsky assina a direção, dramaturgia e atuação, com codireção de Fernando Philbert. A direção de arte é de Bia Junqueira, figurino de Wagner Marquette, iluminação de Paulo Cesar de Medeiros, animação gráfica de Renato e Ricardo Villarouca, pesquisa iconográfica de Lúcia Cerrone, trilha sonora de Alexandre Elias, preparação vocal de Rose Gonçalves e preparação corporal de Jean Marie Dubrul. Sura Berditchevsky fará debates para os estudantes sobre o processo de criação – ponto de interesse nas apresentações já realizadas –, desde a pesquisa até a realização da montagem. A atriz abordará a obra e discutirá como as cartas foram transportadas para a cena. Sura Berditchevsky recebeu quatro indicações ao prêmio FITA: direção, melhor espetáculo, atriz e foi vencedora da categoria especial – pela dramaturgia.   [+] saiba mais Philip Glass 80 | Mais Piano 14/09 Música Philip Glass 80. Mais Piano. Um dos mais importantes nomes da música no mundo,   Philip Glass celebra no Brasil seus 80 anos. Nome de ponta da música mundial e referência da arte contemporânea, Philip Glass é, ao lado de John Adams, um dos dois americanos vivos mais influentes na música de concerto. Seus 80 anos, completados em janeiro de 2017, vêm sendo celebrados em uma extensa turnê mundial que chega ao Brasil em setembro para três espetáculos no Rio de Janeiro e em São Paulo – dois em palco sinfônicos e um ao ar livre, gratuito -, dentro do projeto Mais Piano, com patrocínio da Rede e realização da Dueto Produções. O compositor leva à Cidade das Artes (dia 14) o conjunto de peças Estudos Completos para Piano, ao lado de quatro pianistas convidados: a japonesa Maki Namewaka, a tailandesa-americana Jenny Lin e os brasileiros Ricardo Castro e Heloísa Fernandes.  Os cinco se revezam tocando as 20 peças dos estudos compostos entre 1994 e 2012 e que tiveram estreia em 2013, na Austrália, como programa completo. Ao longo do último ano, este ciclo tem sido apresentado como um dos eventos que celebram a data redonda, com diferentes configurações, que incluem de três a dez pianistas, além de programações sinfônicas, remontagem de óperas e festivais pelo mundo afora. "Os Estudos começaram a ser compostos em meados dos anos 1990 e estou ainda acrescentando peças a essa coleção. Há dois propósitos nessa criação: primeiro, ter música para meus recitais solo. E, em segundo lugar, para que eu amplie a minha técnica como pianista, desafiando minha própria interpretação. O resultado é um conjunto com largo espectro de dinâmica, ritmo e emoção. Espero completar a segunda leva de dez estudos nos próximos anos.", explicou Glass em 2003. Philip Glass continua produzindo incessantemente sua inconfundível música, marcada pela reiteração de células melódicas, harmônicas e rítmicas, na linguagem singular que cunhou como ‘música com estruturas repetitivas’ e que costuma ser chamada de ‘minimalismo’, termo que ele próprio não adota. A lista oficial - http://philipglass.com/compositions/all/ - relaciona mais de 200 peças de todos os formatos, dos solos para vários instrumentos às óperas como Satyagraha e Galileo Galilei. No seu aniversário, em janeiro de 2017, Philip Glass fez a estreia de sua 11a. Sinfonia no Carnegie Hall, NY. Sua incansável busca para expandir a linguagem artística o leva a parcerias com nomes da música pop e da literatura como Paul Simon, David Byrne, Leonard Cohen, Linda Ronstadt, Ravi Shankar, o poeta Allen Ginsberg e a escritora Doris Lessing. O compositor ganhou reconhecimento do grande público a partir da ópera Einstein on The Beach, 1976, de Robert Wilson, e de sua trilha para o filme Koyaanisqtasi, de 1982 – em que cenas do planeta e paisagens desfilavam conjugadas com a música impactante – e até hoje mantém forte ligação com o cinema: escreveu música para numerosas produções, entre elas, As Horas (com Nicole Kidman), O Sonho de Cassandra (de Woody Allen), A Janela Secreta (estrelada por Johnny Depp), Kundun (de Martin Scorcese), O Quarteto Fantástico (2015, direção de Josh Trank) e também os brasileiros Nosso Lar (de Wagner de Assis) e Jenipapo, de Monique Gardenberg, responsável, como produtora, pela atual turnê brasileira de Glass. Com o escultor americano Richard Serra, Glass produziu diversas instalações e intervenções – como no recente Equal, em que ele tocava entre cubos de aço de 40 toneladas empilhados dois a dois. No Brasil, trabalhou com Carlito Carvalhosa em A Soma dos Dias, de 2010: a instalação de Carvalhosa criou uma espiral de panos translúcidos dentro da qual o compositor interpretava suas peças. A relação do compositor com o Brasil, aliás, é sólida. Seu filho Zachary, guitarrista e compositor, passou longo tempo no país. Em 1989, Glass compôs Itaipu, para coro e orquestra. Mesmo ano em que inicia parceria com Gerald Thomas, na ópera Mattogrosso, seguida de outros trabalhos com o encenador, incluindo Carmem com filtro 2. Outra peça para orquestra, de 1997, reflete suas impressões sobre a maior favela da América do Sul: Days and Nights in Rocinha. Além da colaboração com o Uakti  em Oito Peças para um Ballet, para o Grupo Corpo, ele conta que convidou o grupo musical mineiro liderado por Marco Antonio Guimarães para gravar sob sua direção. Sua última passagem pelo Brasil aconteceu em 2011, quando tocou em duo com o violinista Tim Fain em Olinda e São Paulo. Em sua autobiografia, Glass