Fundação Cidade das Artes

Memoria

Memória

A Fundação Cidade das Artes é um espaço concebido para abrigar múltiplas atividades artísticas, como exposições, apresentações de dança, teatro e música. Este complexo cultural também é utilizado para palestras, oficinas, congressos, conversas com autores, lançamentos de livros e outras atividades de formação cultural e artística.

Os eventos que ocorrem neste espaço são filmados e fotografados para que todos os interessados possam ter acesso, através deste site, ao histórico de programação da Cidade das Artes e os programas das peças podem ser pesquisados na Sala de Leitura, local onde serão preservados todos os materiais impressos relacionados à programação.

Eventos Passados

Rio Art Orquestra 07/10 Música RIO ART ORQUESTRA (RAO) APRESENTA ‘SALF DREAMING’ DIA 7 de OUTUBRO, NA CIDADE DAS ARTES TEATRO DE CÂMARA Orquestra experimental multiartes reúne alguns dos melhores músicos do país em uma aventura sonora entre o sublime e o ridículo. O repertório próprio faz junção inusitada de instrumentos de corda orquestrais, jazz global e música afro-brasileira / afro-diáspora. Apresentações são oportunidades de ouvir composições, instrumentação e sonoridade únicas.   Rio Art Orquestra   Regência - Mike Ryan (Austrália) Piano - Cliff Korman (EUA) Flauta - Peter O'Neill (EUA) Voz – Alma Thomas (EUA) Voz - Beth Dau (Brasil) Clarinete, clarone, flauta em sol - Levi Chaves (Brasil) Violino 1 - Nikolay Sapoundjiev (Bulgária) - Orquestra Sinfônica Brasileira Violino 2 - Willian Isaac (Brasil) Orquestra Sinfónica Brasileira Viola – Bernardo Fantini (Brasil) Violoncelo – Daniel Silva (Brasil) Orquestra Sinfônica Nacional da UFF Baixo acústico – João Rafael (Brasil) Orquestra Sinfônica Brasileira Percussão -  Yann Vathelet (França)       Bateria – Andre Fróes (Brasil)   Convidados Saxofone - Jean-Pierre Zanella (Canadá) Dança – Fernanda Dalveira (Brasil)   SALF DREAMING Alguns dos melhores músicos em atuação no Brasil formam uma orquestra experimental em busca de novas sonoridades e expressões multiartes com base na interação entre o jazz, a música clássica e movimentos corporais. Essa é a base do conceito e repertório de “SALF DREAMING” que a Rio Art Orquestra (RAO) interpretará no dia 7 de outubro de 2017, no Rio de Janeiro. Em 2002, Almir Chediak, o ilustre fundador do SongBook do MPB (Lumiar Editora, Rio de Janeiro) publicou o livro do Mike Ryan "Samba: Brasil World Music" no qual apresenta seus 27 anos de pesquisa que resultaram no método de ritmo SALF: Samba, Afro Latino e Funk. Apresentando a continuação show “SALF DREAMING” com um novo repertório, a orquestra incorpora derivações de SALF, música de câmara, ritmos afro-brasileiros e da afro-diáspora global, jazz, third stream, música popular/folclórica do Brasil e world music. O desafio é combinar conceitos do SALF e estruturas musicais não lineares entre o “sublime e o ridículo”, explica Ryan, uma expressão clássica na estética de arte, que dirige as composições musicais e multiartes do Mike desde 1975. Nesta versão de “SALF DREAMING”, o talentoso time de instrumentistas dá vida às composições do maestro e idealizador, como “Coletando Nuvens!", “Simply Complicado” e “Yes, But What Do You Do For a Living? ”, sempre com muita improvisação, uma das características da orquestra. O resultado são composições, instrumentação e sonoridade únicas e ainda sem classificação.  A apresentação do Show SALF DREAMING conta ainda com a participação pela segunda vez do saxofonista, compositor e arranjador canadense, Jean-Pierre Zanella, uma figura importante na cena musical de Quebec, é um artista de jazz internacional que trabalhou com nomes como, Red Mitchell, Gino Vanelli e Frank Sinatra Jr.   SALF DREAMING MULTIARTES Alma Thomas e sua máscara. A palavra máscara deriva da palavra latina personagem que significa personalidade. O estudo da personalidade pode ser entendido como o estudo de máscaras que as pessoas usam. Estes são os personagens que as pessoas projetam e exibem externamente, mas também incluem as partes internas da experiência psicológica que chamamos coletivamente de nós mesmos. A composição, Simply Complicado, conta o amor profundo e lúdico entre The Planet King e uma extraterrestre, cuja cabeça gira com prazer sublime quando é provocada por questões - e um ser terráqueo, cujas expressões faciais provocadoras e questionadoras (projetadas através da máscara tradicional de Teatro Kabuki japonês) reúnem o amor entre os dois e transcende as diferenças planetárias. A dançarina Fernanda Dalveira atua como mediadora para ajudar a resolver os desafios (se existem) da comunicação.     SOBRE A RAO A Rio Art Orquestra (RAO) é uma experiência de renomados músicos brasileiros e internacionais, iniciada em 2014, sob o nome de TribOz-Rio World Jazz Orquestra (TRWJO), no TribOz - Centro Cultural Brasil-Austrália. A iniciativa é de Mike Ryan, compositor, trompetista e etnomusicólogo australiano, envolvido com a cultura e a música brasileiras por 43 anos. O trabalho da orquestra provém das experimentações de jazz mundial com influências brasileiras, iniciadas por Ryan, na Austrália, em 1977, no Sydney Conservatorium of Music, na Universidade de Sydney. A primeira apresentação da orquestra, ainda com o nome TribOz-Rio World Jazz Orquestra (TRWJO), ocorreu em 2014. O repertório misturava ritmos do SALF (Samba, Afro Latino e Funk, método criado por Ryan) e jazz global, com conceitos não cronológicos/não lineares de tempo animista, como encontrados em culturas indígenas tradicionais australianas. O novo repertório da orquestra, criado em 2016, “Do Sublime ao Ridículo”, combina conceitos do SALF e estruturas não lineares com a natureza filosoficamente ambígua do entrelace entre os termos "sublime" e "ridículo". O resultado são composições, instrumentação e sonoridade únicas e inusitadas.  A RAO é uma experiência musical multicultural, multiétnica.  A orquestra reúne 13 músicos de países, formações e caminhos contrastantes, do erudito ao free jazz, da Austrália ao Brasil, passando pela Bulgária, França e EUA, sendo quatro integrantes da Orquestra Sinfônica Brasileira e um da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal Fluminense. A formação propõe uma experiência musical inédita.   SOBRE MIKE RYAN Mike Ryan é um etnomusicólogo australiano e brasilianista que atua desde 1964 como músico e experimentalista (trompetista, especialista, maestro e compositor). PhD em Etnomusicologia pela University of Sydney, Austrália, reside entre Brasil e Austrália desde 1996. Seu envolvimento com a cultura e a música brasileiras resulta na tese de doutorado "Brazilian Music in Sydney 1971-1984"; na apresentação de inúmeras palestras e workshops no Brasil e no mundo, desde 1978; e na publicação do livro mencionado anteriormente "Samba: Brasil World Music" (o Método SALF editado por Almir Chediak, Lumiar Editora, RJ, 2002.  Em 2008, fundou o TribOz, que se tornou o principal clube de jazz do Rio de Janeiro e do Brasil, berço da RAO.   Página da RAO: https://www.facebook.com/RioArtOrquestra/ [+] saiba mais Academia Jovem Concertante 05/10 Música Academia Jovem Concertante Etapa Carioca Academia Jovem Concertante Etapa Carioca Serão 45 jovens de 6 Estados diferentes, mas com ênfase na Cidade do Rio. O programa escolhido contempla duas obras importantes do romantismo clássico: A Sinfonia no. 5 (Da Reforma) de Mendelssohn. Obra foi escrita em 1830, comissionada como parte da comemoração dos 300 anos da confissão de Augsburgo, um documento chave da confissão Luterana. Esse ano ouvimos essa obra lembrando dos 500 anos da Reforma Protestante, mas muito mais do que isso, reconhecendo Mendelssohn como grande compositor de sinfonias sendo a quinta sinfonia de fato uma das mais importantes de sua autoria.  O Concerto do Norueguês Edvard Grieg é sem dúvida uma das obras para piano e orquestra, mais populares de todos os tempos. Aqui o compositor nacionalista, pupilo da escola germanica mostra seu total conhecimento da forma, apesar de ter sido escrito aos 24 anos. Escrito em 1868, 10 anos depois de Grieg ter ouvido Clara Schumann, ele foi curiosamente escrito na mesma tonalidade do único concerto de Schumann, lá menor. As canções folclóricas norueguesas e danças Halling estão presentes e imprimem a identidade norueguesa me obra puramente romântica.    Esse programa é bem direcionado ao público que está começando a ir a concertos.  [+] saiba mais Historinhas 16/09 a 01/10 Teatro Sura Berditchevsky apresenta seu infantil Historinhas, na Cidade das Artes Histórias clássicas adaptadas para os dias de hoje são encenadas em uma nova temporada   Historinhas é o primeiro trabalho da Cia. Sura Berditchevsky de Teatro Infantil e estreou em 2016, no Teatro Vannucci. No palco os jovens atores dão vida aos clássicos “Pequeno Herói da Holanda”, “A Tartaruga e a Lebre” (inspirada na fábula de Esopo), “A Boneca” (inspirada em um poema de Olavo Bilac), “A Galinha Ruiva”, “Por Favor”, “As Estrelas do Céu” e as inéditas “Alguém está vendo você” e “A filha do hoteleiro”. Enquanto as apresentações de Historinhas continuam, a Cia. Sura Berditchevsky de Teatro Infantil já ensaia um novo espetáculo com previsão de estreia no primeiro semestre de 2018.   Sura Berditchevsky _ É atriz, diretora e autora de livros infantis. Professora de teatro, desde os 19 anos, deu aula em várias escolas do Rio. Entrou para o Tablado em meados dos anos 70, quando, a convite de Maria Clara Machado ingressou no primeiro corpo docente da escola aos 22 anos, onde permanece até os dias de hoje. Durante 12 anos teve sua própria escola no Teatro Villa Lobos. Grande parte de sua carreira é dedicada à formação de atores e ao teatro para crianças, numa luta incansável para que este ofício seja respeitado e dignificado pelos órgãos públicos, classe teatral e salas de espetáculos. Colaborou significativamente para implantação de Prêmios para categoria de Teatro Infantil e Jovem assim como o reconhecimento à Música, Dança e Iluminação nas premiações, estimulando a qualidade nas encenações.   Nos palcos atuou recentemente no monólogo "Cartas de Maria Julieta e Carlos Drummond de Andrade" e dirigiu no final do ano a ópera de sucesso, "O Menino Maluquinho", no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Sura Berditchevsky foi protagonista das principais peças infantis de Maria Clara Machado, além de encenar textos de Brecht, Gorki, Pirandello, Ionesco, Tchekhov, Henrik Ibsen, Tennessee Williams, destacando-se na dramaturgia de Nelson Rodrigues no teatro e no cinema.   Os Sete Gatinhos, A Serpente, última peça do autor, Dorotéia e Valsa n.6, sua primeira direção em teatro com atuação de Claudia Jimenez.  Com “Cartas de Maria Julieta e Carlos Drummond de Andrade” percorre desde 2011, diversas cidades do país passando pela FLIP, a Itabira, cidade de origem do escritor, chegando a Lisboa e Porto, em Portugal.   Dedicou-se à literatura e dramaturgia para crianças encenando grandes espetáculos como Peter Pan, Um Peixe Fora D`Água, Diário de Um Adolescente Hipocondríaco entre outros .   Na TV, destacou-se em várias novelas como Dancin’ Days, Marron Glacê, Plumas e Paetês, Terras do Sem Fim, Barriga de Aluguel, Selva de Pedra, Santa Marta Fabril, Era uma Vez, protagonizando algumas dessas. No Cinema atuou em importantes longas como Ajuricaba de Oswaldo Caldeira, Delmiro Gouveia de Geraldo Sarno, Os Sete Gatinhos de Neville de Almeida, O Vestido de Paulo Thiago, O Cavalinho Azul de Eduardo Escorel entre incontáveis curtas metragens.  Também dirigiu e atuou seriados, programas e casos especiais da Globo.   Ficha Técnica: Historinhas Texto, Adaptação e Direção: Sura Berditchevsky Elenco: Cia Sura Berditchevsky de Teatro Infantil _ Christianne Rebello, Gabriel Puga, Luana Lang, Lucas Barbosa, Maitê Haical, Mariana Louro, Marina Louro, Matheus Barros, Paloma Far, Sofia Callou e Vitor Schei. Ilustrações e projeções: Renato Vilarouca e Ricardo Vilarouca Figurinos e adereços: Chris Chevriet, Vera Raiser, Leo Brazas Supervisão de figurinos e adereços: Pedro Sayad Direção Musical: Rodrigo Belchior com músicas executadas por jovens estudantes de música do antigo projeto Villa Lobinhos. Pesquisa: Lucia Cerrone Iluminação: Sura Berditchevsky Fotos de Cena: Guga Melgar (com ilustrações de Renato e Ricardo Vilarouca) Direção de Produção: Sura Berditchevsky Produções Artísticas Realização: Cia Sura Berditchevsky de Teatro Infantil Assessoria de Imprensa: Lu Nabuco Assessoria em Comunicação [+] saiba mais Cartas de Maria Julieta e Carlos Drummond de Andrade 09/09 a 01/10 Teatro O monólogo Cartas de Maria Julieta e Carlos Drummond de Andrade, de Sura Berditchevsky, retornou ao Rio. O espetáculo estreou dia de 9 de setembro e encerra 1º de outubro, na Cidade das Artes.   As correspondências de uma vida inteira, trocadas entre um dos maiores poetas da língua portuguesa e sua filha, estarão no palco da Cidade das Artes, no monólogo Cartas de Maria Julieta e Carlos Drummond de Andrade, aos sábados, às 20h e domingos, às 19 horas, de 9 de setembro a 1º de outubro. A pesquisa de mais de um ano de Sura Berditchevsky e Pedro Drummond, em material exclusivo arquivado no gabinete do poeta, resulta em uma montagem, dirigida e encenada pela atriz, que permite descortinar ao público a troca de sentimentos que as cartas expressam no cotidiano de uma vida inteira. Fernando Philbert assina a co-direção do espetáculo. Durante os 60 minutos acompanhamos o crescimento pessoal e profissional pelo viés da intimidade da relação familiar. Carlos Drummond de Andrade em crescente produtividade e a atividade de sua filha Maria Julieta como cronista. “São cartas desse período, e o recorte que fiz é da intimidade deles. Na peça, temos poemas que ele fez para os netos e alguns momentos bem íntimos. Todo o coração apertado deles aparece explícito”, conta Sura. Desde que Maria Julieta tinha 5 anos de idade, pai e filha mantiveram uma profunda e intensa cumplicidade, expressa por meio de desenhos, cartas e bilhetes, e que prosseguiu ao longo de toda a vida. As palavras são o veículo maior da demonstração de amor entre os dois. São 5 décadas de correspondência que permitem ao espectador conhecer a fortíssima, delicada e enriquecedora relação entre o poeta e sua filha. De assuntos triviais e corriqueiros até instigantes comentários sobre artes plásticas, literatura, música, cinema e o bairro de Copacabana, onde Drummond viveu a maior parte de sua vida. Ela morreu aos 59 anos em agosto de 1987. Carlos Drummond faleceu 12 dias depois. A ideia do espetáculo veio de um encontro. A diretora Sura Berditchevsky e o neto do poeta, Pedro Drummond frequentaram O Tablado (escola de atores no Rio de Janeiro) e possuem amigos em comum. Num desses encontros casuais surgiu a ideia de montar um espetáculo com as cartas que estavam em pastas no apartamento onde o poeta vivia, em Copacabana, e no qual mora Pedro:  “Aí começamos nosso trabalho de pesquisa. Para ele, então, foi uma coisa encorajadora porque ali estava a vida dele. Eu tinha o último texto de Maria Julieta e um mar de cartas em que eu ia entrar. Eram muitas pastas, muitíssimo bem organizadas pelos dois, as dele para ela e vice-versa”, explica Sura. O espetáculo parte do último e inacabado texto de Maria Julieta, Topázio, escrito ao final de sua vida, já comprometida por um câncer. A seleção de cartas obedece à cronologia da escrita. A atriz permeia as cartas de ambos. “Eu queria que resultasse numa leitura de cartas mas, por outro lado, queria fugir de fazer personagens, então utilizo recursos em torno, como animação gráfica, a parte documental, e a trilha sonora, que conta, inclusive, com músicas que os dois escutavam”, conta a atriz.   Sobre Sura Berditchevsky Começou sua carreira teatral no Tablado, escola de atores do Rio de Janeiro, com Maria Clara Machado, onde, mais tarde, passou a lecionar. Dirigiu, escreveu, atuou e produziu diversas peças como Um Peixe Fora D`Àgua, Peter Pan e Diário de Um Adolescente Hipocondríaco, além de atuar em novelas e séries televisivas como Dancing Days,Marrom Glacê e Plumas e Paetês. Atuou, também, no cinema como em Os Sete Gatinhos, Noites do Sertão e Ajuricaba. Fundou, mais tarde, a companhia de palhaços Irmãos Flagelo e passou a dedicar-se a literatura infantil. Atualmente dirige sua própria companhia de teatro, lecionando artes cênicas para crianças e adolescentes. Outro espetáculo da diretora, o infantil Historinhas, está em cartaz no mesmo teatro durante toda a temporada.   Sobre Carlos Drummond de Andrade Nascido em 1902, em Minas Gerais, é um dos maiores poetas, contistas e cronistas da língua portuguesa. Envolvido com o modernismo, criou a publicação A Revista, com o intuito de divulgar o movimento. Alguns de seus poemas como Sentimento do Mundo, A Rosa do Povo e José constam entre diversas listas de maiores poemas do português. Recusou convites para se tornar imortal da Academia Brasileira de Letras. Foi também tradutor de autores como Balzac, Garcia Lorca e Molière.   