Fundação Cidade das Artes

Memoria

Memória

A Fundação Cidade das Artes é um espaço concebido para abrigar múltiplas atividades artísticas, como exposições, apresentações de dança, teatro e música. Este complexo cultural também é utilizado para palestras, oficinas, congressos, conversas com autores, lançamentos de livros e outras atividades de formação cultural e artística.

Os eventos que ocorrem neste espaço são filmados e fotografados para que todos os interessados possam ter acesso, através deste site, ao histórico de programação da Cidade das Artes e os programas das peças podem ser pesquisados na Sala de Leitura, local onde serão preservados todos os materiais impressos relacionados à programação.

Eventos Passados

Experimentos Sobre o Musical 16/09 e 17/09 Cursos SOBRE A OFICINA Como criar cenas, números, personagens de musical? Qual a história do teatro musical brasileiro, do teatro de revista até hoje? Qual a sua voz? Como potencializar a sua presença em cena? Você já está cantando antes de abrir a boca? Um bom bailarino segue o movimento ou inventa o movimento? É possível dançar com o pensamento? ... A oficina é destinada a atores/cantores iniciantes e profissionais, será um laboratório cênico para colocar no palco essas perguntas. Como material de trabalho, usaremos o repertório de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Jorge Mautner no início dos anos 70. A temática: liberdade, amizade, exílio. Amor, música popular brasileira e rock and roll.     PEDRO BRICIO Diretor e dramaturgo Dirigiu os musicais "S'imbora- a história de Wilson Simonal", "Show em Simonal" e a comédia-musical "Me salve, Musical!". Estudou na Universidade Federal Fluminense (Cinema) e Mestrado em Teatro (Uni-Rio). Cursou a Desmond Jones School of Mime (Londres), a Scuola Internazionalle dell’atore Comico (Itália), e a École Philippe Gaulier (Londres). Encenou textos de Samuel Beckett, Edward Albee, Rafael Spregelburd, Patrícia Melo e Hilda Hilst. Recebeu alguns dos principais prêmios do país pelo seu trabalho, como o Shell, Questão de Crítica, Contigo e APCA.   Se dê uma chance!! Esperamos seu vídeo!   IMPORTANTE: Para se inscrever você tem duas opções: enviar seu currículo com foto ou gravar um vídeo cantando uma das músicas dos discos: - Gilberto Gil - 1971, Barra 69 - Ao vivo na Bahia (Gil e Caetano)  - Caetano Veloso (London,London).  O vídeo pode ser gravado em qualquer formato, inclusive celular.   ENVIAR PARA O E-MAIL: londonlondonmusical@gmail.com A resposta aos inscritos será dada por email no dia 11 de setembro.​   PROGRAMAÇÃO GRATUITA. [+] saiba mais Workshop Afro Zuumba Solidária 16/09 Dança  A dança é uma forma de expressar sentimentos e gerar boa energia. O objetivo do workshop é reunir dança e solidariedade. Será ensinado no workshop uma coreografia específica no ritmo da Afro Zuumba. No mês de setembro a Afro Zuumba Solidária entra na campanha pelo menino Théo. . Théo nasceu com hipoplasia do nervo óptico AO (ambos os olhos). O tratamento é realizado somente na Tailândia através de células-tronco, que não só irá beneficiar sua visão, como também melhorar sua qualidade de vida. Em parceria com a equipe Chair Massage, nosso workshop estará revertendo toda renda obtida para a campanha pela cirurgia do Théo. Mas não é somente esta a novidade. Além das 2 horas de dança afro com o Prof.Yemi, os participantes do workshop ainda terão direito a alguns minutos de massagem oferecida pela equipe Chair Massage. Coordenada pela professora e massoterapeuta Renata Gazotto, a equipe Chair Massage é composta por deficientes visuais do Instituto Benjamin Constant. É sabido que estes profissionais tem uma sensibilidade especial com o tato, o que torna a Chair Massage ainda mais eficaz. Assim, quem quiser participar do Workshop Afro Zuumba Solidária, pode realizar inscrições no local, na hora da aula, ou através de e-mail: orgulhodaafrica@gmail.com   O valor de R$25,00 + 1 kg de alimento, dará direito a aula de Afro Zuumba e a Chair Massage. Não fique de fora!   