localiza no teatro de Beckett uma das maiores influências para seu estilo. Em 1983, escreveu seu Quarteto de Cordas no. 2 para uma encenação de Company, poema em prosa do dramaturgo. Das muitas peças para dança que ele compôs, destacam-se Glassworks, para o NY City Ballet, coreografado por Jerome Robbins em 1983; In the Upper Room, Twyla Tharp, 1986; para o Alvin Ailey de Lar Lubovitch, fez North Star em 1990. O pianista e compositor, nascido em 1937 e criado em Baltimore, é filho de uma bibliotecária e do dono de uma loja de discos imigrantes lituanos. Estudou filosofia, matemática, se encantou na faculdade com a música serialista de Anton Webern e, em Paris, com os filmes de Jean Cocteau. Estudou na Julliard School em Nova York; com o compositor Darius Milhaud; e com Nadia Boulanger, professora francesa que formou gerações. Sua experiência em Paris e o contato com Ravi Shankar nos anos 1960, mais a vida no bairro boêmio de Nova York nos anos 1970 e 1980, repleto de artistas que experimentavam linguagens e trocavam experiências, provou-se determinante para a interdisciplinaridade de sua obra, que se desdobra em colaborações com artistas de todas as áreas. A música indiana, em particular, foi fundamental para forjar o estilo de reiterações que marca sua obra. Na década de 1970, para sobreviver, dirigia táxi, tinha uma empresa de mudanças e trabalhava como bombeiro hidráulico enquanto compunha (“procurava atividades que tivessem um mínimo ou nenhum significado para mim”, conta ele). Um marco especial foi a criação do Philip Glass Ensemble em 1967. Em 1982, Philip Glass assinou a trilha de Koyaanisqtasi, filme de Godfrey Reggio que fascinou plateias do mundo inteiro. A poderosa e hipnótica combinação de imagens de grandes paisagens – muitas em time-lapse - e a música de Glass foi um espanto. O compositor, ali, ganhava popularidade planetária, que, desde então, não parou de crescer. Ele mantém na Califórnia o centro de estudos e performances Philip Glass Center for the Arts, Science, and the Environment - http://philipglasscenter.org   Pianistas convidados   Maki Namewaka - Vencedora do prêmio Leonid Hreutzer, a artista japonesa construiu sua prestigiosa carreira solo estabelecendo longas parcerias com vários compositores contemporâneos como John Cage e em especial com Philip Glass. Com o marido, o regente Dennis Russell Davies, gravou versão a quatro mãos de peças de Stravinsky como Pássaro de Fogo. www.makinamekawa.com   Jenny Lin - Nascida na Tailândia e criada na Áustria, estudou com Noel Flores na Hochschule für Musik in Vienna, com Julian Martin no Peabody Conservatory de Baltimore e com Dominique Weber em Genebra. É também formada em Literatura Alemã pela Johns Hopkins University. Com mais de três dezenas de CDs, tem se apresentado com grandes orquestras como a American Symphony e Nationale della RAI, em festivais (Mostly Mozart, BAM’s Next Wave, Spoleto/USA, Kings Place London, Chopin Festival Austria); fez seu début no Great Performers do Lincoln Center. Desde 2014, realiza turnê mundial com os Piano Études. www.jennylin.net   Ricardo Castro – Criado em Salvador, estudou até os 18 anos com Esther Cardoso, discípula de Margerith Long, na Escola de Musica e Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia. Estreou aos 8 anos em recital; ingressou aos 20 no Conservatório Superior de Música de Genebra e desenvolveu uma carreira solo e em duo com Maria João Pires.  Vencedor de diversos concursos de primeira linha – como o Leeds International Piano Competition, em 1993 – dedicou-se a partir de 2007 ao projeto Neojibá, inspirado no projeto El Sistema da Venezuela, em paralelo à carreira de intérprete. Em 2013, Ricardo Castro tornou-se o primeiro brasileiro a receber o Honorary Membership da Royal Philharmonic Society. www.ricardocastro.com   Heloísa Fernandes – Pianista e compositora, nasceu em Presidente Prudente, começou a estudar piano aos cinco anos e se formou com orientação de Paulo Gori e Gilberto Tinetti em piano no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, em regência no Centro de Estudos Tom Jobim, em composição na Universidade de São Paulo. Seu trabalho foca na interpretação instrumental da música popular brasileira.  Finalista do Prêmio Visa em 2001, gravou em 2005 seu primeiro CD – Fruto – com suas obras e arranjos de canções de Pixinguinha e Caetano Veloso. Entre os músicos com quem fez parcerias estão Naná Vasconcelos, Zeca Assumpcão e Gil Jardim. Em 2008, fez sua estreia internacional no Spoleto Festival USA em Charleston. Lançou em seguida o projeto Melodias do Brasil - Identidade e Transformação, calcado nas pesquisas musicais de Mário de Andrade, que resultou no CD Candeias. www.heloisafernandes.com   SERVIÇO Philip Glass 80 - Projeto Mais Piano Patrocínio: Rede Realização: Dueto Produções       [+] saiba mais Academia Jovem Concertante 05/10 Música Academia Jovem Concertante Etapa Carioca Serão 45 jovens de 6 Estados diferentes, mas com enfase na Cidade do Rio. O programa escolhido contempla duas obras importantes do romantismo clássico: A Sinfonia no. 5 (Da Reforma) de Mendelssohn. Obra foi escrita em 1830, comissionada como parte da comemoração dos 300 anos da confissão de Augsburgo, um documento chave da confissão Luterana. Esse ano ouvimos essa obra lembrando dos 500 anos da Reforma Protestante, mas muito mais do que isso, reconhecendo Mendelssohn como grande compositor de sinfonias sendo a quinta sinfonia de fato uma das mais importantes de sua autoria.  