Sobre Maria Julieta Drummond de Andrade Filha de Carlos Drummond de Andrade e Dolores Dutra de Morais, era contista e cronista. Casou-se com um argentino e mudou-se para Buenos Aires, onde teve três filhos. De 1976 a 1983 foi diretora do Centro Cultural Brasileiro de Buenos Aires. Faleceu em 5 de agosto de 1987, doze dias antes de seu pai. [+] saiba mais 5° Festa da Cordinha | Mestre Chiquinho e Contramestre Marmita 01/10 Esporte 5° Festa da Cordinha | Mestre Chiquinho e Contramestre Marmita Festa da Cordinha é uma confraternização e integração entre os alunos da capoeira de várias escolas. Nesse dia os alunos se apresentam para serem batizados, pegar a primeira cordinha ou evoluir de faixa. Tudo isso em um clima bem descontraído e agradável.   PROGRAMA:  Das 9h às 10h - Palestra sobre capoeira infantil para professores. Local: Sala de Leitura    Das 10h às 10h10 Acolhimento das crianças; Das 10h10 às 11h30 Aulas de cultura popular Brasileira para os Pequenino com Mestre e Contramestre convidado. ​ Das 11h30 às 14h batizado, troca de cordas e encerramento. ​ Local:  Esplanada    [+] saiba mais Rio China Day Artes 29/09 e 30/09 Festival Cidade das Artes recebe dias 29 e 30/09 o RIOCHINADAYARTES Organizado pelo Consulado Geral da República Popular da China, Associações Culturais chinesas e Empresas Chinesas no Rio, o evento tem apoio da Fundação Cidade das Artes e da Secretária de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro. Com entrada gratuita, evento terá apresentações culturais de artistas do Rio e da China, além de gastronomia, dança, teatro, música, cinema, espaço para crianças e muito mais Apresentações de artistas vindos da China, especialistas em artesanato (seda) e na fabricação de Pipas.   Os primeiros chineses que desembarcaram no Brasil vieram para a cidade do Rio de Janeiro plantar chá. Mais de 200 anos depois, os chineses do mundo inteiro e os brasileiros poderão se reunir em torno do projeto RIOCHINADAYARTES. Um dia chinês no Rio! Com muita arte e entrada gratuita. Essa é a proposta do RioChinaDayArtes, projeto inédito que desembarcará dia 29 (sexta) e 30 (sábado) de setembro (no dia 29, das 12h às 20h, e no dia 30, das 14h às 20h), na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca. Artistas da China – vindos especialmente para este evento –, além de artistas locais e muita música, gastronomia, dança, teatro, cinema... Estão no cardápio do evento. O RioChinaDayArtes terá ainda espaço para se conhecer a cultura da china, por meio de exposições, suas entidades culturais e suas empresas. Muitas oportunidades e atrações interativas.   Programação As várias atrações e horários serão divulgadas pelas redes sociais do evento: chinadayartes É curtir, divulgar e aproveitar! Aberto a todas as idades.   Chinaday O Dia Nacional da China (1º de Outubro) marca a Fundação da República Popular da China. É considerado o maior feriado do país, que vai de 1º a 7 de outubro. E transforma a China numa grande festa! As várias formas milenares da cultura chinesa podem ser vistas em celebrações por todas as cidades da China e nas mais diversas partes do mundo, com comunidades chinesas. O Rio receberá pela primeira vez este evento aberto. No Rio, a data é comemorada pelo Consulado-Geral e pelas Associações existentes. Mas sempre em eventos fechados, para convidados. Mas a partir de uma parceria inédita entre o Consulado/Associações Culturais chinesas/ Empresas Chinesas no Rio e Fundação Cidade das Artes/Secretária de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro, os chineses mostrarão um pouco da sua arte para os cariocas, fluminenses e todos os brasileiros e turistas na cidade nos dia 29, das 12h às 20h, e no dia 30, das 14h às 20h, respectivamente.   Dayartes E o local não poderia ser mais estratégico: o templo das artes, a Cidade das Artes, na Barra da Tijuca. A Cidade das Artes inaugurou um novo tempo na vida cultural do Rio de Janeiro. O prédio escultural erguido a dez metros do chão, no coração da Barra da Tijuca, abriga um dos mais importantes e completos espaços para a representação das artes. Aqui, música, teatro, cinema, dança, artes plásticas, e outras manifestações artísticas brasileiras e de todos os povos, têm acolhida de excelência que transformou o lugar em um grande centro de valorização da cultura, com solo fértil para a formação de plateia. Este notável centro de artes é também um grande espaço de convivência, valendo-se dos diferentes ambientes projetados com a intenção de concentrar no mesmo lugar, teatros, cinemas, restaurante, loja, bistrô. As amplas áreas externas cobertas, ao lado do grande espelho d’água no térreo ou no primeiro andar, e mesmo as arquibancadas construídas ao longo das escadas que levam ao futuro restaurante, são atraentes locais de circulação e permanência de público, onde são realizadas performances, exposições, espetáculos abertos, bailes ou eventos para crianças. Acesso ao local via transporte público e do seu amplo estacionamento. O pleno funcionamento e a programação bem cuidada e de excelência da Cidade das Artes trouxe, em muito pouco tempo, a conquista da credibilidade como espaço de referência na cidade do Rio de Janeiro.   Serviço   RIOCHINADAYARTES Data: 29 de setembro – das 12h às 20h, 30 de setembro -- das 14h às 20h   Local: Cidade das Artes – Avenida das Américas, 5300 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ   ENTRADA GRATUITA!   Redes Sociais:  chinadayartes (Facebook, Twitter  e Instagram)   Mais Informações à Imprensa: Daniel Castro - (11) 95123.1000/  Eliane Bueno - (11) 99234-4911 E-mail:  chinadayartes@gmail.com [+] saiba mais Oficina | Videografismo Motion Design | Apresentação do Universo da Animação Digital 30/09 Arte e Educação “O universo da animação digital“   Você já se deu conta que a animação é uma ferramenta visual presente em todas as mídias? Elementos de design animados compõem a linguagem do cinema, TV, web, games e diversas outras mídias presentes no nosso cotidiano.   Para introduzir sobre a história e discorrer sobre conceitos básicos do Motion Design, Tiago da Marta apresentará ferramentas de animação e fará uma oficina na Cidade das Artes.    Como comunicador e atuante em motion designer, Tiago da Marta tem seu próprio estúdio, o TDM VIDEOGRAPHICS, e atende clientes como Gringo Cardia, Comitê Olímpico Brasileiro, Fundação Roberto Marinho, TV Globo entre diversos outros grandes nomes da comunicação e produção audiovisual.     Inscrições: saladeleitura.fca@gmail.com  ou para mais informações 3325-0448 Não é necessário conhecimento técnico em animação para a realização da oficina.   ENTRADA GRATUITA.  [+] saiba mais Concerto do Quarteto Carlos Gomes 23/09 Música Quarteto Carlos Gomes O Quarteto Carlos Gomes tem como seu principal objetivo a divulgação da Música Brasileira, Latino Americana, a Música de nosso tempo, além do amplo repertório composto para este gênero. Composto por quatro dos mais importantes músicos do cenário nacional, o quarteto realiza um constante trabalho de pesquisa junto a bibliotecas e museus sobre material nunca gravado e muitas vezes nunca executado. O quarteto é formado por Cláudio Cruz, regente da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, vencedor de diversos prêmios, entre eles o Grammy Awards,  Adonhiran Reis, spalla da Orquestra Sinfônica da UFRJ, professor do Conservatório Brasileiro de Música, Gabriel Marin, violista da Orquestra Sinfônica da USP e por muitos anos primeira viola da Orquestra Sinfônica Brasileira, e Alceu Reis, que como primeiro violoncelo liderou as orquestras do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, a Orquestra Sinfônica Brasileira, e também foi vencedor do prêmio Grammy Awards. O conjunto vem surpreendendo o cenário musical e conquistando elogiosas críticas de seus pares. Em 2016 gravou um CD pelo Selo Sesc com os três quartetos de Alberto Nepomuceno, em 2017 gravou seu segundo CD com quartetos de Carlos Gomes, Glauco Velásquez e Alexandre Levy. Estes quartetos foram meticulosamente revisados e serão editados pela Editora da Osesp. A temporada 2016-2017 inclui participações em prestigiosos festivais no Brasil e concertos em diversas cidades do país, com a colaboração de importantes artistas como Antônio Meneses, Bruno Giuranna, Monica Salmasso entre outros.   