Fundação Cidade das Artes

Memoria

Memória

A Fundação Cidade das Artes é um espaço concebido para abrigar múltiplas atividades artísticas, como exposições, apresentações de dança, teatro e música. Este complexo cultural também é utilizado para palestras, oficinas, congressos, conversas com autores, lançamentos de livros e outras atividades de formação cultural e artística.

Os eventos que ocorrem neste espaço são filmados e fotografados para que todos os interessados possam ter acesso, através deste site, ao histórico de programação da Cidade das Artes e os programas das peças podem ser pesquisados na Sala de Leitura, local onde serão preservados todos os materiais impressos relacionados à programação.

Eventos Passados

1 Vicente de Mello | Bate-papo e Oficina 20/08 Arte e Educação Vicente de Mello falará sobre sua série fotográfica PLI SELON PLI, uma homenagem ao compositor Pierre Boulez, e a intenção de realizar uma obra sonora fotográfica. PLI SELON PLI é um grande móbile que se dobra sobre sua dobra, muda o sentido, a ordem.. É uma desconstrução com a própria música.   Oficina 1ª Parte Ver o mundo por um monóculo Criação de cones e a utilização dos mesmos os cones para delimitar o campo visual e observar detalhes da Cidade das Artes.   2ª parte Utilizando câmera de celular Os participantes escolherão objetos e detalhes da arquitetura da Cidade para fotografar digitalmente, com o objetivo de transformar o que eles parecem ser, como acontece na obra Plie selon pli, de Vicente de Mello.   Finalização   Apresentação das fotografias feitas pelo grupo. Avaliação e troca de experiências. Encerramento. Livros de Vicente de Mello - sorteio.   Horário: 15h Duração: 2h Local: Sala de Leitura Capacidade: 30 pessoas Classificação: maiores de 12 anos Vagas limitadas Inscrições: saladeleitura@cidadedasartes.org ou 3325.0448 (terça a domingo - 10h às 18h).   [+] saiba mais ikebana Oficina de Ikebana 13/08 Arte e Educação Ikebana (em japonês: 生け花 ou いけばな, literalmente “flores vivas”) é a arte japonesa de arranjo floral, também conhecido como o “caminho das flores” kado (华道). Na arte ikebana, procura-se retratar o equilíbrio existente no universo, unindo o céu (Shin), o homem (Soe) e a terra (Tai ou Hikae) dentro de um mesmo arranjo.   A arte do Ikebana é tão popular no Japão que acabou ganhando fama mundial, tanto que existem mais de três mil escolas que a ensinam no mundo e mais de quinze milhões de praticantes. Cada estilo segue um conjunto determinado de regras e de técnicas na hora de elaborar um arranjo floral.   A atividade será em parceria com a Fundação Mokiti Okada, a qual difunde a Arte da Ikebana estilo Sanguetsu no Brasil desde 1974, por meio de cursos, workshops e seminários. Com o objetivo de trabalhar o crescimento da espiritualidade humana através do contato com a flor, criando um ambiente de harmonia, elevação e arte Aberto ao público em geral (maiores de 12 anos), é preciso inscrição prévia junto ao setor de Arte e Educação da Fundação Cidade das Artes.     Horários: 15h e 16h Duração: 1h cada sessão Local: Sala de Leitura Capacidade: 20 pessoas por turma Classificação: maiores de 12 anos INSCRIÇÕES ENCERRADAS   [+] saiba mais 1 OSB | Manu Dibango - Ray Lema - Fabrice di Falco 10/08 Música Com regência de Lee Mills, Orquestra Sinfônica Brasileira recebe na Grande Sala o saxofonista camaronês Manu Dibango, o pianista da República Democrática do Congo, Ray Lema, e o contratenor martinicano Fabrice di Falco.   Na noite do dia 10 de agosto, o Rio de Janeiro vai falar e, principalmente, ouvir o ritmo e as múltiplas faces da cultura francesa. A Fundação OSB e a Organização Internacional da Francofonia (OIF) e a  Fundação Cidade das Artespromovem um encontro marcante entre músicos brasileiros, africanos, europeus e latino-americanos na Cidade das Artes, a partir das 21h. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do espaço cultural na Barra da Tijuca ou pelo site da Ingresso Rápido.   Em todo o mundo, cerca de 275 milhões de pessoas são fluentes em francês. No Brasil, mais de 500 mil falam a língua de Victor Hugo. A OIT é uma instituição que reúne 80 governos e estados espalhados por vários cantos do globo e promove não só a língua, como também, os valores culturais dessa imensa e diversificada comunidade.   O repertório apresenta composições de autores de origem francesa como Ravel, Bizet e Satie, mas também celebra o trabalho dos solistas que participam do concerto.  O contratenor Fabrice di Falco canta Purcell, Saint-George, Mozart, além de árias da ópera Carmen. Já o pianista do Congo, Ray Lema, apresenta ao público obras de sua autoria como “Stop Time” e “Partage”, peças que contém DNA inspirado no que é conhecido como afro-jazz. Indo também nesta direção, Manu Dibango – compositor e músico de afrobeat, também celebrado no universo pop, empunha seu saxofone inspirado nos ritmos africanos em sintonia com o jazz. O camaronês traz à Cidade das Artes, obras como “Waka-Juju” e “Papa Groove”.   Programa: Lee Mills, Maestro Residente da OSB Fabrice di Falco (contratenor) Manu Dibango (saxofone) Ray Lema (piano)   Satie, Erik - Gymnopedies 1 e 3 Purcell, Henry - Rei Arthur | What Power Art Thou (Cold Song) - Extraido do 3º Ato Saint-George, Joseph B. - Penser sans pouvoir agir (Área de Le Duc) Joplin, Scott / arr.: Farjot, J. - A Picture of her Face Mozart, W.A. - Mitriade KV.87 | Gia Dagli Occhi (Aria de Farnace) - Extraído do 3º Ato Bizet, Georges - Carmen | L'amour Est un Oiseau Rebelle / Scene e Habanera Lema, Ray - Stop Time Lema, Ray - C'est une Garonne Lema, Ray - Partage Dibango, Manu - Waka-Juju[aprox. Dibango, Manu - Douala Serenade Dibango, Manu - Papa Groove Ravel, Maurice – Bolero   Sobre Manu Dibango Nascido como Emmanuel N'Djoké Dibango em Duala, Camarões a 12 de dezembro de 1933, é um saxofonista e vibrafonista de jazz e afrobeat. Uma de suas canções, "New Bell", figurou na trilha sonora do jogo Grand Theft Auto IV, mais precisamente na rádio IF99. Uma de suas obras mais conhecida é o afrobeat "Soul Makossa" de 1972 – sendo um dos primeiros africanos a ganhar o disco de ouro nos Estados Unidos. A música foi incorporada por Michael Jackson em "Wanna be start something" e Rihanna em "Don't stop the music".   