O Concerto do Noruegês Edvard Grieg é sem dúvida uma das obras para piano e orquestra, mais populares de todos os tempos. Aqui o compositor nacionalista, pupilo da escola germanica mostra seu total conhecimento da forma, apesar de ter sido escrito aos 24 anos. Escrito em 1868, 10 anos depois de Grieg ter ouvido Clara Schumann, ele foi curiosamente escrito na mesma tonalidade do único concerto de Schumann, lá menor. As canções folclóricas norueguesas e danças Halling estão presentes e imprimem a identidade norueguesa me obra puramente romantica.  [+] saiba mais O Tempo é Só Uma Questão de Cor 06/10 a 12/11 Teatro O tempo é só uma questão de cor O espetáculo “O tempo é só uma questão de cor” apresenta ao público contos, crônicas e fragmentos de textos diversos de Caio Fernando Abreu. As histórias e situações levadas para cena abordam temas como o amor, as dificuldades dos relacionamentos afetivos em suas diversas formas, a falta de comunicação entre as pessoas e a solidão do homem contemporâneo. Textos que traduzem com emoção, humor e reflexão o universo do escritor que foi e ainda é um dos autores mais apreciado e consumido, não só através de seus livros como também através de sites e blogs que habitam o mundo virtual, principalmente das novas gerações que “descobriram” a prosa, o pensamento e a crítica de Caio Fernando Abreu, com o qual se identificam totalmente. A pesquisa, seleção dos textos e dramaturgia final foi realizada pelo diretor do espetáculo Antonio Gilberto, que com a parceria de Mauricio Silveira, mergulhou no universo de Caio trazendo para o público temas e situações de uma literatura viva, emocionante , instigante, atual, que nos convida a uma reflexão sobre a nossa existência nesses difíceis tempos que vivemos. Mas Caio nos lembra que o “tempo é só uma questão de cor” e que na vida, que precisa ser vivida, tudo passa... Com este trabalho o diretor Antonio Gilberto dá continuidade a sua pesquisa trazendo novamente para a cena textos literários (sem adaptação teatral) que são apresentados ao público, através da atuação de um único ator, como narrativas (realizadas por um “narrador” ou por um “personagem”) e também como dramatizações (de situações e conflitos criados pelos personagens). Os textos reunidos são de obras distintas e independentes, mas a partir da dramaturgia realizada, da concepção do espetáculo e da atuação de Maurício Silveira, podemos supor que formam uma única história. História que termina com um diálogo do ator/narrador/personagem com os espectadores.   O Autor Caio Fernando Abreu (Santiago do Boqueirão, RS, 1948 - Porto Alegre, RS, 1996). Contista, romancista, dramaturgo, jornalista. Muda-se para Porto Alegre, em 1963. Publica seu primeiro conto, O Príncipe Sapo, na revista Cláudia, em 1963. A partir de 1964 cursa Letras e Arte Dramática na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mas abandona ambos os cursos para dedicar-se ao jornalismo. Transfere-se para São Paulo em 1968, após ser selecionado, em concurso nacional, para compor a primeira redação da revista Veja. Seu talento de escritor foi logo reconhecido com o prêmio da União Brasileira de Escritores a seu primeiro livro de contos, Inventário do ir-remediável (1970). Na década de 70 morou no Rio de Janeiro, em Estocolmo e em Londres. Voltou a São Paulo em 1981, onde atuou como jornalista, escritor e editor de livros. Escreveu as seguintes obras: Inventário do Irremediável (1970), O Limite Branco (1971), O Ovo Apunhalado (1975), Pedras de Calcutá (1977), Morangos Mofados (1982), Triângulo das Águas (1983), As Frangas (1988), Os Dragões não conhecem o Paraíso (1988), Onde andará Dulce Veiga (1990), Ovelhas Negras (1995) e Pequenas Epifanias (1996). Por seu trabalho literário, recebeu os prêmios Fernando Chinaglia (1970), Status (1980), Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro (em 1984 e 1989), e seus textos foram traduzidos para diversas línguas. O Diretor Antonio Gilberto, diretor, pesquisador e produtor teatral, formou-se em Artes Cências/Direção Teatral na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e em Psicologia na PUC/RS. Estreou profissionalmente em 1984 , na cidade do Rio de Janeiro, como Assistente de Direção de Domingos Oliveira no espetáculo "Irresistível Aventura", produzido e protagonizado pela atriz Dina Sfat. Realizou a produção executiva da excursão nacional dos espetáculos "Irresistível Aventura", "De Braços Abertos", "Meno Male!", "Uma Relação Tão Delicada", “Desejo”, "Apareceu a Margarida" e "A Dama do Cerrado". Idealizou e foi curador de vários Ciclos de Leituras e Simpósios nacionais e internacionais sobre a vida e a obra de autores como Goethe, Schiller, Gogol, Dostoiévski, Tolstói e Nelson Rodrigues. Dos espetáculos que dirigiu destacam-se: "Cabaret Valentin", "Como Se Fosse a Chuva" (Prêmio IBEU de Melhor Diretor de 1997), "Credores", "Werther", "Um Brinde Ao Teatro" (espetáculo que inaugurou a Caixa Cultural no RJ), "Federico García Lorca - Pequeno Poema Infinito", "Contando Machado de Assis", "Maria Stuart", "A Esposa e a Noiva" e “Carta ao Pai” (Apresentado em 2015 no FITEI – Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica na cidade do Porto/Portugal). Publicou