Vamos gerar solidariedade, dançar e relaxar. As pessoas que não puderem comparecer também podem contribuir comprando o ingresso e oferecendo a alguém, doando alimentos. A Afro Zuumba Solidária é uma iniciativa para fortalecer ações sociais através da dança. Dançar também é ser parte de uma transformação social. Atenção: vagas limitadas!   Sobre o professor Yemi: Prof. Yemi, da African Pride Company é nigeriano e tem trabalho com afrozuumba há 3 anos na cidade do Rio. Com vasta experiência em exercícios aeróbicos, ritmos afro, hip hop, ritmos afro latinos como salsa e merengue. Também é diretor dança profissional, diretor de arte e produtor de eventos. Para ele a dança é o elixir da vida, capaz de curar fisicamente e emocionalmente as pessoas, proporcionando bem estar para todas as idades.   Sobre a Chair Massage: https://www.facebook.com/profile.php?id=100009547748281  Sobre a Campanha Ajude o Theo a ver o mundo: https://www.facebook.com/ajudetheo/ [+] saiba mais 5º Show de Corais da ACIJA 16/09 Música Show de Corais da ACIJA Criamos em 2013 um Show de Corais buscando valorizar o trabalho, incansável dos Regentes e Coralistas, ao longo de anos. Realizaremos o nosso 5º Show de Corais da ACIJA, com músicas de Rita Lee, no dia 16/09/2017, na Grande Sala da Cidade das Artes. Às 18 horas. Nos anos anteriores tivemos coo referência: Vinicius de Moraes, Dorival Caymi, Chico Buarque e Roberto Carlos.  Temos algumas Empresas que, já descobriu o quanto da importância de se ter um Coral como fonte de diversas formas de crescimento de seus colaboradores. O objetivo principal é integrar os colaboradores em um ambiente de bem-estar, desenvolvendo o espírito de equipe, cooperação e o comprometimento através da manifestação do talento pessoal dos integrantes.   A implantação de um Grupo Coral tem reflexos positivos na imagem da Empresa, uma vez que esta pode utilizar o Grupo Coral não somente para os eventos do calendário, mas também divulgá-lo de uma forma mais ampla. Colaboradores que formam grupos musicais são, por natureza, vocacionados para o voluntariado, atitude e ação que cresce em importância dentro das instituições.  A atividade visa, dentre outros objetivos, estimularem os seres humanos a desenvolverem talentos ou habilidades além do seu ambiente de convivência diária.  Desperta a liderança, comunicação, respiração e expressão verbal correta, apresentação em público, participar de encontros, festivais, elevar autoestima e conhecer atividades desenvolvidas em outros lugares e Instituições.  O Show é um Evento diferenciado valorizando os Maestros, Coralistas e a Música Popular Brasileira. [+] saiba mais Philip Glass 80 | Mais Piano 14/09 Música Philip Glass 80. Mais Piano. Um dos mais importantes nomes da música no mundo,   Philip Glass celebra no Brasil seus 80 anos. Nome de ponta da música mundial e referência da arte contemporânea, Philip Glass é, ao lado de John Adams, um dos dois americanos vivos mais influentes na música de concerto. Seus 80 anos, completados em janeiro de 2017, vêm sendo celebrados em uma extensa turnê mundial que chega ao Brasil em setembro para três espetáculos no Rio de Janeiro e em São Paulo – dois em palco sinfônicos e um ao ar livre, gratuito -, dentro do projeto Mais Piano, com patrocínio da Rede e realização da Dueto Produções. O compositor leva à Cidade das Artes (dia 14) o conjunto de peças Estudos Completos para Piano, ao lado de quatro pianistas convidados: a japonesa Maki Namewaka, a tailandesa-americana Jenny Lin e os brasileiros Ricardo Castro e Heloísa Fernandes.  