Piazzolla - Adios Nonino https://www.youtube.com/watch?v=_OJ8Lk7qZVE     Beethoven n. 4 op. 18, 10 mov https://www.youtube.com/watch?v=zvZvfV_aPgg#t=10   Villa-Lobos - Quarteto 17, 1o mov https://www.youtube.com/watch?v=pbZlf2ON6oI     Schubert, A morte e a Donzela, 1o mov https://www.youtube.com/watch?v=k1OqmmJc6AQ   PROGRAMA:   Antonio Carlos Gomes Sonata para Cordas Allegro animato Allegro schersozo Largo Vivace- "O Burrico de Pau"   W. A. Mozart Quarteto KV 458 "A Caccia" Allegro vivace assai Menuetto Adagio Allegro assai Antonin Dvorak  Quarteto o. 96 "Americano" Allegro ma non troppo Lento Molto vivace Finale- vivace na non troppo [+] saiba mais Experimentos Sobre o Musical 16/09 e 17/09 Cursos SOBRE A OFICINA Como criar cenas, números, personagens de musical? Qual a história do teatro musical brasileiro, do teatro de revista até hoje? Qual a sua voz? Como potencializar a sua presença em cena? Você já está cantando antes de abrir a boca? Um bom bailarino segue o movimento ou inventa o movimento? É possível dançar com o pensamento? ... A oficina é destinada a atores/cantores iniciantes e profissionais, será um laboratório cênico para colocar no palco essas perguntas. Como material de trabalho, usaremos o repertório de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Jorge Mautner no início dos anos 70. A temática: liberdade, amizade, exílio. Amor, música popular brasileira e rock and roll.     PEDRO BRICIO Diretor e dramaturgo Dirigiu os musicais "S'imbora- a história de Wilson Simonal", "Show em Simonal" e a comédia-musical "Me salve, Musical!". Estudou na Universidade Federal Fluminense (Cinema) e Mestrado em Teatro (Uni-Rio). Cursou a Desmond Jones School of Mime (Londres), a Scuola Internazionalle dell’atore Comico (Itália), e a École Philippe Gaulier (Londres). Encenou textos de Samuel Beckett, Edward Albee, Rafael Spregelburd, Patrícia Melo e Hilda Hilst. Recebeu alguns dos principais prêmios do país pelo seu trabalho, como o Shell, Questão de Crítica, Contigo e APCA.   Se dê uma chance!! Esperamos seu vídeo!   IMPORTANTE: Para se inscrever você tem duas opções: enviar seu currículo com foto ou gravar um vídeo cantando uma das músicas dos discos: - Gilberto Gil - 1971, Barra 69 - Ao vivo na Bahia (Gil e Caetano)  - Caetano Veloso (London,London).  O vídeo pode ser gravado em qualquer formato, inclusive celular.   ENVIAR PARA O E-MAIL: londonlondonmusical@gmail.com A resposta aos inscritos será dada por email no dia 11 de setembro.​   PROGRAMAÇÃO GRATUITA. [+] saiba mais 5º Show de Corais da ACIJA 16/09 Música Show de Corais da ACIJA Criamos em 2013 um Show de Corais buscando valorizar o trabalho, incansável dos Regentes e Coralistas, ao longo de anos. Realizaremos o nosso 5º Show de Corais da ACIJA, com músicas de Rita Lee, no dia 16/09/2017, na Grande Sala da Cidade das Artes. Às 18 horas. Nos anos anteriores tivemos coo referência: Vinicius de Moraes, Dorival Caymi, Chico Buarque e Roberto Carlos.  Temos algumas Empresas que, já descobriu o quanto da importância de se ter um Coral como fonte de diversas formas de crescimento de seus colaboradores. O objetivo principal é integrar os colaboradores em um ambiente de bem-estar, desenvolvendo o espírito de equipe, cooperação e o comprometimento através da manifestação do talento pessoal dos integrantes.   A implantação de um Grupo Coral tem reflexos positivos na imagem da Empresa, uma vez que esta pode utilizar o Grupo Coral não somente para os eventos do calendário, mas também divulgá-lo de uma forma mais ampla. Colaboradores que formam grupos musicais são, por natureza, vocacionados para o voluntariado, atitude e ação que cresce em importância dentro das instituições.  A atividade visa, dentre outros objetivos, estimularem os seres humanos a desenvolverem talentos ou habilidades além do seu ambiente de convivência diária.  Desperta a liderança, comunicação, respiração e expressão verbal correta, apresentação em público, participar de encontros, festivais, elevar autoestima e conhecer atividades desenvolvidas em outros lugares e Instituições.  O Show é um Evento diferenciado valorizando os Maestros, Coralistas e a Música Popular Brasileira. [+] saiba mais Philip Glass 80 | Mais Piano 14/09 Música Philip Glass 80. Mais Piano. Um dos mais importantes nomes da música no mundo,   Philip Glass celebra no Brasil seus 80 anos. Nome de ponta da música mundial e referência da arte contemporânea, Philip Glass é, ao lado de John Adams, um dos dois americanos vivos mais influentes na música de concerto. Seus 80 anos, completados em janeiro de 2017, vêm sendo celebrados em uma extensa turnê mundial que chega ao Brasil em setembro para três espetáculos no Rio de Janeiro e em São Paulo – dois em palco sinfônicos e um ao ar livre, gratuito -, dentro do projeto Mais Piano, com patrocínio da Rede e realização da Dueto Produções. O compositor leva à Cidade das Artes (dia 14) o conjunto de peças Estudos Completos para Piano, ao lado de quatro pianistas convidados: a japonesa Maki Namewaka, a tailandesa-americana Jenny Lin e os brasileiros Ricardo Castro e Heloísa Fernandes.  Os cinco se revezam tocando as 20 peças dos estudos compostos entre 1994 e 2012 e que tiveram estreia em 2013, na Austrália, como programa completo. Ao longo do último ano, este ciclo tem sido apresentado como um dos eventos que celebram a data redonda, com diferentes configurações, que incluem de três a dez pianistas, além de programações sinfônicas, remontagem de óperas e festivais pelo mundo afora. "Os Estudos começaram a ser compostos em meados dos anos 1990 e estou ainda acrescentando peças a essa coleção. Há dois propósitos nessa criação: primeiro, ter música para meus recitais solo. E, em segundo lugar, para que eu amplie a minha técnica como pianista, desafiando minha própria interpretação. O resultado é um conjunto com largo espectro de dinâmica, ritmo e emoção. Espero completar a segunda leva de dez estudos nos próximos anos.", explicou Glass em 2003. Philip Glass continua produzindo incessantemente sua inconfundível música, marcada pela reiteração de células melódicas, harmônicas e rítmicas, na linguagem singular que cunhou como ‘música com estruturas repetitivas’ e que costuma ser chamada de ‘minimalismo’, termo que ele próprio não adota. A lista oficial - http://philipglass.com/compositions/all/ - relaciona mais de 200 peças de todos os formatos, dos solos para vários instrumentos às óperas como Satyagraha e Galileo Galilei. No seu aniversário, em janeiro de 2017, Philip Glass fez a estreia de sua 11a. Sinfonia no Carnegie Hall, NY. Sua incansável busca para expandir a linguagem artística o leva a parcerias com nomes da música pop e da literatura como Paul Simon, David Byrne, Leonard Cohen, Linda Ronstadt, Ravi Shankar, o poeta Allen Ginsberg e a escritora Doris Lessing. O compositor ganhou reconhecimento do grande público a partir da ópera Einstein on The Beach, 1976, de Robert Wilson, e de sua trilha para o filme Koyaanisqtasi, de 1982 – em que cenas do planeta e paisagens desfilavam conjugadas com a música impactante – e até hoje mantém forte ligação com o cinema: escreveu música para numerosas produções, entre elas, As Horas (com Nicole Kidman), O Sonho de Cassandra (de Woody Allen), A Janela Secreta (estrelada por Johnny Depp), Kundun (de Martin Scorcese), O Quarteto Fantástico (2015, direção de Josh Trank) e também os brasileiros Nosso Lar (de Wagner de Assis) e Jenipapo, de Monique Gardenberg, responsável, como produtora, pela atual turnê brasileira de Glass. Com o escultor americano Richard Serra, Glass produziu diversas instalações e intervenções – como no recente Equal, em que ele tocava entre cubos de aço de 40 toneladas empilhados dois a dois. No Brasil, trabalhou com Carlito Carvalhosa em A Soma dos Dias, de 2010: a instalação de Carvalhosa criou uma espiral de panos translúcidos dentro da qual o compositor interpretava suas peças. A relação do compositor com o Brasil, aliás, é sólida. Seu filho Zachary, guitarrista e compositor, passou longo tempo no país. Em 1989, Glass compôs Itaipu, para coro e orquestra. Mesmo ano em que inicia parceria com Gerald Thomas, na ópera Mattogrosso, seguida de outros trabalhos com o encenador, incluindo Carmem com filtro 2. Outra peça para orquestra, de 1997, reflete suas impressões sobre a maior favela da América do Sul: Days and Nights in Rocinha. Além da colaboração com o Uakti  em Oito Peças para um Ballet, para o Grupo Corpo, ele conta que convidou o grupo musical mineiro liderado por Marco Antonio Guimarães para gravar sob sua direção. Sua última passagem pelo Brasil aconteceu em 2011, quando tocou em duo com o violinista Tim Fain em Olinda e São Paulo. Em sua autobiografia, Glass localiza no teatro de Beckett uma das maiores influências para seu