pela Coleção Aplauso/Imprensa Oficial/SP, as fotobiografias "Dina Sfat- Retratos de uma guerreira", Ítalo Rossi, Isso é Tudo" e "Ziembinski, Mestre do Palco", e o roteiro teatral "Federico García Lorca - Pequeno Poema Infinito", em parceria com José Mauro Brant. Como gestor cultural foi diretor do Centro de Artes Cênicas da Funarte/MinC no período de 2003 a 2006 e 2011 a 2014. O Ator Mauricio Silveira, nascido na cidade do Rio de Janeiro, em 1977, formado pela Faculdade de Publicidade e propaganda UNAERP (Universidade de Ribeirão Preto) e como ator pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). No teatro participou dos seguintes trabalhos: Os Meninos da Rua Paulo (2001/ (Texto: Ferenc Molnár /Dir.: Francis Mayer) Sinfonia Metástase (2000 Texto e Direção: Roberto Alvim Cabral, que Cara de Pau! (2004/Teatro infantil/Texto: Gedivan de Alburquerque/Direção: Nico Theron) Sonho de uma noite de São João (2009/Texto e Direção: Anderson Cunha) Maria Stuart (2009/ Texto: Friedrich Schiller. Direção: Antonio Gilberto) Pulando a Cerca (2013/2015 Texto: Maurício Silveira/ Dir.Bemvindo Sequeira) Senhorita Julia e a despedida de si mesma (2014/ Texto: Beto Bellini Direção: Heitor Saraiva e Beto Bellini) Na Televisão participa na TV Globo das seguintes novelas: Paraíso Tropical (2007/Nov. de Gilberto Braga e Ricardo Linhares) Sete Pecados (2007/08/ Novela de Walcyr Carrasco) Insensato Coração ( 2011/Novela de Gilberto Braga e Ricardo Linhares) Trabalha também em outras emissoras: Preamar (HBO 2012/série) Os Mutantes: Caminhos do Coração (TV Record/2009/Nov.Tiago Santiago) Balacobaco (TV Record 2012/13/Novela de Gisele Joras) No cinema participa dos filmes: Vereda Tropical (Argentina/Brasil, 2004/Direção: Javier Torre) Bem Casados (2014/Direção: Aluizio Abranches) Solteira Quase Surtando (2016/Direção: Caco Souza) Memórias da Maré (2015/curta metragem/Roteiro e direção: Thais Drassinower) Participou como ator de várias campanhas publicitárias onde destacam-se os comerciais para Banco Itaú, Cerveja Antártica, Chevrolet, LG, Vivo, Brasas, Banco Bradesco, Brahma e Barra Shopping. [+] saiba mais Rio Art Orquestra 07/10 Música RIO ART ORQUESTRA (RAO) APRESENTA ‘SALF DREAMING’ DIA 7 de OUTUBRO, NA CIDADE DAS ARTES TEATRO DE CÂMARA Orquestra experimental multiartes reúne alguns dos melhores músicos do país em uma aventura sonora entre o sublime e o ridículo. O repertório próprio faz junção inusitada de instrumentos de corda orquestrais, jazz global e música afro-brasileira / afro-diáspora. Apresentações são oportunidades de ouvir composições, instrumentação e sonoridade únicas.   Rio Art Orquestra   Regência - Mike Ryan (Austrália) Piano - Cliff Korman (EUA) Flauta - Peter O'Neill (EUA) Voz – Alma Thomas (EUA) Voz - Beth Dau (Brasil) Clarinete, clarone, flauta em sol - Levi Chaves (Brasil) Violino 1 - Nikolay Sapoundjiev (Bulgária) - Orquestra Sinfônica Brasileira Violino 2 - Willian Isaac (Brasil) Orquestra Sinfónica Brasileira Viola – Bernardo Fantini (Brasil) Violoncelo – Daniel Silva (Brasil) Orquestra Sinfônica Nacional da UFF Baixo acústico – João Rafael (Brasil) Orquestra Sinfônica Brasileira Percussão - Yann Tama (França)       Bateria – Andre Fróes (Brasil)   Convidados Saxofone - Jean Pierre Zanella (Canadá) Dança – Fernanda Dalveira (Brasil)   SALF DREAMING Alguns dos melhores músicos em atuação no Brasil formam uma orquestra experimental em busca de novas sonoridades e expressões multiartes com base na interação entre o jazz, a música clássica e movimentos corporais. Essa é a base do conceito e repertório de “SALF DREAMING” que a Rio Art Orquestra (RAO) interpretará no dia 7 de outubro de 2017, no Rio de Janeiro. Em 2002, Almir Chediak, o ilustre fundador do SongBook do MPB (Lumiar Editora, Rio de Janeiro) publicou o livro do Mike Ryan "Samba: Brasil World Music" no qual apresenta seus 27 anos de pesquisa que resultaram no método de ritmo SALF: Samba, Afro Latino e Funk. Apresentando a continuação show “SALF DREAMING” com um novo repertório, a orquestra incorpora derivações de SALF, música de câmara, ritmos afro-brasileiros e da afro-diáspora global, jazz, third stream, música popular/folclórica do Brasil e world music. O desafio é combinar conceitos do SALF e estruturas musicais não lineares entre o “sublime e o ridículo”, explica Ryan, uma expressão clássica na estética de arte, que dirige as composições musicais e multiartes do Mike desde 1975. Nesta versão de “SALF DREAMING”, o talentoso time de instrumentistas dá vida às composições do maestro e idealizador, como “Coletando Nuvens!", “Simply Complicado” e “Yes, But What Do You Do For a Living? ”, sempre com muita improvisação, uma das características da orquestra. O resultado são composições, instrumentação e sonoridade únicas e ainda sem classificação.  A apresentação do Show SALF DREAMING conta ainda com a participação pela segunda vez do saxofonista, compositor e arranjador canadense, Jean Pierre Zanella, uma figura importante na cena musical de Quebec, é um artista de jazz internacional que trabalhou com nomes como, Red Mitchell, Gino Vanelli e Frank Sinatra Jr.   