Os cinco se revezam tocando as 20 peças dos estudos compostos entre 1994 e 2012 e que tiveram estreia em 2013, na Austrália, como programa completo. Ao longo do último ano, este ciclo tem sido apresentado como um dos eventos que celebram a data redonda, com diferentes configurações, que incluem de três a dez pianistas, além de programações sinfônicas, remontagem de óperas e festivais pelo mundo afora. "Os Estudos começaram a ser compostos em meados dos anos 1990 e estou ainda acrescentando peças a essa coleção. Há dois propósitos nessa criação: primeiro, ter música para meus recitais solo. E, em segundo lugar, para que eu amplie a minha técnica como pianista, desafiando minha própria interpretação. O resultado é um conjunto com largo espectro de dinâmica, ritmo e emoção. Espero completar a segunda leva de dez estudos nos próximos anos.", explicou Glass em 2003. Philip Glass continua produzindo incessantemente sua inconfundível música, marcada pela reiteração de células melódicas, harmônicas e rítmicas, na linguagem singular que cunhou como ‘música com estruturas repetitivas’ e que costuma ser chamada de ‘minimalismo’, termo que ele próprio não adota. A lista oficial - http://philipglass.com/compositions/all/ - relaciona mais de 200 peças de todos os formatos, dos solos para vários instrumentos às óperas como Satyagraha e Galileo Galilei. No seu aniversário, em janeiro de 2017, Philip Glass fez a estreia de sua 11a. Sinfonia no Carnegie Hall, NY. Sua incansável busca para expandir a linguagem artística o leva a parcerias com nomes da música pop e da literatura como Paul Simon, David Byrne, Leonard Cohen, Linda Ronstadt, Ravi Shankar, o poeta Allen Ginsberg e a escritora Doris Lessing. O compositor ganhou reconhecimento do grande público a partir da ópera Einstein on The Beach, 1976, de Robert Wilson, e de sua trilha para o filme Koyaanisqtasi, de 1982 – em que cenas do planeta e paisagens desfilavam conjugadas com a música impactante – e até hoje mantém forte ligação com o cinema: escreveu música para numerosas produções, entre elas, As Horas (com Nicole Kidman), O Sonho de Cassandra (de Woody Allen), A Janela Secreta (estrelada por Johnny Depp), Kundun (de Martin Scorcese), O Quarteto Fantástico (2015, direção de Josh Trank) e também os brasileiros Nosso Lar (de Wagner de Assis) e Jenipapo, de Monique Gardenberg, responsável, como produtora, pela atual turnê brasileira de Glass. Com o escultor americano Richard Serra, Glass produziu diversas instalações e intervenções – como no recente Equal, em que ele tocava entre cubos de aço de 40 toneladas empilhados dois a dois. No Brasil, trabalhou com Carlito Carvalhosa em A Soma dos Dias, de 2010: a instalação de Carvalhosa criou uma espiral de panos translúcidos dentro da qual o compositor interpretava suas peças. A relação do compositor com o Brasil, aliás, é sólida. Seu filho Zachary, guitarrista e compositor, passou longo tempo no país. Em 1989, Glass compôs Itaipu, para coro e orquestra. Mesmo ano em que inicia parceria com Gerald Thomas, na ópera Mattogrosso, seguida de outros trabalhos com o encenador, incluindo Carmem com filtro 2. Outra peça para orquestra, de 1997, reflete suas impressões sobre a maior favela da América do Sul: Days and Nights in Rocinha. Além da colaboração com o Uakti  em Oito Peças para um Ballet, para o Grupo Corpo, ele conta que convidou o grupo musical mineiro liderado por Marco Antonio Guimarães para gravar sob sua direção. Sua última passagem pelo Brasil aconteceu em 2011, quando tocou em duo com o violinista Tim Fain