Sobre Fabrice di Falco O contra-tenor Fabrice di Falco, Cavaleiro da Legião de Honra nasceu na Martinica em Fort de France. Ele obteve o primeiro prémio de Boulogne-Billancourt Conservatório Nacional em 1999. Os convidados frequentes no Óperas Productions barroca e contemporânea óperas em França e no estrangeiro, há também um considerando solista em Festivais Internacionais como na Alemanha, Rússia, Suécia, Itália, Argentina, África, Romênia, Azerbaijão, Japão, Bermudas. Seu selo especial que lhe permite cantar para Sua Majestade a Rainha da Dinamarca a Fredensborg Palace e desde 2005 a Sua Majestade Sultan Qaboos bin Said de Omã com a Orquestra em um programa em torno do Barrows.   Sobre Ray Lema Interessado por todo tipo de estilo musical e precursor nos gêneros, Ray Lema tornou-se famoso no meio internacional da World Music desde os 80, que descobre então as Músicas Africanas. Ele realiza várias colaborações que enriquecem suas composições e seu universo musical: de Stewart Copeland (ex-baterista do Police) para as Vozes Búlgaras, dos Tyour Gnawa de Essaouira para a Orquestra de Câmara de Sundsvall na Suécia, com o cantor e compositor brasileiro Chico César ou ainda mais recentemente, como solista convidado da Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo no Brasil.   Sobre Lee Mills Em 2016, Lee Mills assumiu o cargo de Maestro Residente da Orquestra Sinfônica Brasileira, depois de ter sido, por dois anos, Maestro Assistente da mesma. Em sua carreira, atuou como diretor musical da Orquestra Sinfônica da Universidade de Towson, em Maryland, por três anos. Vencedor da bolsa da Fundação Georg Solti nos EUA, formou-se em regência orquestral em 2011, tendo como tutores Marin Alsop e Gustav Meier. Foi o fundador da Orquestra de Câmara Divertimento em Walla Walla, Washington, e já esteve à frente das sinfônicas de Saint Louis, Baltimore e Bozeman, dos balés de Moscou e Montana, e de diversos outros grupos.   Sobre a Fundação OSB Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações: foi a primeira orquestra brasileira a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia. Durante 76 anos de trajetória ininterrupta, a OSB revelou nomes como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses, e teve à frente maestros e compositores brasileiros como Heitor Villa-Lobos, Eleazar de Carvalho, Claudio Santoro, Francisco Mignone e Camargo Guarnieri. Também faz parte de sua história a colaboração de alguns dos maiores artistas do cenário internacional, como Leonard Bernstein, Arthur Rubinstein, Mstislav Rostropovich, Igor Stravinsky, Claudio Arrau, Zubin Mehta, Lorin Maazel e Kurt Masur, dentre muitos outros. Os espetáculos da OSB acontecem hoje nas três mais importantes salas dedicadas à música de concerto do Rio de Janeiro, a Cidade das Artes, o Theatro Municipal e a Sala Cecília Meireles. Sob a direção artística de Pablo Castellar e composta por mais de 90 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla, em sua programação regular de concertos, apresentações especiais e projetos educativos, um amplo universo musical - da produção barroca aos compositores contemporâneos. Para viabilizar suas atividades, a Fundação OSB conta com o incentivo da Prefeitura do Rio de Janeiro, do BNDES, da construtora Carvalho Hosken e de um conjunto de patrocinadores da iniciativa privada, através dos mecanismos federais de incentivo à cultura. Para saber mais sobre o processo de assinaturas acesse o site da OSB – www.osb.com.br.   Sobre a Francophonie A Francofonia é uma das grandes áreas linguísticas mundiais. Não se limita a um idioma em comum, dado que é também fundamentada no compartilhamento dos valores humanistas que foram veiculados pela língua francesa. São os dois pilares sobre os quais está alicerçada a Organização Internacional da Francofonia. Criada em 1970, a Organização Internacional da Francofonia (OIF) tem por missão dar corpo a uma solidariedade activa entre os 80 Estados e governos que a compõem (57 membros e 23 observadores) - ou seja, mais de um terço dos Estados membros das Nações Unidas -, totalizando uma população de mais de 890 milhões de pessoas, 274 milhões das quais são francófones. [+] saiba mais 1 Oficina de Origami 06/08 Arte e Educação Origami é a arte japonesa de dobrar o papel. Venha aprender com o professor Bruno Ferraz divertidas formas como caixinha, coração entre outros. O origami também trabalha a memória, concentração, visão espacial e você ainda levará para casa todas as dobraduras feitas no dia.   Horários: 15h e 16h Duração: 1h cada sessão Local: Sala de Leitura Capacidade: 30 crianças por sessão Classificação: maiores de 5 anos   INSCRIÇÕES ENCERRADAS   [+] saiba mais 1 Sankai Juku | Meguri 16/07 a 17/07 Dança A Cidade das Artes recebe a premiada companhia de Butô SANKAI JUKU com o espetáculo MEGURI   MEGURI                                                            Mar exuberante,Terra tranquila A palavra MEGURI é representada em caracteres chineses (pictográficos) como 回 e sua pronúncia é  MEGURU.  Na forma de verbo, refere-se a fenômenos como água em movimento circular e também tudo o que gira. MEGURI, é, portanto, um termo usado para tudo o que se move ou circula seguindo uma ordem ou um sistema pré-descrito, como a passagem do tempo, o ciclo das quatro estações e as transições que já ocorreram na terra.   Sequência   I.       Um clamor à distância II.      