SALF DREAMING MULTIARTES Alma Thomas e sua máscara. A palavra máscara deriva da palavra latina personagem que significa personalidade. O estudo da personalidade pode ser entendido como o estudo de máscaras que as pessoas usam. Estes são os personagens que as pessoas projetam e exibem externamente, mas também incluem as partes internas da experiência psicológica que chamamos coletivamente de nós mesmos. A composição, Simply Complicado, conta o amor profundo e lúdico entre The Planet King e uma extraterrestre, cuja cabeça gira com prazer sublime quando é provocada por questões - e um ser terráquio, cujas expressões faciais provocadoras e questionadoras (projetadas através da máscara tradicional de Teatro Kabuki japonês) reúnem o amor entre os dois e transcende as diferenças planetárias. A dançarina Fernanda Dalveira atua como mediadora para ajudar a resolver os desafios (se existem) da comunicação.     SOBRE A RAO A Rio Art Orquestra (RAO) é uma experiência de renomados músicos brasileiros e internacionais, iniciada em 2014, sob o nome de TribOz-Rio World Jazz Orquestra (TRWJO), no TribOz - Centro Cultural Brasil-Austrália. A iniciativa é de Mike Ryan, compositor, trompetista e etnomusicólogo australiano, envolvido com a cultura e a música brasileiras por 43 anos. O trabalho da orquestra provém das experimentações de jazz mundial com influências brasileiras, iniciadas por Ryan, na Austrália, em 1977, no Sydney Conservatorium of Music, na Universidade de Sydney. A primeira apresentação da orquestra, ainda com o nome TribOz-Rio World Jazz Orquestra (TRWJO), ocorreu em 2014. O repertório misturava ritmos do SALF (Samba, Afro Latino e Funk, método criado por Ryan) e jazz global, com conceitos não cronológicos/não lineares de tempo animista, como encontrados em culturas indígenas tradicionais australianas. O novo repertório da orquestra, criado em 2016, “Do Sublime ao Ridículo”, combina conceitos do SALF e estruturas não lineares com a natureza filosoficamente ambígua do entrelace entre os termos "sublime" e "ridículo". O resultado são composições, instrumentação e sonoridade únicas e inusitadas.  A RAO é uma experiência musical multicultural, multiétnica.  A orquestra reúne 13 músicos de países, formações e caminhos contrastantes, do erudito ao free jazz, da Austrália ao Brasil, passando pela Bulgária, França e EUA, sendo quatro integrantes da Orquestra Sinfônica Brasileira e um da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal Fluminense. A formação propõe uma experiência musical inédita.   SOBRE MIKE RYAN Mike Ryan é um etnomusicólogo australiano e brasilianista que atua desde 1964 como músico e experimentalista (trompetista, especialista, maestro e compositor). PhD em Etnomusicologia pela University of Sydney, Austrália, reside entre Brasil e Austrália desde 1996. Seu envolvimento com a cultura e a música brasileiras resulta na tese de doutorado "Brazilian Music in Sydney 1971-1984"; na apresentação de inúmeras palestras e workshops no Brasil e no mundo, desde 1978; e na publicação do livro mencionado anteriormente "Samba: Brasil World Music" (o Método SALF editado por Almir Chediak, Lumiar Editora, RJ, 2002.  Em 2008, fundou o TribOz, que se tornou o principal clube de jazz do Rio de Janeiro e do Brasil, berço da RAO. [+] saiba mais Lançamento do CD Harmonitango 08/10 Música HARMONITANGO - Por Sergio Roberto de Oliveira, compositor e produtor do CD Astor Piazzolla é figura múltipla, complexa e apaixonante. É um daqueles músicos difíceis de se definir: afinal, compunha tangos ou música de concerto? Sua formação e escrita inclui os dois universos de forma inegável, o que num momento de sua carreira foi negativo, tendo resistências terríveis dos tangueros tradicionais e precisando sempre se provar como compositor sério (chegou a esconder de Nádia Boulanger, quando teve aulas com ela, seu contato com o tango. Ao finalmente mostrar-lhe, ela teria dito: esse é o verdadeiro Piazzolla. Não afaste-se dele). Aliás, em relação a mestres, estudou não só com Boulanger, mas também com Ginastera, um dos maiores compositores da música de concerto argentina. Pois é justamente a tradução desse Piazzolla múltiplo e complexo que nos apaixona neste álbum do HARMONITANGO. Grupo integrados por músicos também de origens diversas – uns mais populares, outros mais eruditos – ao mesmo tempo tem em todos eles músicos experientes tanto no trabalho junto à música de concerto como à música popular. Talvez, seja exatamente por isso que possamos perceber tantas nuances. É tango, é música de câmara, tem uma abordagem popular, com improvisos e ao mesmo tempo uma profundidade seja na sonoridade, seja na interpretação que nos emociona, nos alegra, nos faz perceber essa música de Piazzolla que não acredita em fronteiras. Dos grupos que têm se debruçado sobre a obra do mestre argentino, encontrei no HARMONITANGO uma das melhores formas de expressão – com exceção dele próprio tocando, obviamente – da multidimensionalidade de sua música. E, como produtor às vésperas de completar 20 anos de ofício, tenho que confessar: é um dos raros álbuns dos que produzi que estará constantemente na minha playlist. Não importa o que você mais gosta na música de Astor Piazzolla, se sua leveza, se sua densidade, se sua dramaticidade, se seu lirismo, se a elaboração dos arranjos, a interpretação precisa ou mesmo a busca de uma sonoridade única: este álbum satisfaz a todos nós!   