em Olinda e São Paulo. Em sua autobiografia, Glass localiza no teatro de Beckett uma das maiores influências para seu estilo. Em 1983, escreveu seu Quarteto de Cordas no. 2 para uma encenação de Company, poema em prosa do dramaturgo. Das muitas peças para dança que ele compôs, destacam-se Glassworks, para o NY City Ballet, coreografado por Jerome Robbins em 1983; In the Upper Room, Twyla Tharp, 1986; para o Alvin Ailey de Lar Lubovitch, fez North Star em 1990. O pianista e compositor, nascido em 1937 e criado em Baltimore, é filho de uma bibliotecária e do dono de uma loja de discos imigrantes lituanos. Estudou filosofia, matemática, se encantou na faculdade com a música serialista de Anton Webern e, em Paris, com os filmes de Jean Cocteau. Estudou na Julliard School em Nova York; com o compositor Darius Milhaud; e com Nadia Boulanger, professora francesa que formou gerações. Sua experiência em Paris e o contato com Ravi Shankar nos anos 1960, mais a vida no bairro boêmio de Nova York nos anos 1970 e 1980, repleto de artistas que experimentavam linguagens e trocavam experiências, provou-se determinante para a interdisciplinaridade de sua obra, que se desdobra em colaborações com artistas de todas as áreas. A música indiana, em particular, foi fundamental para forjar o estilo de reiterações que marca sua obra. Na década de 1970, para sobreviver, dirigia táxi, tinha uma empresa de mudanças e trabalhava como bombeiro hidráulico enquanto compunha (“procurava atividades que tivessem um mínimo ou nenhum significado para mim”, conta ele). Um marco especial foi a criação do Philip Glass Ensemble em 1967. Em 1982, Philip Glass assinou a trilha de Koyaanisqtasi, filme de Godfrey Reggio que fascinou plateias do mundo inteiro. A poderosa e hipnótica combinação de imagens de grandes paisagens – muitas em time-lapse - e a música de Glass foi um espanto. O compositor, ali, ganhava popularidade planetária, que, desde então, não parou de crescer. Ele mantém na Califórnia o centro de estudos e performances Philip Glass Center for the Arts, Science, and the Environment - http://philipglasscenter.org   Pianistas convidados   Maki Namewaka - Vencedora do prêmio Leonid Hreutzer, a artista japonesa construiu sua prestigiosa carreira solo estabelecendo longas parcerias com vários compositores contemporâneos como John Cage e em especial com Philip Glass. Com o marido, o regente Dennis Russell Davies, gravou versão a quatro mãos de peças de Stravinsky como Pássaro de Fogo. www.makinamekawa.com   Jenny Lin - Nascida na Tailândia e criada na Áustria, estudou com Noel Flores na Hochschule für Musik in Vienna, com Julian Martin no Peabody Conservatory de Baltimore e com Dominique Weber em Genebra. É também formada em Literatura Alemã pela Johns Hopkins University. Com mais de três dezenas de CDs, tem se apresentado com grandes orquestras como a American Symphony e Nationale della RAI, em festivais (Mostly Mozart, BAM’s Next Wave, Spoleto/USA, Kings Place London, Chopin Festival Austria); fez seu début no Great Performers do Lincoln Center. Desde 2014, realiza turnê mundial com os Piano Études. www.jennylin.net   Ricardo Castro – Criado em Salvador, estudou até os 18 anos com Esther Cardoso, discípula de Margerith Long, na Escola de Musica e Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia. Estreou aos 8 anos em recital; ingressou aos 20 no Conservatório Superior de Música de Genebra e desenvolveu uma carreira solo e em duo com Maria João Pires.  