Transformação do fundo do mar III.     Duas superfícies IV.     Premonição – Quietude—Tremores V.      Floresta de Fósseis VI.     Entrelaçamentos VII.   Retorno   SANKAI JUKU sob a direção de USHIO AMAGATSU   SANKAI JUKU foi criada em 1975 sob a direção de Ushio Amagatsu, que pertence à segunda geração de dançarinos de Butô.  Os fundadores desta forma de dança foram  Hijikata e Kazuo Ono. O Butô transcendeu as reações da geração “pós-Hiroshima” no Japão na década de 1960, e lançou a base para uma abordagem radical da dança japonesa contemporânea.   Na visão de Amagatsu, o Butô não é simplesmente uma nova técnica, ou um estilo acadêmico, mas concentra-se na articulação da linguagem corporal a fim de encontrar, no íntimo de cada ser humano, a universalidade serena, mesmo que possa estar, por vezes, ligada a crueldade ou brutalidade.  Porém, a percepção pode variar de um indivíduo para outro.  A busca pessoal de Amagastu baseia-se em “Diálogo com a gravidade” - um livro publicado em 2001 pela Actes Sud Edition.   Antes de praticar Butô, Amatagsu  treinava na “Escola de Dança Clássica e Moderna” em Tóquio.  Em 1975,   Iniciou uma série de oficinas para encontrar dançarinos para sua recém-criada companhia.  Do grupo de 30 - do sexo masculino e feminino - no início, apenas 3 rapazes ficaram até o final de um ano do projeto.  Sankai Juku era então conhecida como uma companhia formada apenas por homens.  Sankai Juku significa, literalmente “oficina da montanha e do mar”, em referência aos dois elementos básicos da topografia japonesa.   Já em 1975, Sankai Juku começou a se apresentar no Japão em pequenos teatros de vanguarda.  A maior montagem do grupo foi KINKAN SHONEN, em 1978. A peça revelou a nova direção artística de Amagatsu, que conferiu ao Butô uma imagem mais clara e mais transparente, assim como também mais telúrica.     A força de cada expressão individual, em cada movimento e em cada emoção íntima, alimenta-se  das origens do mundo para representar uma percepção apaixonada da vida, da morte e da universalidade.   Em 1980, SANKAI JUKU recebeu o primeiro convite para a Europa – para o Festival de Nancy.  A partir de então, radicado em Tóquio, o grupo tem realizado tournées pela Europa, América do Sul, Austrália, Ásia e pelos Estados Unidos.   Fora do âmbito de sua companhia,  AMAGATSU criou uma peça intitulada “Fifth” (O quinto) com cinco dançarinos ocidentais, em 1988.  Encenou, também, a criação mundial da ópera “Trois Soeurs” (Três irmãs), de Peter Eotvos, na Ópera de Lyon(1988), no Théâtre du Chatelet, em Paris,  no Théatre de la Monnaie em Bruxelas, e no Wiener Festwochen em Viena.  Apresentou, ainda, a mais recente montagem de “Lady Sarashina”, também de Peter Eotvos, na Ópera de Lyon e na Opéra Comique de Paris. Amagatsu coreografou uma peça solo para o dançarino indiano Shantala Shivalingappa.     Prêmios    Chevalier des Arts et Lettres - França Président du jury des Rencontres Internationales de Bagnolet - França. Prix du Ministère des Affaires Etrangères du Japon - Japão. Prix du Syndicat National de la Critique pour « Trois Sœurs » - França Prix de l’Association des critiques du Japon - Japão Laurence Olivier Award: meilleure production chorégraphique « Hibiki » - Reino Unido. Président du Jury du Toyota Choreography Award - Japão Art Encouragement Prize du Ministère de la Culture et Education du Japon - Japão Grand Prix of the 6th Asahi Performing Arts Awards - Japão Prix du Syndicat National de la Critique en France pour « Lady Sarashina » - França Commandeur des Arts et Lettres - França   BAIXE O APP CIDADE DAS ARTES E PARTICIPE DAS SUPERPROMOS EXCLUSIVAS! [+] saiba mais 1 Matheus Nachtergaele - Processo de Conscerto do Desejo 16/07 a 17/07 Teatro O ator Matheus Nachtergaele costuma dizer que a poética do teatro deriva das emoções. E a prova disso ele dá no palco, com o monólogo Processo de Conscerto do Desejo.    Acompanhado pelos músicos Luã Belik (violão) e Henrique Rohrmann (violino), Nachtergaele há quase um ano vem emocionando plateias com este espetáculo, que ele apresenta em celebração à própria mãe, a poeta Maria Cecília Nachtergaele.    Poucas emoções poderiam ser mais fortes, ou mais profundas. Maria Cecília retirou-se da vida em 1968, quando o ator era um bebê de apenas três meses. Nachtergaele recebeu do pai, já na adolescência, os textos deixados pela poeta. “Dela, me restaram seus poemas, lindos e maduros – escritos de uma jovem mulher moderna e triste – e essa veia que me marca a testa quando rio ou choro muito”, conta.    Processo de Conscerto do Desejo chega à Cidade das Artes. Com este nome mesmo, sem nada a mudar no título. Com um concerto, Nachtergaele busca consertar desejos. O ator explica: “Um ser que não carecesse de nada, não desejaria nada. Seria um ser perfeito, um Deus. Por isso a filosofia, tantas vezes, considera o desejo como característica primeira do ser imperfeito, do ser finito”.    Como uma “oração profana”, o espetáculo se constrói em comunhão com o público: “Preciso das pessoas, como observadores emocionados disso tudo. Quero ir consertando meu desejo de acordo com essa emoção, dia após dia. Como na vida. Como no teatro. Isso, só o teatro pode nos trazer. Temos um ator, um violão, lindos poemas e a canção. Tudo pequenininho para a grandeza do essencial”, revela ele.    