HARMONITANGO José Staneck, harmônica | Ricardo Santoro, violoncelo | Sheila Zagury, piano A busca por diferentes sonoridades e por novas formas de expressão: esta é a razão para a formação deste inusitado trio, formado por músicos com grande experiência camerística, como José Staneck, Ricardo Santoro e Sheila Zagury. Através da fusão de seus estilos, os músicos encontram na obra de Astor Piazzolla uma maneira de se expressar de forma emocionante e vibrante, valorizada pela riqueza tímbrica da harmônica, do violoncelo e do piano, criando uma sonoridade surpreendente dentro de uma obra fascinante. A similitude da sonoridade da harmônica com o bandoneon transfere à música de Piazzolla toda a energia de um dos mais importantes compositores do século XX, numa poderosa usina de sons valorizada pelos arranjos e pela execução do Harmonitango. Criado em 2010, o Harmonitango já se apresentou em diversas salas de concerto do Rio de Janeiro, Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Brasília, Goiânia, Maringá, Londrina etc, sempre com grande receptividade do público e da crítica especializada, e tem como seu principal objetivo a divulgação da música de Piazzolla e também dos grandes compositores brasileiros, sempre com arranjos feitos pelos próprios músicos. Chamado de David Oïstrakh da harmônica pelo crítico francês Oliver Bellamy e comparado aos músicos Andrés Segovia e Mstislav Rostropovich por sua atuação na divulgação e construção da poética de uma harmônica brasileira pelo crítico Luiz Paulo Horta, José Staneck criou um estilo próprio onde variados elementos se fundem numa sonoridade marcante. Desenvolve importante trabalho na área do ensino, e atualmente viabiliza um trabalho social de inclusão cultural levando o ensino de música através da gaita para crianças em diversas localidades do Brasil. Atua com diferentes formações camerísticas, e já foi solista de diversas orquestras sinfônicas brasileiras e internacionais. Ricardo Santoro é Mestre pela UFRJ e violoncelista da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica da UFRJ. Faz parte do Duo Santoro, do Trio Aquarius e do Trio Mignone, todos com intensa atuação no cenário musical brasileiro. Com o Trio Aquarius, participou de turnês pela Alemanha e Estados Unidos. Com o Duo Santoro, se apresentou no Carnegie Hall de NY e na República Dominicana. Gravou os CDs “Bem Brasileiro” e “Paisagens Cariocas”, com o Duo Santoro; “Trios Brasileiros” e “Peace to the city”, com o Trio Aquarius; e “Francisco Mignone: obras para flauta, violoncelo e piano”, com o Trio Mignone”. É responsável pela primeira audição mundial de alguns dos maiores compositores brasileiros, tais como Edino Krieger, João Guilherme Ripper e Ronaldo Miranda. Sheila Zagury é pianista, arranjadora e professora da UFRJ.                     Fez Bacharelado na UFRJ, Licenciatura e Mestrado na UNI-RIO e Doutorado na UNICAMP, com tese a respeito de choro nos anos 1990. Musicista de formação eclética, com passagem na música erudita e no jazz, já atuou com vários artistas e grupos de renome como Eduardo Dussek, Ângela Rorô, Rio Jazz Orchestra, UFRJazz, Daniela Spielmann, Neti Szpilman e Marianna Leporace, e em numerosos espetáculos de teatro e shows em todo o Brasil e no exterior. Desenvolve diversos trabalhos artísticos com músicos, envolvendo choro, samba e jazz, tendo participado de vários shows e gravado CDs dentro desses gêneros, como “Mulheres em Pixinguinha”, “São Bonitas as Canções”, “Brasileirinhas” e “Orquestra Lunar”.     [+] saiba mais Paulo Jobim e Mario Adnet | Jobim | Orquestra e Cnvidados 21/10 Música Paulo Jobim e Mario Adnet lançam CD e DVD/DOC Paulo Jobim e Mario Adnet – Jobim, Orquestra e Convidados (Biscoito Fino)     Álbum é uma homenagem aos 90 anos que o maestro e compositor Antônio Carlos Jobim completaria em 2017   Canções emblemáticas de Tom Jobim são interpretadas por jovens talentos da música brasileira: Alfredo Del-Penho, Alice Caymmi, Antonia Adnet, Dora Morelenbaum, Júlia Vargas, Luiz Pié e Vicente Nucci   Filho de Paulo Jobim e neto de Tom, Daniel Jobim interpreta a canção ‘Boto’, e o violonista Yamandu Costa está à frente da orquestra em ‘Um Certo Capitão Rodrigo’   O show de lançamento está marcado para o dia 21 de outubro, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro     Em outubro, Paulo Jobim e Mario Adnet lançam o CD e DVD/DOC Paulo Jobim e Mario Adnet – Jobim, Orquestra e Convidados (Biscoito Fino) em todo o Brasil. Gravado em maio deste ano nos estúdios da gravadora e na Cidade das Artes (Sala de Ensaio), no Rio de Janeiro, o projeto presta homenagem aos 90 anos de nascimento do compositor Antônio Carlos Jobim (1927-1994). O concerto de lançamento está marcado para o dia 21 de outubro, na Cidade das Artes. As imagens e entrevistas que compõem o DVD/DOC foram captadas durante o período de gravações. Com direção musical de Adnet e Jobim, a orquestra formada exclusivamente para o projeto reuniu 35 músicos, entre base, cordas e sopros. O grupo de 22 cordas foi arregimentado pelo violinista e maestro paulista Claudio Cruz. Das 13 músicas que compõem o repertório, dez são de autoria de Tom Jobim, algumas com parceiros, e três de Paulo Jobim e Ronaldo Bastos. Paulo Jobim e Mario Adnet selecionaram dez canções emblemáticas do repertório de Tom Jobim e convidaram jovens artistas da cena musical brasileira para participarem de oito faixas: Chovendo na Roseira (participação de Luiz Pié), Chega de Saudade, com Vinicius de Moraes, (participação de Alfredo Del-Penho); Águas de Março (participação de Antonia Adnet), Olha Maria, com Chico Buarque e Vinicius de Moraes, (participação de Júlia Vargas); Falando de Amor (participação de Alice Caymmi) e Eu Te Amo, com Chico Buarque, (participações de Dora Morelenbaum e Vicente Nucci). Filho do violonista Paulo Jobim e neto de Tom, Daniel Jobim canta, além de tocar piano, a música Boto, parceria de Tom e Jararaca; e o violão de sete cordas de Yamandu Costa está em Um Certo Capitão Rodrigo. Além das oitos faixas com participações especiais, Mario Adnet interpreta Desafinado, (Tom Jobim e Newton Mendonça); e Paulo Jobim, O Amor em Paz.  