estilo. Em 1983, escreveu seu Quarteto de Cordas no. 2 para uma encenação de Company, poema em prosa do dramaturgo. Das muitas peças para dança que ele compôs, destacam-se Glassworks, para o NY City Ballet, coreografado por Jerome Robbins em 1983; In the Upper Room, Twyla Tharp, 1986; para o Alvin Ailey de Lar Lubovitch, fez North Star em 1990. O pianista e compositor, nascido em 1937 e criado em Baltimore, é filho de uma bibliotecária e do dono de uma loja de discos imigrantes lituanos. Estudou filosofia, matemática, se encantou na faculdade com a música serialista de Anton Webern e, em Paris, com os filmes de Jean Cocteau. Estudou na Julliard School em Nova York; com o compositor Darius Milhaud; e com Nadia Boulanger, professora francesa que formou gerações. Sua experiência em Paris e o contato com Ravi Shankar nos anos 1960, mais a vida no bairro boêmio de Nova York nos anos 1970 e 1980, repleto de artistas que experimentavam linguagens e trocavam experiências, provou-se determinante para a interdisciplinaridade de sua obra, que se desdobra em colaborações com artistas de todas as áreas. A música indiana, em particular, foi fundamental para forjar o estilo de reiterações que marca sua obra. Na década de 1970, para sobreviver, dirigia táxi, tinha uma empresa de mudanças e trabalhava como bombeiro hidráulico enquanto compunha (“procurava atividades que tivessem um mínimo ou nenhum significado para mim”, conta ele). Um marco especial foi a criação do Philip Glass Ensemble em 1967. Em 1982, Philip Glass assinou a trilha de Koyaanisqtasi, filme de Godfrey Reggio que fascinou plateias do mundo inteiro. A poderosa e hipnótica combinação de imagens de grandes paisagens – muitas em time-lapse - e a música de Glass foi um espanto. O compositor, ali, ganhava popularidade planetária, que, desde então, não parou de crescer. Ele mantém na Califórnia o centro de estudos e performances Philip Glass Center for the Arts, Science, and the Environment - http://philipglasscenter.org   Pianistas convidados   Maki Namewaka - Vencedora do prêmio Leonid Hreutzer, a artista japonesa construiu sua prestigiosa carreira solo estabelecendo longas parcerias com vários compositores contemporâneos como John Cage e em especial com Philip Glass. Com o marido, o regente Dennis Russell Davies, gravou versão a quatro mãos de peças de Stravinsky como Pássaro de Fogo. www.makinamekawa.com   Jenny Lin - Nascida na Tailândia e criada na Áustria, estudou com Noel Flores na Hochschule für Musik in Vienna, com Julian Martin no Peabody Conservatory de Baltimore e com Dominique Weber em Genebra. É também formada em Literatura Alemã pela Johns Hopkins University. Com mais de três dezenas de CDs, tem se apresentado com grandes orquestras como a American Symphony e Nationale della RAI, em festivais (Mostly Mozart, BAM’s Next Wave, Spoleto/USA, Kings Place London, Chopin Festival Austria); fez seu début no Great Performers do Lincoln Center. Desde 2014, realiza turnê mundial com os Piano Études. www.jennylin.net   Ricardo Castro – Criado em Salvador, estudou até os 18 anos com Esther Cardoso, discípula de Margerith Long, na Escola de Musica e Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia. Estreou aos 8 anos em recital; ingressou aos 20 no Conservatório Superior de Música de Genebra e desenvolveu uma carreira solo e em duo com Maria João Pires.  Vencedor de diversos concursos de primeira linha – como o Leeds International Piano Competition, em 1993 – dedicou-se a partir de 2007 ao projeto Neojibá, inspirado no projeto El Sistema da Venezuela, em paralelo à carreira de intérprete. Em 2013, Ricardo Castro tornou-se o primeiro brasileiro a receber o Honorary Membership da Royal Philharmonic Society. www.ricardocastro.com   Heloísa Fernandes – Pianista e compositora, nasceu em Presidente Prudente, começou a estudar piano aos cinco anos e se formou com orientação de Paulo Gori e Gilberto Tinetti em piano no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, em regência no Centro de Estudos Tom Jobim, em composição na Universidade de São Paulo. Seu trabalho foca na interpretação instrumental da música popular brasileira.  Finalista do Prêmio Visa em 2001, gravou em 2005 seu primeiro CD – Fruto – com suas obras e arranjos de canções de Pixinguinha e Caetano Veloso. Entre os músicos com quem fez parcerias estão Naná Vasconcelos, Zeca Assumpcão e Gil Jardim. Em 2008, fez sua estreia internacional no Spoleto Festival USA em Charleston. Lançou em seguida o projeto Melodias do Brasil - Identidade e Transformação, calcado nas pesquisas musicais de Mário de Andrade, que resultou no CD Candeias. www.heloisafernandes.com   SERVIÇO Philip Glass 80 - Projeto Mais Piano Patrocínio: Rede Realização: Dueto Produções       [+] saiba mais Conversa Literária | Encontro Com a Poesia de João Cabral de Melo Neto 13/09 Arte e Educação Convidado: Antonio Carlos Secchin A Conversa Literária será sobre a vida e a obra do poeta João Cabral de Melo Neto com seu maior estudioso. Secchin, além de falar sobre sua própria trajetória como poeta e professor universitário em que lecionava sobre João Cabral na Faculdade de Letras da UFRJ, conversará e lerá textos de João Cabral, um dos maiores poetas brasileiros. Um importante registro da Literatura Brasileira. Imperdível!! Antonio Carlos Secchin é Poeta, Ensaísta e Crítico Literário. Professor emérito de Literatura Brasileira da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Membro da Academia Brasileira de Letras desde 2004. Poeta com seis livros publicados. Seu livro de poesia reunida, Todos os ventos, foi ganhador de três prêmios de melhor livro do gênero em 2002. Professor convidado das Universidades de Barcelona, Bordeaux, Califórnia, Lisboa, Mérida, México, Los Angeles, Nápoles, Paris (Sorbonne), Rennes e Roma. Pesquisador da obra de João Cabral de Melo Neto, escreveu o livro João Cabral: uma Fala só Lâmina pela editora Cosac  Naify em 2014.   Direção da Conversa Literária: Cintia Barreto   *Escolas interessadas em participar, favor entrar em contato para agendamento pelo e-mail: saladeleitura.fca@gmail.com  ou (21) 3325.0448   [+] saiba mais II Semana Internacional de Piano 03/09 a 08/09 Música II Semana Internacional de Piano Inspirado nos grandes festivais europeus, a Semana Internacional de Piano é uma imersão de música clássica para piano. Com recitais e master classes em horários variados ao longo da semana, o evento promete colocar o Rio e o Brasil no mapa internacional de referências dos festivais de música clássica onde o piano é o protagonista. Após o grande sucesso da 1ª edição realizada em Niterói, setembro 2016, a segunda edição do festival chega às principais salas do Rio de Janeiro. Este ano, contará com a presença de pianistas de renome internacional do Brasil, Croácia, França, Itália e Rússia, que proporcionarão ao público uma jornada de recitais de música clássica num panorama que abrange da música barroca à música contemporânea.     Programação   03/09, 20h: Duo AMA - Mayer Goldenberg e Angela Passos (Brasil) 04/09, 20h: Maja Matijanec (Croácia) 05/09, de 9-19h: Master Class com Oleg Marshev (Rússia) 07/09, 20h: Duo Miroirs - Antonello d’Onofrio e Claudio Soviero (Itália) 08/09, 20h: Simon Ghraichy (França)     03/09 - 20h   DUO AMA 4/2 recital - Recital com obras à quatro mãos e solo   Angela Passos, natural de Niterói, diplomada com bolsa de estudos no Wiener Meisterkurse em Viena e Bacharel em piano pela UFRJ. Já se apresentou em mais de 15 cidades pela Europa, EUA e América Latina, em países como: França, Itália, EUA, Alemanha, Áustria e Argentina. Premiada em concursos nacionais e internacionais. Em 2012, realizou uma tournée pela Itália, executando o recital de abertura do Festival Internacional "Mondi Sonori" em Senago-Milão. Em 2015, foi premiada com “Merit Award” no "Miami International Summer Piano Festival". Em 2016, se apresentou na San Francisco Steinway Piano Gallery, e realizou mais uma turnê pela Europa, com seu duo (Duo AMA),  incluindo a Embaixada Brasileira de Paris.   Mayer Goldenberg, natural  do Rio de Janeiro,  de família russa e romena, diplomado com bolsa de estudos no Wiener Meisterkurse-Viena. Estudou com Nivaldo Tavares, Sonia Goulart (bacharelado em piano- UFRJ) e Licia Lucas. Premiado em concursos nacionais e internacionais, em 2010 foi finalista do Concurso Internacional de Piano de Eivissa-Espanha. Apresentou-se em mais de 20 cidades pela Europa, EUA e América Latina, em países como: França, Itália, Alemanha, Áustria, EUA, Espanha e Argentina. Em 2012 realizou tournée na Itália e abriu o Festival Internacional Mondi Sonori em Senago. Em 2015 foi premiado com “Merit Award”, no "Miami International Summer Piano Festival".Em 2016, realizou outra turnê européia com seu Duo AMA, incluindo a Embaixada Brasileira de Paris, e se apresentou na San Francisco Steinway Piano Gallery.   