Sobre Matheus Nachtergaele: Matheus Nachtergaele é um ator e diretor brasileiro com intensa atuação no teatro, cinema e televisão. Iniciou sua carreira teatral com o diretor paulista Antunes Filho, em 1989. No ano seguinte, ingressou na Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD-USP/SP), e logo estreou nos palcos profissionalmente. Com o Teatro da Vertigem, grupo fundado em 1992 e dirigido por Antônio Araújo, protagonizou os espetáculosParaíso Perdidoe O Livro de Jó, que conquistaram prêmios de melhor ator como o Shell, o Mambembe e o APCA. Em seguida, atuou nos espetáculosDa Gaivota, WoyzzeckeA Controvérsia, todos premiados e bem recebidos pelo público e pela crítica. No cinema, estreou sob a direção de Bruno Barreto, em 1997, com o filmeO que é isso, Companheiro? Desde então, atuou em cerca de 30 longa-metragens, entre elesCentral do Brasil, O Auto da Compadecidae Cidade de Deus. Por estes e outros trabalhos recebeu inúmeros prêmios como ator, incluindo APCAs, dois Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Fez sua estreia cinematográfica em 2008, como roteirista e diretor do longa A Festa da Menina Morta, exibido na mostra Un Certain Règard, do Festival de Cannes, e premiado em festivais de cinema no Brasil e no exterior. Matheus atua continuamente, também, em produções para a televisão. Em 2014, foi convidado pelo grupo Entre & Vista para dirigir o espetáculo O País do Desejo e do Coração, de Wiliam B. Yeats, em Tiradentes (MG). No cinema, lança os filmesTrinta, com direção de Paulo Mackline, e Big Jato, com direção de Cláudio Assis. E em São Paulo, filmou sob a direção de Anna Muylaert o longa Mãe só há uma, e protagonizou o curta Quando Parei de me Preocupar com Canalhas, de Tiago Vieira. Em 2015, estreia a sérieZé do Caixão, no Canal Space, com direção de Vitor Mafra. Filmou em Buenos Aires, com Lucrecia Martel, o longa Zama,em fase de finalização. [+] saiba mais 1 CineArtes Federico Fellini - A Doce Vida 17/07 Cinema A Doce Vida é a grande obra-prima do mestre Federico Fellini e também um dos maiores filmes da história do cinema. Roma, início dos anos 60. O jornalista Marcello (Marcello Mastroianni em desempenho memorável) vive entre as celebridades, ricos e fotógrafos que lotam a badalada Via Veneto. Neste mundo marcado pelas aparências e por um vazio existencial, frequenta festas, conhece os tipos mais extravagantes e descobre um novo sentido para a vida.  [+] saiba mais 1 Contação de Histórias - Era uma vez bebês 16/07 Arte e Educação Era uma vez duas educadoras apaixonadas por crianças, histórias e músicas, que resolveram apresentar o mundo literário aos menores e mais exigentes ouvintes: os bebês. Muitos adultos duvidaram que isso seria possível, afinal de contas, onde já se viu uma gente tão pequena conseguir ouvir histórias nem sempre tão pequenas assim? Acontece que elas acreditavam que os bebês são seres culturais, capazes de fruir e se relacionar com diferentes linguagens artísticas, inclusive a Literatura. Assim surgiu o Era uma vez bebês, com as narrativas e cantorias de Mayra Couto e Roberta Consort, que assina a pesquisa e direção artística. O projeto oferece sessões de contação de histórias para bebês a partir de três meses até três anos de idade, em diversos espaços da Prefeitura do Rio, como creches, centros culturais e teatros. Após se apresentar nos Centros Culturais Municipais Parque das Ruinas, Castelinho do Flamengo e Professora Dyla Sylvia de Sá e no Teatro Municipal Maria Clara Machado o projeto segue para a Cidade das Artes onde realizará duas sessões no dia 16 de julho. Cada sessão terá duração de 45 minutos e capacidades para 20 bebês, acompanhados por um adulto, pelo menos.   A cada sessão serão apresentados dois livros, contados por meio de narrativas, apoiadas pela presença de instrumentos musicais, artefatos sonoros, materiais de uso cotidiano, papéis, entre outros objetos, que possibilitam aos bebês experimentar concretamente as histórias, já que nessa fase eles precisam utilizar todos os sentidos para se relacionar e interagir com o mundo.     Vagas ESGOTADAS! Informações através do e-mail saladeleitura@cidadedasartes.org ou 3325-0448.   [+] saiba mais 1 CineArtes Federico Fellini - Amarcord 10/07 Cinema Através dos olhos do personagem Titta, o diretor Federico Fellini revê a sua vida familiar, a religião, a educação e a política dos anos 30, época do fascismo.   Fala dos sonhos de um outro mundo, sonhos alimentados pelos turistas de um hotel de luxo, por um transatlântico que por ali passa, pelo cinema e pelo início do fascismo.   Entre os personagens estão o pai e a mãe de Titta; um padre que escuta confissões só para dar asas à sua imaginação anticonvencional; Gradisca, a cabeleireira; a mulher da tabacaria; Volpina, a ninfomaníaca; o tocador de acordeão cego, entre outras personalidades do povoado.   Durante o filme é possível perceber duras críticas ao regime de Mussolini.   [+] saiba mais 1 A Rainha e o Lugar - Experiências extraordinárias para a primeira infância 09/07 Arte e Educação Um espetáculo-oficina, direcionado para a primeira infância, onde bebes de 2 até 6 anos, acompanhados de seus pais (ou parentes) irão assistir a uma apresentação do espetáculo A Rainha e o Lugar e após poderão interagir por meio do toque, sons, texturas, movimento, objetos, ritmos e canções.   A proposta é adentrar o mundo lúdico, extraordinário e poético do movimento das crianças através de experiências sensoriais extraordinárias! Andrea Jabor dança materiais de "A Rainha e o Lugar" vestida com grandes saias infláveis e flutuantes, e convida as crianças para vivenciarem experiências de movimento junto com a Rainha, em sua “floresta suspensa” feita com 100 balões brancos de gás hélio que flutuam. Andrea utiliza tecidos esvoaçantes, bules, penas, caixas, flores e roupas variadas, tudo ambientado por uma trilha sonora que vai da música Clássica de Chopin a Nana Vasconcelos com sons de instrumentos de percussão.   