As três canções compostas por Paulo que integram o repertório são: Valse, Saci e Mantiqueira Range. “Queríamos um repertório que reunisse canções mais conhecidas, como Chega de Saudade, mas também outras como Boto e Saci, uma música espetacular e pouco conhecida do Paulo Jobim e do Ronaldo Bastos. O que temos na mão é um tesouro: são quatro arranjos originais do maestro alemão Claus Ogerman que, além do Tom, ninguém usou. De certa forma também fazemos uma homenagem a ele que se foi no ano passado. São arranjos lindos que refizemos em outras bases”, conta o arranjador, compositor, violonista e produtor Mario Adnet, que chama o projeto de “um Tom para o futuro”. “Você pergunta para um jovem: conhece essa música do Tom? Ele responde: essa não conheço, essa também não, essa também não. Quer dizer, até mesmo os cantores do meio só conhecem as músicas que foram massivamente divulgadas pela mídia, mas não conhecem a fundo a obra dele”, afirma Mario. Apesar do frescor que as canções ganharam com a participação dos jovens intérpretes, a ideia não foi dar nova roupagem à obra do Tom. Pelo contrário. Para Mario, os arranjos originais são irretocáveis e o objetivo foi apenas ressaltar a beleza das músicas. “O Tom era tão perfeccionista que não adianta querer mudar. É perda de tempo. Você vai tentar trocar uma nota aqui, outra ali e nada vai ficar melhor do que o que ele escreveu”, exalta Mario.   INTÉRPRETES E FAIXAS Chovendo na Roseira (Tom Jobim) – Luiz Pié vem sendo apontado por críticos como um dos novos grandes nomes da música brasileira. Cantor de formação jazzística e autodidata em música popular, Pié tem uma voz privilegiada de timbre grave marcante e um estilo inusitado de cantar. Ele cria novas roupagens para clássicos já reconhecidos mundialmente.   Chega de Saudade (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) – Cantor, violonista, compositor e ator, Alfredo Del-Penho é conhecido por sua voz potente e carismática. É um dos representantes da mais nova geração do samba carioca. Apaixonado pela música popular brasileira, em 2015, lançou dois discos simultâneos: o cantado, Samba Sujo, e o instrumental, Pra essa gente boa, seus primeiros trabalhos solos, com os quais foi vencedor do prêmio de melhor cantor de samba, no 27º Prêmio da Música Brasileira. Integrante da Companhia Brasileira de Movimento e Som, “Barca dos Corações Partidos”, vem atuando em diversos musicais, entre eles, Gonzagão – A lenda, Ópera do Malandro, Auê e Suassuna – O Auto do Reino do Sol.   Águas de Março (Tom Jobim) – Filha de Mario Adnet, Antonia Adnet, que acumula funções neste projeto – coprodução e assistência de direção musical junto com sua irmã Joana Adnet – fez sua primeira turnê pelo Chile em 2016, mostrando repertório autoral de seus três discos, Discreta (2010), Pra Dizer Sim (2012) e Tem + Boogie Woogie no Samba (2015). Acompanhou a cantora Roberta Sá durante sete anos como violonista e vocalista. Recentemente esteve em turnê com o musical Gota D'Água [a seco] (indicado ao Prêmio Shell 2017 - melhor música), de Chico Buarque e Paulo Pontes, como assistente de direção musical e violonista. Entre seus trabalhos como coprodutora e assistente de direção musical, destaque para Dorival Caymmi Centenário, de Dori Caymmi e Mario Adnet (indicado ao Grammy Latino 2015) e Jobim Jazz ao Vivo, de Mario Adnet (indicado ao Grammy Latino 2016). Em parceria com Mario e Joana Adnet, coproduziu os discos de Mario Adnet: Um olhar sobre Villa-Lobos (indicado ao Grammy Latino 2013), Amazônia – Na Trilha da Floresta e o premiado Vinicius & os maestros, eleito melhor álbum na categoria especial do Prêmio da Música Brasileira (2013), entre outros.   Um Certo Capitão Rodrigo (Tom Jobim e Ronaldo Bastos) – Violonista e compositor nascido em Passo Fundo, Yamandu Costa começou a estudar violão aos 7 anos de idade com o pai, Algacir Costa, líder do grupo “Os Fronteiriços”. Aos 17 anos apresentou-se pela primeira vez em São Paulo no Circuito Cultural Banco do Brasil, produzido pelo Estúdio Tom Brasil, e a partir daí passou a ser reconhecido como músico revelação do violão brasileiro. Um violonista e compositor que não se enquadra em nenhuma corrente musical, ele é uma mistura de todos os estilos e cria interpretações de rara personalidade no seu violão de 7 cordas. Nessa música feita por Tom para a minissérie O Tempo e o Vento, Yamandu é o solista da orquestra num arranjo vigoroso de Paulo Jobim.   Olha Maria (Tom Jobim, Vinicius de Moraes e Chico Buarque) – Júlia Vargas e sua potente voz, cheia de personalidade, é apontada por nomes como Milton Nascimento, Ivan Lins, Ney Matogrosso e Alceu Valença como uma das maiores promessas da música brasileira da atualidade. Acaba de lançar seu novo CD Pop Banana, pela Biscoito Fino.   