04/09 - 20h   MAJA MATIJANEC Nascida em Zagreb-Croácia, começou seus estudos aos seis anos de idade. Em 2002 se mudou para Milão, na Itália. Formou-se e obteve o seu Mestrado, no Conservatório Giuseppe Verdi. Estudou com dois grandes pianistas russos: Sijavush Gadjiev e Oleg Marshev. Em Linz,na Áustria obteve seu segundo mestrado. Venceu prestigiados concursos internacionais como: Anton Rubinstein (França) e "Cita 'di Piove di Sacco’"(Itália). Recebeu também a bolsa de estudos Rotary Club e bolsa de estudos da cidade de Zagreb. Apresenta-se há anos, em países como: Itália, Eslovénia, Croácia, Áustria, Alemanha, Espanha, Holanda, entre outros. Atualmente vive e leciona em Berlim, onde se dedica à carreira de pianista internacional.   05/09 - das 09h-12h e das 15h-19h   Master Class com OLEG MARSHEV Nascido em Baku na antiga URSS, foi aluno do famoso Mikhail Voskresensky no Conservatório de Moscou se formando com honras, bem como mais tarde em seu Doutorado. Foi premiado em vários concursos internacionais no Canadá, Itália, Portugal, Espanha, Estados Unidos, confirmando a reputação já conhecida, a de um dos melhores talentos do piano russo de sua geração. Já se apresentou nas melhores salas de concerto e festivais do mundo como: Lincoln Center "Alice Tully Hall", Amsterdam Concertgebouw e Wigmore Hall, Festival "AB Michelangeli" de Brescia e Bergamo, Ruhr Piano Festival na Alemanha e Festival La Roque d'Anthéron na França. Leciona na Universidade Anton Bruckner em Linz, Áustria, bem como em master classes no exterior e, é frequentemente júri convidado de importantes concursos internacionais de piano. Gravou mais de 35 CDs, com destaque para obra completa de Serguei Prokofiev. Todas as suas gravações foram imediatamente atraindo a atenção e grande aclamação da crítica internacional. O CD com os concertos de Shostakovich, é recomendado pela revista BBC Music com as palavras: "Marshev é o fenômeno, o mestre de todos os estados de espírito, a sensibilidade controlada pela inteligência e sentimento."   07/09 - 20h   DUO MIROIRS Recital à quatro mãos   Antonello D´Onofrio, nascido em Puglia- Itália, formou-se no Conservatório G. Verdi de Milão, com excelência, sob a orientação do pianista Daniele Lombardi. Além de solista, integra o Duo  com o pianista Claudio Soviero, duo especializado na obra de Ravel. Apresentou-se em diversos países: Itália, Espanha, China, Alemanha, Brasil, EUA e Indonésia. Venceu mais de 20 concursos de piano: "Pianistas Copa Itália Osimo", "Prêmio Europeu Cidade de Monopoly", "Prêmio JS Bach de Sestri Levante", "Prêmio Internacional cidade de Ostuni", "Prémio Europeu Cidade de Barletta", "Prêmio Internacional Ilhas Borromeu de Dino Ciani", entre outros. Foi diretor artístico de importantes festivais e é, atualmente, diretor artístico do Festival Internacional de Rovello Porro.   Claudio Soviero, pianista italiano, formou-se com honras sob a orientação da professora Olga Shevkenova no Conservatório G. Verdi de Milão. Apresentou-se em prestigiadas salas de concertos em Cracóvia, Varsóvia, Mônaco, Paris, Rio de Janeiro, Córdoba, Einbeck, Milão, Veneza e Nápoles, e em festivais internacionais: Festival Mendelssonh, Maratona Chopin, “Milano Piano City”, entre outros. Venceu concursos nacionais e internacionais, se apresentou com várias orquestras e foi premiado no famoso Concurso Internacional Scriabin-Moscou. Atualmente, integra o Duo Miroirs, se dedica à composição e regência, e participa como colaborador de cantores de ópera em transmissões de rádio e televisão.   08/09 - 20h   SIMON GHRAICHY Após uma cosmopolita infância e adolescência, onde viveu no Líbano, México e Canadá, o pianista de nacionalidade francesa,  aos 16 anos chegou em Paris e entrou para o "Conservatoire à Rayonnement Régional" de Boulogne-Billancourt. Em 2004, ingressou no  "Conservatoire de Paris" e em 2008 no   "Sibelius Academy"de Helsinki. Estudou com Michel Beroff, Daria Hovora, Tuija Hakkila e também participou de master classes com os pianistas Cyprien Katsaris, Jean-Philippe Collard, Gergely Bogányi e Jerome Lowenthal. Recebeu premiações nos concursos internacionais: "Georges Cziffra Foundation’s Prize"na França, "BNDES International Piano Competition" no Rio de Janeiro, "Manuel Ponce Competition" no México. Atuou com importantes orquestras como Orquestra Sinfônica Brasileira( OSB), "State of Mexico Symphony Orchestra", "Cairo Symphony Orchestra", "Lebanese Philharmonic Orchestra", "Cuba National Symphony Orchestra", dentre outras. Professores, júris, mídia internacional, público, todos recebem seu  "virtuosity" (Dauphiné Libéré), seu  "temperament and power" (Wall Street Journal), e " clarity and cleanliness" de seu toque (Jornal do Brasil), mostrando sua facilidade em interpretar as obras mais difíceis. Acaba de gravar seu primeiro cd pelo importante selo, Deutsche Grammophon. [+] saiba mais Global Light of Peace 2017 05/09 Outros Rio de Janeiro receberá o maior evento mundial pela paz Global Light of Peace (Glop 2017), será realizado na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, simultaneamente com outras cinco cidades do mundo, reunindo cerca de 1 milhão de pessoas ao todo A Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, vai receber, no dia 5 de setembro, o evento Global Light of Peace (Glop 2017), que será realizado simultaneamente em seis continentes, com o objetivo de promover a paz e união entre as pessoas de todo o mundo. É o maior evento do gênero no planeta, reunindo, em seis cidades, um público estimado em mais de 1 milhão de pessoas numa meditação de 30 minutos de duração. Além do Brasil, o evento será realizado em Nova York (EUA), Barcelona (Espanha), Iloilo (Filipinas), (Sydney) Austrália e Maputo (Moçambique). A meditação global será transmitida, ao vivo, pela página do Glop 2017 no Facebook. Durante a meditação coletiva, serão acesos globos luminosos que, unidos, formarão o mapa mundi. Cada cidade será responsável por reproduzir um continente, criando uma imagem que será vista em todo o planeta. A conferência é organizada pelo Instituto de Meditação do Caminho do Meio (MMI), com sede na Tailândia e dirigido pelo monge Burin Thitakusalo. “Nosso objetivo é meditar para dar força aos brasileiros, em particular, e ao mundo em geral, para que se concentrem na questão da paz e reconciliação, como condição para a criação do bem-estar para seus cidadãos”, explica o venerável Burin. A expectativa é que líderes de várias religiões estejam lado a lado para levar uma mensagem de tolerância para um mundo melhor e mais feliz para todos, num momento em que assistimos a demonstrações de intolerância, guerras, terrorismo e xenofobia. O Global Light of Peace pretende mostrar que, mais do que nunca, é necessário buscar a paz e a harmonia interior de cada ser humano.   HISTÓRICO O Light of Peace foi realizado originalmente no ano de 2012, com muito sucesso, nas Filipinas, com a adesão de mais de 15 mil pessoas. A iniciativa entrou para o livro Guinness dos Recordes como o evento onde mais balões de luz foram lançados ao céu simultaneamente. Dois anos depois, o evento se repetiu e o número de participantes subiu para 56 mil pessoas, que acenderam a mesma quantidade de velas, criando uma imagem inigualável. A escolha do ano de 2017 e do Rio de Janeiro para a nova edição do evento é significativa. Trata-se do ano da Paz, num momento de muitas influências negativas e desafios acontecendo no mundo. Até mesmo uma pequena movimentação em prol da paz mundial será muito apreciada e será de grande valor. E o Rio de Janeiro vive um momento de desalento e angústia, em que a população precisa de esperança e paz interior, abrindo caminho para dias melhores.       [+] saiba mais A Grande Ressaca 11 Comédias Inusitadas de Matéi Visniec 01/09 a 03/09 Teatro Nas peças que compõem essa peça, Matéi Visniec consegue, com o tom casual de uma conversa cotidiana, tratar dos mais importantes temas que dizem respeito à condição humana: o sentido da vida e da morte, o valor das coisas e das pessoas, a tensão entre indivíduo e sociedade. Organizadas em três grupos  - Fronteiras, Agorafobias e Deserto - , as peças surpreendem por seus desfechos inusitados e pela riqueza de imagens criadas: um fuzil empunhado como um violão; um sentinela que reduz um humano a um "documento válido"; um curso prático de mendicância e outras comédias improváveis. Nestas peças Matéi Visniec nos chama a atenção para o insólito do cotidiano que insistimos em ignorar. Um Teatro que faz sorrir pensando e pensar sorrindo. [+] saiba mais Festival Cervejeiro Carioca 01/09 a 03/09 Festival Festival Cervejeiro Carioca volta à Cidade das Artes nos dias 1, 2 e 3 de setembro Após levar mais 10 mil pessoas ao local em junho, evento retorna com ainda mais opções de cervejas especiais, gastronomia, moda independente e música 4/8/2017 - A parceria entre Festival Cervejeiro Carioca e Cidade das Artes terá um novo capítulo: nos dias 1, 2 e 3 de setembro, o evento retorna à Barra da Tijuca após levar mais de 10 mil pessoas ao local em junho. Esta será a quinta edição do FCC, que tem entrada franca e vem se consolidando como um dos mais completos do Rio. “É uma satisfação para nós retornar à Cidade das Artes, um espaço tão atrativo, que conseguimos ocupar com sucesso na primeira oportunidade que tivemos. Superar aquele desafio e ainda voltar agora mostra que estamos oferecendo um programa de qualidade para o carioca”, afirmou Samuel Shor, organizador do evento ao lado de Diogo Amaral. Para esta edição, o foco do evento segue em dar espaço para produtores locais de cervejas especiais, assim como na diversificação das opções gastronômicas – características cada vez mais marcantes do FCC. Além disso, novamente o Festival terá parceria com a ACervA Rio (Associação dos Cervejeiros Artesanais), que fará brassagem ao vivo, demonstrando como funciona o processo de produção de uma cerveja. A parte musical, outro ponto forte do Festival, não ficará fora do retorno à Cidade das Artes: os DJs Saddam (Rádio Transamérica) e Daniel Faria (Retropicália), residentes do FCC, estão confirmados no comando da pista. Ao longo do mês de agosto, outras atrações ainda serão divulgadas. O Festival contará ainda com Espaço Kids – serviço oferecido aos pais pela Liga da Bagunça – e, assim como nas outras edições, será pet friendly. A Cidade das Artes tem estacionamento pago com 750 vagas. Silo Criativo traz o ingrediente final: uma fotografia da moda e design independentes no RJ Desde a sua primeira edição, o Festival Cervejeiro Carioca acontece paralelamente ao Silo Criativo, evento que oferece aos visitantes uma cuidadosa seleção de marcas independentes de moda e design. Com curadoria da empresária e designer de estampas Tatiana Ribeiro de Castro – fundadora da marca Pano e membro do coletivo Malha –, o Silo chega à sua quinta edição com planos de número recorde de expositores. SERVIÇO Festival Cervejeiro Carioca – 5ª edição . Cidade das Artes (Av. das Américas, 5.300 – Barra da Tijuca) . 1/9, das 17h às 23h . 2/9, das 13h às 23h . 3/9, das 13h às 22h . ENTRADA GRATUITA . EVENTO PET FRIENDLY     [+] saiba mais Trio Capitu e Duo Cello e Movimento apresentam 01/09 e 02/09 Música ComPassos O Trio Capitu, grupo de sopros considerado revelação em 2016 e o Duo Cello e Movimento, formação em que bailarina e violoncelista criam diálogos entre as suas artes, se unem para brindar a música e a dança em um espetáculo inédito, com participação da pianista convidada Suzette Ceccato. O espetáculo é livre para todas as idades, contemplando especialmente o público amante da dança e da música, ávido por performances de artes integradas. No repertório, obras consagradas da música universal e brasileira dialogam com coreografias marcantes, unindo artistas e plateia em torno da beleza promovida pelo encontro dessas duas artes.   Repertório   -A Morte do Cisne Coreografia: Michel Fokine Música: S. Saens - O Cisne   -Assobio à Jato Música: H. Villa-Lobos   -Atraente/Lua Branca Música: Chiquinha Gonzaga (arr. I. Ferreira)   -Chovendo na Roseira Música: Tom Jobim (arr. F. Vilela)   -Onde Vais  Coreografia: Priscilla Mota Música: J. S. Bach - Suíte No. 1 - Prelude   - Prelúdio da Suíte II Música: J. S. Bach             -Lista de Schindler Música: John Williams   -Allegro Appassionato Coreografia: Liana Vasconcelos Música: S. Saens - Allegro Appassionato     -Lamentos Música: Pixinguinha (arr. I. Ferreira)   -Melodia Sentimental Coreografia: Liana Vasconcelos Música: H. Villa-Lobos   -Carinhoso Música: Pixinguinha (arr. I. Ferreira)   - Beatriz   Coreografia: Liana Vasconcelos Música: E. Lobo/C. Buarque (arr. Ricardo Candido)     Sobre o Duo Cello e Movimento O Duo Cello e Movimento, criado em 2015, é formado pela bailarina e produtora cultural Liana Vasconcelos e pelo violoncelista Mateus Ceccato. Seu objetivo é apresentar como o corpo da bailarina se movimenta em interação com a música e a sonoridade do violoncelo, fazendo jus à máxima do coreógrafo George Balanchine, que afirma que "Dança é música feita visível". Seu repertório vai desde os grandes clássicos como "A Morte do Cisne", com coreografia de Michel Fokine e música de Camile Saint-Saens, até as obras contemporâneas, com improvisação musical e coreográfica. O duo já se apresentou: no Rio Cello Internacional Encounter 2015 e 2016; no V Fórum Internacional Rio Cidade Criativa, no MAM; no Teatro Coliseu, em Santos; no Teatro José de Alencar, em Fortaleza; no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no concerto “Todas as vozes”; na Mostra Internacional de Dança de Mato Grosso, em Cuiabá; dentre outros.       Intérpretes   Liana Vasconcelos  Bailarina formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro) e pela Royal Academyof Dance, de Londres. Bacharel em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Mestranda da Fundação Casa de Rui Barbosa com o projeto de pesquisa que propõe a criação de um Museu da Dança no Brasil. É bailarina-intérprete e produtora do filme “Corpo da Cidade”. Segue uma carreira independente como solista de Ballets de repertório. Desde 2014 é bailarina contratada do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.   Mateus Ceccato Foi aluno de David Chew, iniciou o bacharelado em violoncelo na Texas Christian University (EUA), finalizando o curso na UniRio, em 2003. Tem pós-graduação em música de câmara pelo Conservatório Brasileiro de Música. É integrante da Orquestra Petrobras Sinfônica, da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ, da Johann Sebastian Rio, do Trio UFRJ e do Duo Cello e Movimento. Cursa atualmente o Mestrado em Música na UFRJ.   Sobre o Trio Capitu A riqueza da musicalidade, os ritmos e melodias se unem à performance do Trio Capitu, grupo instrumental de formação original e singular: flauta, oboé e fagote. Fundado em 2012, o trio, atualmente grupo residente da Academia Brasileira de Música, vem acumulando reconhecimento de público e de crítica. Finalista do 27o Prêmio da Música Brasileira na categoria “Revelação” e Menção Honrosa pelo site Embrulhador em 2016 pelo álbum de estreia Novos Ventos, o Trio Capitu também foi escolhido para se apresentar na MIMO 2016 e na programação oficial de abertura das comemorações dos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro. Por dois anos consecutivos ganhou o Prêmio Funarte de Concertos Didáticos, levando suas apresentações a escolas da rede pública de ensino e, também foi um dos grupos a se apresentar no aclamado projeto social Doutores da Alegria. O Trio vem colaborando e estabelecendo parcerias com diversos artistas da cena contemporânea nacional, como Clarice Assad e André Muato, Carlos Malta, Rodrigo Lima, Deborah Levy, João Bouhid e outros.   Intérpretes   Sofia Ceccato Natural de Angra dos Reis (RJ), Sofia iniciou seus estudos musicais ao piano, aos 5 anos de idade, com sua mãe Suzette Ceccato. Seis anos mais tarde iniciou a prática de flauta transversal com o professor Paulo César Castilho, ainda em sua cidade natal. Formou-se bacharel em Flauta pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2007 na classe do professor Eduardo Monteiro. Em 2008 foi contemplada com uma bolsa para participar do Young Artists Bayreuth Festival, na Alemanha. Foi visitante intercambista na Universidade da Georgia (EUA), se aperfeiçoando com Angela Jones-Reus em 2009. É pós-graduada em música de câmara pelo Conservatório Brasileiro de Música e mestre em práticas interpretativas pela UNIRIO. Flautista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro desde 2005, Sofia é também apresentadora dos programas Sinfonia Fina e Partituras, ambos exibidos pela TV Brasil. Como solista já se apresentou com a Orquestra Filarmônica de Petrópolis, a Cia. Bachiana Brasileira e, mais recentemente fez sua estreia internacional com a Orquestra Filarmônica de Montevideo no Teatro Solis, executando Masia Muju de Beatriz Lockhart sob regência de Ligia Amadio.   