Vagas ESGOTADAS! Informações através do e-mail saladeleitura@cidadedasartes.org ou 3325-0448. [+] saiba mais 1 Inusitado - Bossa Nova Canta Boleros 05/07 a 06/07 Música INUSITADO   Mais uma vez à frente da curadoria, André Midani reforça o caráter de experimentação do Inusitado, cujo objetivo é deixar os artistas completamente livres para executar suas ideias. “A liberdade criativa e rebelde de cada artista deve ser incentivada. Se ele quiser pintar em vez de cantar, que pinte como um pintor. Ou então, que cante e faça, no transcurso de duas noites, o que ele sempre quis fazer e nunca fez, seja um número de circo, de magia ou um recital de poesia”, comemora Midani, que criou o formato após receber um convite de Emilio Kalil, presidente da Fundação Cidade das Artes, para desenvolver um projeto especialmente para o espaço cultural da Barra.   BOSSA NOVA CANTA BOLEROS   Com o objetivo de ressaltar as semelhanças artísticas entre os dois gêneros, André Midani e Roberto Menescal convidaram dois grandes nomes da bossa nova, Joyce Moreno e Leny Andrade, ao palco. O elenco conta ainda com o diretor Daniel Filho, cuja história pessoal se confunde com a chegada do bolero argentino ao Brasil, já que o seu pai, portenho, migrou para o país na década de 40, quando começou a interpretar canções do gênero em teatros na Praça Tiradentes. O repertório reúne canções em português e espanhol que marcaram as décadas de 1950 e 60. Alguns destaques são “Me deixas louca”, a última música gravada por Elis Regina; “Anos dourados”, parceria entre Tom Jobim e Chico Buarque; e sucessos latinos como “La barca”, “Quizás, quizás, quizás”, “Tu me acostumbraste” e “Contigo en la distancia”.   [+] saiba mais 1 Ocupação Urbana - Exposição 26/05 a 03/07 Artes Visuais Em Maio a Cidade das Artes celebra o mês das artes urbanas com diferentes manifestações artísticas.   O Grafitti é uma das principais manifestações artísticas contemporâneas. Originalmente surgido como uma forma de protesto, o Grafitti está presente nas principais cidades de todo o mundo, utiliza a arquitetura e os espaços públicos como plataforma e sua temática dialoga com as questões e os problemas urbanos.   Em parceria com o EIXO RIO, a Cidade das Artes apresenta a exposição “Ocupação Urbana” com 14 artistas de diferentes estilos e técnicas. A exposição acontece na Galeria 1 e em alguns espaços da Esplanada da Cidade das Artes.   Os artistas: SARK // TICK // METON // ACME // PAKATO // DAVI // GRAU // CUPIM // KAJA // SMAEL // TITO // TÉO // BOBI // CAZÉ   Abertura da exposição: 26/05 às 19h Bate-papo com os artistas: 26/05 às 17h30 Oficina de Street Art: 14/05 às 15h     [+] saiba mais 1 2 Números - Cia. Teatro Portátil 01/07 a 03/07 Arte e Educação Há dez anos a CIA Teatro Portátil desenvolve uma pesquisa continuada sobre a linguagem da animação. Um trabalho que aproxima o teatro de animação de outras linguagens como a música, a dança e as artes visuais.   “2 Números” é um mergulho no universo mágico do teatro de animação. Como o nome já diz, o espetáculo é divido em dois momentos: no primeiro, os atores transformam-se em divertidos personagens de máscaras que manipulam um fio de algodão. Como numa imensa “cama-de-gato”, seus movimentos com o fio criam várias formas e situações que surpreendem e encantam a plateia. No segundo número, um boneco sai de dentro de caixas de papelão para conhecer seus manipuladores e desvendar o mundo ao seu redor.   A trilha sonora, originalmente composta por Felipe Trotta para o espetáculo, foi inspirada nas trilhas dos desenhos animados e acompanha os movimentos do boneco e a atmosfera criada pelas máscaras.   No sábado e no domingo a distribuição dos ingressos será feita 1h antes do início do espetáculo.   Escolas interessadas em trazer seus alunos na sexta-feira, entrar em contato através do e-mail saladeleitura@cidadedasartes.org ou 3325-0448.     [+] saiba mais 1 CineArtes Federico Fellini - Oito e Meio 03/07 Cinema Oito e meio é um filme autobiográfico, com muitas cenas retiradas da vida do próprio diretor. Segundo o próprio Fellini, algumas cenas foram concebidas através de seus sonhos. O título do filme é uma referência à carreira do próprio diretor, que até então já havia dirigido seis longa-metragens, dois episódios de filme e havia codirigido um longa-metragem. O filme retrata a crise de criatividade de um cineasta chamado Guido Anselmi, interpretado grandiosamente por Marcello Mastroianni (“A Doce vida”, “Divórcio à Italiana”, “A Noite”), é um importante cineasta e, representando o alter-ego de Fellini, também se encontra em um momento de criatividade estagnada. Sua próxima produção já conta com milhões em investimentos, os cenários já estão sendo construídos e os atores prontos para trabalhar. Em contrapartida, o roteiro não está finalizado. Longe disso. O produtor cobra rendimento, a imprensa fica em cima, os atores querem saber seus papeis, mas o que ninguém sabe é que Guido não tem um filme. [+] saiba mais 1 Orquestra Sinfônica Brasileira - Série Safira - Trilhas da Itália 02/07 Música TRILHAS DA ITÁLIA A Vida é Bela Era Uma Vez na América Cinema Paradiso A Missão Os Intocáveis O Poderoso Chefão - Suíte A Estrada da Vida A Doce Vida Amarcord    Lee Mills, regência   Lee Mills assumiu o cargo de Maestro Assistente da Orquestra Sinfônica Brasileira em 2014, após atuar como diretor musical da Orquestra Sinfônica da Universidade de Towson, em Maryland, por três anos. Vencedor da bolsa da Fundação Georg Solti nos EUA, formou-se em regência orquestral em 2011, tendo como tutores Marin Alsop e Gustav Meier. Foi o fundador da Orquestra de Câmara Divertimento em Walla Walla, Washington, e já atuou à frente das sinfônicas de Saint Louis, Baltimore e Bozeman, dos balés de Moscou e Montana, e de diversos outros grupos. [+] saiba mais 1 Projeto Interlocuções - O estranho em Salvador Dali" - com Vanisa Maria da Gama 01/07 Arte e Educação Nessa palestra Vanisa Santos pretende falar sobre a conexão do surrealismo com a psicanálise com especial ênfase para a obra de Salvador Dali e toda sua genialidade que não só se manifestava através de suas pinturas, mas também por sua escrita. Poucos sabem, mas Salvador Dali escreveu uma obra autobiográfica de oito volumes dentre os quais criou o método paranoico crítico de conhecimento da realidade inspirando-se nos estudos de Jacques Lacan de quem era amigo. Também falará brevemente da grande importância da mulher Gala em sua vida. Na ocasião a autora levará seus livros e poderá autografá-los.   