Boto (Tom Jobim e Jararaca) – Filho do compositor e arranjador Paulo Jobim e neto de Tom Jobim, Daniel Jobim já gravou e se apresentou ao lado de artistas como Dorival Caymmi, João Gilberto, Caetano Veloso, Tom Jobim, Carole Bayer Sager, Donald Fagen, Chico Buarque, Gal Costa, Maria Bethânia, Lisa Ono, John Pizzarelli, Sean Lennon, Michael Sembello, Roberto Carlos, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Stevie Wonder e Sting, entre muitos outros. Atuou ao lado do pai no Quarteto Jobim Morelenbaum. Em 1995, formou o grupo The Bridge, com Vinnie Colaiuta, Michael Sembello, Paulinho da Costa, Nate Watts, Toshi Kubota e Dudu Falcão. Em 1997, a banda lançou no Japão e nos EUA o álbum homônimo The Bridge. Atualmente tem participado de gravações e turnês ao lado do guitarrista americano John Pizzarelli.   Falando de amor (Tom Jobim) – Aos 12 anos, Alice Caymmi fez sua primeira gravação profissional, Seus Olhos, incluída no álbum Desejo, da tia Nana Caymmi. Pouco tempo depois, participou com ela em uma apresentação lotada na tradicional casa de shows carioca Canecão. Em 2007, cantou na cerimônia de encerramento dos Jogos Pan-Americanos ao lado do pai, Danilo. Seu segundo álbum de estúdio, Rainha dos Raios (2014), é baseado em regravações e contém apenas duas músicas autorais, uma delas em parceria com Michael Sullivan. Em 2015, sua canção Como Vês figurou na trilha sonora da minissérie Felizes para Sempre?, exibida pela Rede Globo. Atualmente está gravando um novo projeto.     Desafinado (Tom Jobim e Newton Mendonça) – Músico consagrado, Mario Adnet se dedica a composição, pesquisa, recuperação e registro fonográfico de obras de grandes autores da música brasileira, tendo produzido cerca de 30 discos e registros antológicos. Sua carreira vem sendo reconhecida nacional e internacionalmente pela excelência de sua pesquisa e produção musical e pela importância de seus projetos para a história da música brasileira.   O Amor em Paz (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) – Músico de extensa carreira, Paulo Jobim trabalhou com artistas renomados como Milton Nascimento, Antonio Carlos Jobim, Chico Buarque, Sarah Vaughan, Astrud Gilberto e Lisa Ono. Idealizou e produziu, com Mario Adnet, o projeto “Jobim Sinfônico”, focado em uma faceta pouco conhecida de Tom Jobim: a de compositor de peças orquestrais. É filho de Antônio Carlos Jobim.   Eu Te Amo (Tom Jobim e Chico Buarque) – Em 2016, Dora Morelenbaum cantou no projeto CEP 20000, no Teatro Municipal Sérgio Porto, composições próprias e canções da MPB que trazem referências e influências para o seu trabalho solo. Atualmente cursa a Faculdade de Arranjo MPB na Unirio – Instituto Villa-Lobos. É filha de Paula e Jacques Morelenbaum. Vicente Nucci começou a cantar nos renomados corais do Colégio São Vicente de Paulo, especialmente no coral São Vicente à Cappella. Filho do cantor e compositor Claudio Nucci, foi integrante de grupos vocais e participou de diversas gravações, entre elas, a trilha sonora do filme Não se preocupe, nada vai dar certo, de Hugo Carvana, composta por Edu Lobo. Como intérprete, participou do álbum e concerto Amazônia – Na Trilha da Floresta, de Mario Adnet. Atualmente, Nucci é estudante de arranjo em MPB na Unirio e trabalha como monitor de naipe masculino em diversos corais do Rio de Janeiro, além de integrar o grupo vocal Ourobá.   Saci (Paulo Jobim e Ronaldo Bastos) – Interpretada por Paulo Jobim, Antonia Adnet e Mario Adnet, além de um coro feminino, essa música é uma raridade do repertório. Foi gravada uma única vez, em 1980, pelo Boca Livre, com a participação de Tom Jobim no piano além do próprio Paulo Jobim na flauta.   Valse (Paulo Jobim) – Gravada por Tom Jobim no álbum Urubú, de 1976, com arranjo magistral de Claus Ogerman, essa música é um dos destaques instrumentais do projeto.   A Mantiqueira Range (Paulo Jobim e Ronaldo Bastos) – Gravada também por Tom no álbum Matita Perê, e também arranjada por Claus Ogerman, ganhou um novo arranjo feito por Mario Adnet. [+] saiba mais Encontro de Corais do Maestro Luiz Lima 20/11 Música Câmara Comunitária da Barra da Tijuca            Apresenta Encontro de Corais do Maestro Luiz Lima Dia 20 de novembro de 2017 Dia da Consciência Negra O Maestro Luiz Lima apresenta seus corais cantando clássico, popular, sacro e negro spiritual, em homenagem ao dia da Consciência  Negra. O Maestro Luiz Lima é formado em canto, violão e piano, regente de coral, rege vários coros no Rio de Janeiro entre eles, Câmara Comunitária da Barra da Tijuca, Clube de Regatas do Flamengo, Ramatis e outros. O espetáculo terá a presença dos corais abaixo relacionados, entrando e saindo do palco, sem interrupção, durante aproximadamente uma hora e quarenta minutos, apresentando compositores como Haendel, Verdi, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Ary Barroso entre outros  e negro spiritual. Coral da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca Coral de Nossa Senhora de Loreto Coral do Clube de Regatas do Flamengo Coral Zaccaria Coral Júlio Chevalier Coral Encanta Rio Dois Coral Mater Nostra Coral Caminhando e Cantando do Hospital Salgado Filho Grupo Vocal Clave de Sol Coral da Sociedade Espírita Ramatis   Um total de 380 artistas que se revezarão em dois atos, [+] saiba mais