Janaína Perotto Natural de Londrina (PR), iniciou seus estudos de oboé com Luis Carlos Justi, professor com quem formou-se bacharel pela Universidade do Rio de Janeiro – UNIRIO. Foi integrante da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem de 1999 a 2001, ano em que foi premiada com uma bolsa de estudos do governo alemão para se aperfeiçoar na Escola Superior de Música de Karlsruhe, com o professor solista Thomas Indermühle. Durante o período de formação no Brasil, teve masterclasses com professores de renome como Ingo Goritzki, Nicholas Daniel e Andreas Wittman e, na Alemanha, com Christian Schmitt e Jacques Tys. Janaína é primeiro oboé solo da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. É em Mestre em Música, pela Escola de Música da UFRJ, com sua dissertação voltada para a música de câmara de Heitor Villa-Lobos para oboé e corne inglês. Atualmente cursa o doutorado na mesma universidade.   Débora Nascimento Natural do Rio de Janeiro, iniciou os estudos de fagote em 2004 na classe do mestre Noël Devos, estudando o fagote no sistema francês. Em 2006, iniciou os estudos pelo sistema alemão sob orientação do fagotista e professor Elione Medeiros. Integrou o naipe de fagotes da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem de 2008 a 2010, quando assumiu o cargo de Chefe de Naipe na Orquestra Sinfônica de Barra-Mansa. Como solista, atuou à frente da Banda Filarmônica do Rio de Janeiro e da Orquestra Sinfônica da UNIRIO. Participou de diversos festivais de música no país, entre eles o Festival Brasil-Alemanha onde teve aulas de Música de Câmara com Will Sanders e de Técnica de Respiração com o fagotista Pierre Martens. Em 2015 graduou-se na UNIRIO no curso de Bacharelado em Música (Fagote) sob orientação de Elione Medeiros. Atualmente, cursa o mestrado na UFRJ, sob orientação de Aloysio Fagerlande. Foi integrante do Quinteto Lorenzo Fernandez, com quem gravou o cd “Música Carioca de Concerto” e do núcleo pedagógico do projeto social AfroReggae. Atua como fagote solista da Orquestra Sinfônica da Cesgranrio. [+] saiba mais Oficina Assessoria de Imprensa | Entenda o que ela pode fazer por você ou pelo seu negócio. 02/09 Arte e Educação ASSESSORIA DE IMPRENSA Entenda o que ela pode fazer por você ou pelo seu negócio. A assessoria de imprensa é responsável pela interface entre o cliente e a imprensa. Cabe ao assessor transmitir para os jornalistas as novidades de seus clientes. Importante lembrar que assessoria de imprensa  não é publicidade.  Não há compra de espaço e sim resultados de mídia espontânea, espaços estes que são conseguidos de acordo com o diferencial da notícia que temos para contar. Neste workshop, Patricia Villar, à frente da Press Rio Assessoria há dezessete anos,  mostrará como funciona o dia a dia de uma assessoria de imprensa, explicando as etapas para uma boa divulgação e exemplificando com matérias e cases de sucesso. Entre os clientes atendidos por seu escritório atualmente estão o FT Studio do beauty artist Fernando Torquatto, os maquiadores da Tv Globo Gilvete Santos e Ancelmo Saffi, o hairstylist Kleber Rodrig, a clinica de estética Vidhera, a Cia dos Cílios, a grife Enseada Moda Praia, o site de doações Easy2BGood, a Escola Pedra da Gávea, a casa de festas Inventando Moda, entre outros.  .  SITE: www.pressrioassessoria.com Evento Gratuito - Com Inscrições através do: saladeleitura.fca@gmail.com  ou TL: 3325.0448 [+] saiba mais Espetáculo Nada 19/08 a 27/08 Teatro “Nada” Um encontro com Tchekhov a atualidade de um autor que mudou a dramaturgia mundial ganha encenação inusitada, que transita pela ambiguidade de gêneros Gilberto Gawronski assina a montagem e dirige Analu Prestes e Clarisse Derzié Luz a partir de trechos selecionados por ele da obra de Anton Tchekhov. Em um ato, de uma hora e dez minutos, as duas atrizes interpretam personagens masculinos, e também femininos, em atmosfera revestida de sutilezas. A peça “Nada” começou a ser idealizada em novembro do ano passado, quando Analu e Clarisse procuraram Gilberto com nada, a não ser o desejo de fazerem um trabalho em conjunto. “É uma colagem. Usei trechos de peças de Tchekhov que nós três participamos, mas tendo como base “O canto do cisne” e “Malefícios do tabaco”. Analu estava na montagem de ‘As três irmãs’, direção de José Celso Martinez Correa, 1972. Clarisse fez ‘O jardim das cerejeiras’, direção de Paulo Mamede, 1989. Eu participei de ‘A Gaivota’, direção de Enrique Diaz, 2006. E coloquei ainda um pedacinho de ‘Rei Lear’, de Shakespeare, direção de Ron Daniels, com Raul Cortez, onde eu interpretava o Bobo, 2000”. Na casa de Gilberto, uma construção do século XVIII, em Santa Teresa, onde há também amplo espaço teatral, com toque muito contemporâneo, os ensaios fluíram. Analu conta: “Gilberto deu o título e a ideia do espetáculo que começa com o velho ator fazendo pela última vez o monólogo “Malefícios do tabaco”. Ele não quer ir para casa porque não tem ninguém e fica no camarim contracenando com o Ponto, que mora no teatro. Eles bebem vodca, provavelmente, e atravessam a madrugada interpretando personagens. O texto é sobre fazer teatro, sobre a vida e sobre o tempo”. Para Clarisse, este trabalho já estava pronto em alguma dimensão. “Desde que ele trouxe a ideia e depois foi acrescentando os textos com tanta agilidade, em poucos dias a gente tinha a peça na mão. Há uma confluência de desejos”. Para Gilberto, a dramaturgia que está em cena usa a própria vivência dos performers. “Isso me inspira e me sensibiliza. Meu trabalho foi muito intuitivo, mas agrega 40 anos fazendo teatro. Tem horas que me pergunto: qual é o gênero dessa peça? É comedia, drama? Tem até um pouco de musical. Acredito muito nela como um evento teatral. Tchekhov sempre brinca com o lúdico e o poético que está nessa casa que a gente habita em comum, o teatro”. Analu Prestes e Clarisse Derzié Luz interpretam dois homens que, por sua vez, interpretam duas mulheres e, no final, são apenas dois seres humanos. “Há projeções visuais idealizadas por Renato Krueger. “É um recurso plástico aliado ao contexto da peça e é uma tendência - juntar o cinema e o teatro – que faz parte da realidade atual”, explica Gilberto. O cenário aposta em poucos elementos, porém investe na imaginação. “Entrar em cena com o essencial é um desafio para as duas atrizes. Inegável a colaboração estética da Analu por estar também ligada às artes plásticas. Sinto-me a vontade de dizer que sou o diretor da peça e a dramaturgia está na horizontalidade e não em um lugar hierárquico”. O figurino é muito especial e tem um valor afetivo único para Gilberto Gawronski. “Marília Pêra me doou o seu acervo com uma frase muito bonita: ‘Queria que isso não virasse museu, que servisse para vestir outros personagens’. Nada como estar bem acompanhado!” As ambiguidades precisam respirar e em “Nada” elas dominam a cena. Sinopse: Algo que acontece no fim de um espetáculo, inverte a situação e faz o público enxergar um teatro vazio, fechado e sem gente. O teatro é uma casa que vive de movimento. O foco da peça desloca-se da “situação cômica” de alguém que dá uma conferência sobre um tema que não entende nada, para se centrar na tragicomédia da existência de um homem. [+] saiba mais Show Brincando de Papel 20/08 e 27/08 Música Brincando de Papel é uma dupla, formada no Rio de janeiro pelo músico Tomaz Sussekind e a atriz Michelly Lemes, que faz há 7 anos um trabalho musical para o público infantil onde as canções além de entreter e divertir também estimulam o desenvolvimento musical de uma forma lúdica e divertida. Apresentam shows super interativos onde as crianças são incentivadas a participar ativamente interagindo com bonecos, caixas sensoriais, instrumentos reciclados, bolinha de sabão, batucando e dançando. Entre os diversos shows apresentados pela dupla, o Show Brincando de Papel é um show de Rock para crianças, composto de músicas autorais do primeiro CD da dupla, com canções inéditas que convidam as crianças a interagir com as brincadeiras musicais citadas nos temas das letras. No show a dupla conta com mais dois músicos na banda de apoio, onde além das canções autorais, tocam algumas canções de rock que agradam aos pequenos e aos adultos, assim como algumas tradicionais cantigas de roda em versão Rock.     [+] saiba mais