Vanisa Maria da Gama Moret Santos, poeta, escritora, psicanalista e professora universitária, atualmente cursando doutorado na UVA RJ, concluiu mestrado na UERJ em 2010, ocasião em que escreveu sua dissertação a qual deu origem ao livro, "Salvador Dalí, o efeito do estranho em sua obra" (GIOSTRI/SP, 2015), lançado no ano passado na Livraria do Teatro dos 4 no Shopping da Gávea.  A autora toca no tema do surrealismo fazendo um percurso na obra de Salvador Dalí numa conexão com a obra de Freud e o ensino de Lacan ressanltando a importância da noção do duplo na obra de Dali, dentre outros aspectos da teoria Freudiana e Lacaniana. Tem ainda três livros de poesia publicados Fragmetos (Edição da autora, 2003), as faces do tempo (7Letras 2008), Amor, ódio e despertar (GIOSTRI/SP, 2014). [+] saiba mais 1 V Semana Internacional de Música de Câmara 21/06 a 27/06 Música FESTIVAL COMPLETA CINCO ANOS E DESTACA O ECLETISMO DA MÚSICA DE CÂMARA   Quarteto de cordas Enso, de Nova Iorque, é a atração principal de evento aqui na Cidade das Artes    Criada pela pianista Simone Leitão com o objetivo de alargar os domínios da prática da música de câmara, a  Semana Internacional de Música de Câmara do Rio de Janeiro - único festival da categoria no Brasil – apresenta sua quinta edição entre os dias 21 e 26 de junho, com uma série de concertos na Cidade das Artes, e dia 28 de junho, a noite de encerramento na Sala Cecília Meireles.   Também conhecido como Rio Music Week, este ano o programa privilegia o ecletismo estilístico e cultural da música de câmara, através da variedade de nacionalidades entre os músicos. Entre eles, cubanos, norte-americanos, um russo, um português, e brasileiros de vários estados.   O repertório focaliza desde Bach até Shostakovich. Revisita os fundamentais Haydn, Mozart e Brahms, e oferece a luz do século XX com obras de Vaughan Williams, Bartók e Ravel. Há momentos dedicados à música brasileira de concerto em canções de Carlos Gomes e Alberto Costa, obras orquestrais de Egberto Gismonti, peças de câmara de Villani-Cortes e do Mestre Heitor Villa-Lobos. Uma série de outros compositores também estão na programação, como os franceses Fauré, Chausson e Debussy, e contemporâneos portugueses. O festival celebra Anacleto de Medeiros e o compositor argentino Alberto Ginastera, que completariam 150 e 100 anos respectivamente.   Destaque para a individualidade artística de cada uma das noites, representada por grandes intérpretes, como a argentina Meredes Arcuri, o premiadíssimo Art Metal Quinteto, do Rio de Janeiro, o jovem violista russo Vladimir Babeshko, o destacado clarinetista português Nuno Pinto, o violoncelista Kayami Satomi, de João Pessoa, a soprano Angelica de La Riva e o pianista Orlando Alonso, ambos cubanos, o virtuose da harmônica José Staneck, e os duos Bretas-Kervokian, de piano e Sá, de percussão.   Um dos pontos altos desta quinta edição é o aclamado Quarteto de Cordas Enso, de Nova Iorque. Em sua primeira atuação no Brasil, o grupo irá apresentar três concertos exclusivos para o festival.   Simone Leitão, além de assinar a concepção e direção artística, também é solista no concerto de abertura e nos dias 24, 25 (20h) e 26 de junho.   O sonho de Simone em festejar a prática de música de câmara na Cidade do Rio de Janeiro, lançando luz e espaço que essa arte merece, é concretizado através do apoio da Cidade das Artes, do patrocínio do Banco Itaú, fomentado pela Lei Rouanet de Incentivo a Cultura, juntamente com a Braskem e Vivo, através da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio de Janeiro.     PROGRAMAÇÃO   TERÇA-FEIRA, 21 DE JUNHO, 21H   Notas do programa   O concerto de abertura da V Semana Internacional de Música de Câmara do Rio será uma celebração da música das Américas, em que se poderá experimentar a diversidade sonora do continente, desde a Argentina até os Estados Unidos, através do Brasil e de Cuba. As obras enfatizam a força rítmica e a beleza melódica que permeiam todas estas culturas musicais. Destaque para os clássicos choros do pioneiro compositor brasileiro Anacleto de Medeiros, que completa 150 anos de nascimento este ano, e para as “Canções Populares Argentinas”, de Alberto Ginastera, na voz do soprano Mercedes Arcuri, cujo centenário de nascimento vem sendo comemorado em todo o mundo.   Mercedes Arcuri, soprano (Argentina) Daniel Guedes, violino Simone Leitão, piano Art Metal Quinteto Jessé Sadoc e Wellington Moura, trompetes, Antonio Augusto, trompa, João Luiz Areias, trombone e Eliezer Rodrigues, tuba   Programa   CAMARGO GUARNIERI (1907-1993) Dança Brasileira (1941) 2:30´   HENRIQUE ALVES DE MESQUITA (1830-1906) Marquês de Pombal (1882) 4´   ANACLETO DE MEDEIROS (150 anos de nascimento, 1866 - 1907) Três estrelas (s.d.) 3:30´ Medrosa (s.d.) 2:30´   LEONARD BERNSTEIN (1918-1990) Medley de West Side Story (1957) 8´   ERNESTO LECUONA (1895-1963) (poesias de Juana de Ibarbourou) Canción del Amor Triste (1937) 3:40´ Balada de Amor (1937) 2:30   VILLA-LOBOS (1887-1959)   (poesias de Dora de Vasconcellos) Canção de Amor (1958) 4:30 Melodia Sentimental (1958) 3:30   VILLA-LOBOS (1887-1959) Sonata-Fantasia nº 1 para violino e piano, “Désespérance” 10´   ALBERTO GINASTERA (100 anos de nascimento, 1916-1983) Canções Populares Argentinas op 10 para voz e piano (1943) 10´ 1. Chacarera 2. Triste 3. Zamba 4. Arrorró 5. Gato   QUARTA-FEIRA, 22 DE JUNHO, 21H   Notas do programa   O segundo concerto traz a estreia brasileira do Quarteto Enso, de Nova Iorque. O grupo mostra neste aqui todo o seu potencial, iniciando a noite com uma obra clássica vienense, que define a formação em quarteto de cordas. Em colaboração com o soprano Mercedes Arcuri, e com a pianista brasileira Josiane Kervokian, oferecem a sonhadora obra do compositor francês Chausson, rarissimamente apresentada no Brasil. Entretanto, o destaque da noite é uma das mais audaciosas obras do homenageado Alberto Ginastera, o Quarteto nº 3 para cordas e soprano, em que a poesia em língua espanhola de Jimenes, Lorca e Alberti engrandecem a sonoridade vanguardista do Villa-Lobos argentino.   Mercedes Arcuri, soprano (Argentina) Josiane Kervokian, piano Quarteto Enso (EUA)   Programa   JOSEPH HAYDN (1732-1809) Quarteto de Cordas em Lá Maior op 20 nº5 Hob III:36 (1772) 25´ 1.         Allegro di molto e scherzando 2.         Adagio cantabile 3.         Menuetto: Allegretto 4.         Fuga a 3 soggetti: Allegro   ERNEST CHAUSSON (1855-1899) Chanson Perpétuelle, para soprano, piano e quarteto de cordas op. 37 (1898) 10´   ALBERTO GINASTERA (100 anos de nascimento, 1916-1983) Quarteto de Cordas nº 3 para soprano e cordas (1973) 25´   1.         Contemplativo ("La música", Juan Ramón Jiménez) 2.         Fantástico 3.         Amoroso ("Canción de Belisa", Federico García Lorca) 4.         Drammatico ("Morir al sol", Rafael Alberti) 5.         Di nuovo contemplativo ("Ocaso", Juan Ramón Jiménez)     QUINTA-FEIRA, 23 DE JUNHO, 21H   Notas do programa   A genialidade de Mozart se faz notar em todas formações, do piano à ópera, da orquestra à música de câmara. Seu Quinteto em Dó Maior, que dá início ao concerto desta noite, é um dos pilares de sua obra, e por contar com duas violas, nos oferece a oportunidade de ouvir o Quarteto Enso tendo como colaborador o jovem violista russo Vladimir Babeshko, estrela em ascensão no cenário europeu. A delicada Crisantemi, escrita por Puccini, mostra a faceta de camerista do gênio da ópera italiana. A noite se encerra com o belíssimo Quinteto para clarineta e cordas de Brahms, em que o Quarteto Enso encontra mais no incrível músico português Nuno Pinto, convidado exclusivo da Semana de Música de Câmara, o colaborador ideal para jogar luz sobre esta maravilhosa obra-prima do romantismo alemão.   Nuno Pinto, clarineta (Portugal) Vladimir Babeshko, viola (Rússia/Alemanha) Quarteto Enso (EUA)   Programa   MOZART (1756-1791) Quinteto para cordas em Dó maior KV 515 (1787) 35´ 1. Allegro 2. Menuetto: Allegretto 3. Andante 4. Allegro   GIACOMO PUCCINI (1858-1924) Crisantemi (1890) 6´   JOHANNES BRAHMS (1833-1897) Quinteto em Si menor para clarineta e cordas op. 115 (1891) 40´ 1. Allegro 2. Adagio. Piu lento 3. Andantino, Presto non assai,ma non sentimento 4. Con moto   SEXTA-FEIRA, 24 DE JUNHO, 21H   Notas do programa   O concerto desta noite oferece ao público duas obras de grande beleza e que raramente se ouvem. O Trio nº dois de Villa-Lobos, que conta com Simone Leitão ao piano, escrito há 100 anos, na primeira fase do compositor, mescla com maestria a sua já exuberante tropicalidade com o estilo francês da Belle Époque, o que lhe confere uma sonoridade inusitada. O programa se completa com o Quinteto em Dó menor, também obra da juventude do inglês Ralph Vaughan Williams, com forte influência do romantismo alemão, mas com uma sonoridade especial, fresca, tendo o cubano Orlando Alonso ao pianista. Além das obras, a colaboração de um elenco verdadeiramente internacional é destaque.   Bridget Dolkas, violino (EUA) Vladimir Babeshko, viola (Rússia/Alemanha) Lars Hoefs, violoncelo (EUA) Rodrigo Favaro, contrabaixo Orlando Alonso, piano (Cuba/EUA) Simone Leitão, piano   Programa   VILLA-LOBOS (1887-1959) 30´ Trio nº 2 para piano e cordas (1915) 1. Allegro moderato 2. Berceuse - Barcarolla 3. Scherzo: Allegro vivace spirituoso 4.  Molto allegro   RALPH VAUGHAN WILLIAMS (1872-1958) Quinteto para piano e cordas em Dó menor 26´ 1.  Allegro con fuoco 2.  Andante 3.  Fantasia, quasi variazioni   SÁBADO, 25 DE JUNHO, 16H   Notas do programa   Esta tarde apresenta uma programação bastante diferente, com um recital de piano e canto que é um verdadeiro passeio entre o Brasil, Cuba, Espanha e França, na voz do soprano Angelica de la Riva e nas mãos do pianista Orlando Alonso, ambos cubanos de experiência artística cosmopolita. São canções que nos remetem aos diversos universos sentimentais destes países, algumas delas raramente apresentadas por aqui. Completa o programa uma obra supresa, criada coletivamente durante o festival com alguns dos convidados e que será anunciada somente no dia.   Angelica de la Riva, soprano (Cuba/Brasil) Orlando Alonso, piano (Cuba/EUA) Artistas participantes da Semana de Música de Câmara   Programa   GABRIEL FAURÉ (1845-1924) 3´ Les Berceaux (1879)   ALBERTO COSTA (1834-1886) Canto da Saudade (s.d.) 4´   CARLOS GOMES (1836-1896) Suspiro d'alma (s.d.) 3´ Conselhos (s.d.) 2´ Mon Bonheur (s.d.) 3´   CLAUDE DEBUSSY (1862-1918) Trois Chanson de Bilitis (1894) 10´ 1. La Flûte de Pan 2. La Chevelure 3.  Le Tombeau des Naïades   ERNESTO LECUONA (1895-1963) Maria La O (1930) 3´   XAVIER MONTSALVATGE (1912-2012) Cuba dentro de un Piano (1945) 4´ Canto Negro (1945) 2´   ENRIQUE GRANADOS (1867-1916) “Tonadillas al estilo antiguo” H.36 (1912) (poema de Fernando Periquet) ¡Oh, muerte cruel!  2´   JOAQUIN TURINA (1882-1849) Poemas en forma de canciones, opus 19 nº5, Las Locas por Amor (1917) 1,30´   OBRA COLETIVAMENTE SELECIONADA E ENSAIADA DURANTE O FESTIVAL   SÁBADO, 25 DE JUNHO, 20H   Notas do programa   Noite de mais ecletismo musical, que se estende das íntimas sonoridades do duo de clarineta e piano, que privilegia compositores portugueses e brasileiros, e nos conduz à riqueza de timbres angulosos do Quarteto de Maurice Ravel, obra marcante do impressionismo francês. O concerto nos leva, em sua conclusão, até a experiência emocional quase à beira da histeria do fabuloso Quinteto com piano do russo Shostakovich. Destaque para a colaboração ao piano de Simone Leitão em estilos tão distintos.   Nuno Pinto, clarineta (Portugal) Simone Leitão, piano Quarteto Enso (EUA)     Programa   EDMUNDO VILLANI-CORTES (1930) Águas Claras (1990) 5´   MANUEL IVO CRUZ (1901-1985) Aguarelas nº 3, Canto de Luar (s.d.) 4´   TELMO MARQUES (1963) Waxed Floor (2010) 5´   MAURICE RAVEL (1875-1937) Quarteto de Cordas em Fá Maior (1903) 30´ 1. Allegro moderato – très doux 2. Assez vif – très rythmé 3. Très lent 4. Vif et agité   DMITRI SHOSTAKOVICH (1906-1975) Quinteto para piano e cordas em Sol menor op 57 (1940) 36´ 1. Prelude: Lento 2. Fugue: Adagio 3. Scherzo: Allegretto 4. Intermezzo: Lento 5. Finale: Allegretto   DOMINGO, 26 DE JUNHO, 18H   Notas do programa   O domingo é o dia da Academia Jovem Concertante e seu mergulho musical de riquezas de estilos e variedade de solistas. Sob a batuta de Daniel Guedes, o concerto se inicia com duas pérolas de Egberto Gismonti, compositor e instrumentista contemporâneo. Especialmente arranjadas pelo próprio compositor para a harmônica virtuose de José Staneck e orquestra de cordas, serão apresentadas pela primeira vez no Rio de Janeiro. Em seguida, a Academia recebe como solista a sua diretora artística Simone Leitão para o Concerto em Ré menor de Bach, uma das obras inaugurais para esta formação, mas que mantém uma invencível atualidade que atravessa três séculos. A noite se encerra com a maravilhosa Serenata em Dó Maior de Tchaikovsky, uma das mais delicadas composições do gênio russo e declaradamente inspirada em Mozart. Um desafio possível para um grupo jovem de grande potencial musical como a Academia Jovem Concertante.   José Staneck, harmônica Simone Leitão, piano Daniel Guedes, regente Academia Jovem Concertante   Programa   EGBERTO GISMONTI (1947) Memória e fado para harmônica e orquestra (1973/2008) 7´ Sonhos de Recife (1995/2008) 6´   BACH (1685-1750) Concerto em Ré menor BWV 1052 para piano e orquestra (1738,9) 22´ 1. Allegro 2. Adagio 3. Allegro   PIOTR YILICH TCHAIKOVSKY (1840-1993) Serenata para cordas em Dó Maior op. 48 (1880) 30´ 1. Pezzo in forma di sonatina: Andante non troppo — Allegro moderato 2. Valse: Moderato — Tempo di valse 3. Élégie: Larghetto elegiaco 4. Finale (Tema russo): Andante — Allegro con spirito [+] saiba mais 1 OSB - Série Esmeralda II 26/06 Música Neil Thomson, regência Federico Colli, piano     BEETHOVEN Sonata nº 22 em Fá maior, Op. 54 RACHMANINOV Concerto para piano nº 3 em ré menor, Op. 30 KODÁLY Danças de Marosszék NIELSEN Sinfonia nº 2, Op. 16 - “Os Quatro Humores”  [+] saiba mais 1 Hamilton Vaz Pereira - O Cão Comendo Mariola 04/06 a 25/06 Teatro O Cão Comendo Mariola - é uma oportunidade da Cidade do Rio de Janeiro entrar em contato com uma parte da obra dramatúrgica de Hamilton Vaz Pereira a partir da leitura de quatro textos escritos, que tornam-se realizações teatrais nos palcos do Rio e do Brasil nas últimas 4 décadas.   O público carioca está convidado a assistir nos sábados de junho a leitura de obras teatrais testadas nos nossos palcos e, que agora voltam a ser disponibilizadas para apreciação do espectador de hoje interessado nas artes cênicas.     PROGRAMAÇÃO   LEITURA I   | Sábado, 04 de junho TRATE-ME LEÃO, 1977 Leitores Luisa Arraes, George Sauma, Luana Martau, Igor Angelkorte, Renato Góes, Valentina Herszage, Cesar Cardadeiro, Luiza Casé e Daniel Passi   Em abril de 1977,depois de nove meses de dias extraordinários e noites esplendorosas,uma inédita dramaturgia se estabelece e a trupe teatral Asdrubal Trouxe o Trombone pôde nascer de si mesmo e anunciar a estreia do seu terceiro espetáculo. Fruto de Regina Casé,Luiz Fernando Guimarães,Perfeito Fortuna,Patricia Travassos,Evandro Mesquita, Nina de Pádua e Fábio Junqueira, TRATE-ME LEÃO, texto e direção de Hamilton Vaz Pereira, ganha o epíteto "Criação Coletiva".   LEITURA II  | Sábado, 11 de junho ATALIBA, A GATA SAFIRA , 1987 Leitores Karina Teles, Francisco Cuoco, Maria Padilha, Lena Brito, Fausto Fawcett, Simone Spoladore, Marcos Breda, Cris Larin, Ernesto Piccolo e Rodrigo Penna   No meio dos anos 80, Vaz PE & FAWCETT escrevem essa obra repleta de cenas, canções,cenários e personagen com seus propósitos de vida e esforços para realizá-los.   LEITURA III | Sábado, 18 de junho A LEVE - O PRÓXIMO NOME DA TERRA, 2002 Leitores Eriberto Leão, Armando Babaiof, Lena Brito, Álamo Facó, Natália Lage e Karine Teles   A Leve - O Próximo Nome da Terra estreia no Rio de janeiro, em maio de 2004. Coloca sobre o palco um pedaço da vida de um pequeno grupo de brasileiros em terras estrangeiras; observa, através de uma série de acontecimentos vividos por seus personagens, um Brasil conectado com o mundo.   LEITURA IV  | Sábado, 25 de junho NARDJA ZULPÉRIO, 1991 Leitora Regina Casé   No inverno de 1988, Regina Casé convida Hamilton Vaz Pereira para inventar para ela um solo teatral. Durante dois meses os dois misturaram em seus caldeirões cenas,cenários,personagens,palavras,sons e luzes. A realização desse espetáculo celebra o reencontro artístico desses parceiros numa primeira produção pós- ASDRUBAL TROUXE O TROMBONE.   CONCEPÇÃO, DIREÇÃO E APRESENTAÇÃO - HAMILTON VAZ PEREIRA TRILHA AO VIVO  -  EXÉRCITO DE BEBÊS   [+] saiba mais 1 Ludi na Floresta da Tijuca | Lançamento do Livro 25/06 Arte e Educação Ludi na Floresta da Tijuca | Lançamento do Livro    A autora e ilustradora Luciana Sandroni vai lançar o livro "Ludi na Floresta da Tijuca", uma aventura com direito a viagens no tempo e mergulhos históricos. O livro é protagonizado pela família Manso, dos livros "Ludi na TV", "Ludi e os fantasmas da Biblioteca Nacional", "Ludi vai à praia", "Ludi na Revolta da Vacina" e "Ludi na chegada e no bota-fora da Família Real". [+] saiba mais