Vencedor de diversos concursos de primeira linha – como o Leeds International Piano Competition, em 1993 – dedicou-se a partir de 2007 ao projeto Neojibá, inspirado no projeto El Sistema da Venezuela, em paralelo à carreira de intérprete. Em 2013, Ricardo Castro tornou-se o primeiro brasileiro a receber o Honorary Membership da Royal Philharmonic Society. www.ricardocastro.com   Heloísa Fernandes – Pianista e compositora, nasceu em Presidente Prudente, começou a estudar piano aos cinco anos e se formou com orientação de Paulo Gori e Gilberto Tinetti em piano no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, em regência no Centro de Estudos Tom Jobim, em composição na Universidade de São Paulo. Seu trabalho foca na interpretação instrumental da música popular brasileira.  Finalista do Prêmio Visa em 2001, gravou em 2005 seu primeiro CD – Fruto – com suas obras e arranjos de canções de Pixinguinha e Caetano Veloso. Entre os músicos com quem fez parcerias estão Naná Vasconcelos, Zeca Assumpcão e Gil Jardim. Em 2008, fez sua estreia internacional no Spoleto Festival USA em Charleston. Lançou em seguida o projeto Melodias do Brasil - Identidade e Transformação, calcado nas pesquisas musicais de Mário de Andrade, que resultou no CD Candeias. www.heloisafernandes.com   SERVIÇO Philip Glass 80 - Projeto Mais Piano Patrocínio: Rede Realização: Dueto Produções       [+] saiba mais Conversa Literária | Encontro Com a Poesia de João Cabral de Melo Neto 13/09 Arte e Educação Convidado: Antonio Carlos Secchin A Conversa Literária será sobre a vida e a obra do poeta João Cabral de Melo Neto com seu maior estudioso. Secchin, além de falar sobre sua própria trajetória como poeta e professor universitário em que lecionava sobre João Cabral na Faculdade de Letras da UFRJ, conversará e lerá textos de João Cabral, um dos maiores poetas brasileiros. Um importante registro da Literatura Brasileira. Imperdível!! Antonio Carlos Secchin é Poeta, Ensaísta e Crítico Literário. Professor emérito de Literatura Brasileira da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Membro da Academia Brasileira de Letras desde 2004. Poeta com seis livros publicados. Seu livro de poesia reunida, Todos os ventos, foi ganhador de três prêmios de melhor livro do gênero em 2002. Professor convidado das Universidades de Barcelona, Bordeaux, Califórnia, Lisboa, Mérida, México, Los Angeles, Nápoles, Paris (Sorbonne), Rennes e Roma. Pesquisador da obra de João Cabral de Melo Neto, escreveu o livro João Cabral: uma Fala só Lâmina pela editora Cosac  Naify em 2014.   Direção da Conversa Literária: Cintia Barreto   *Escolas interessadas em participar, favor entrar em contato para agendamento pelo e-mail: saladeleitura.fca@gmail.com  ou (21) 3325.0448   [+] saiba mais II Semana Internacional de Piano 03/09 a 08/09 Música II Semana Internacional de Piano Inspirado nos grandes festivais europeus, a Semana Internacional de Piano é uma imersão de música clássica para piano. Com recitais e master classes em horários variados ao longo da semana, o evento promete colocar o Rio e o Brasil no mapa internacional de referências dos festivais de música clássica onde o piano é o protagonista. Após o grande sucesso da 1ª edição realizada em Niterói, setembro 2016, a segunda edição do festival chega às principais salas do Rio de Janeiro. Este ano, contará com a presença de pianistas de renome internacional do Brasil, Croácia, França, Itália e Rússia, que proporcionarão ao público uma jornada de recitais de música clássica num panorama que abrange da música barroca à música contemporânea.     Programação   03/09, 20h: Duo AMA - Mayer Goldenberg e Angela Passos (Brasil) 04/09, 20h: Maja Matijanec (Croácia) 05/09, de 9-19h: Master Class com Oleg Marshev (Rússia) 07/09, 20h: Duo Miroirs - Antonello d’Onofrio e Claudio Soviero (Itália) 08/09, 20h: Simon Ghraichy (França)     03/09 - 20h   DUO AMA 4/2 recital - Recital com obras à quatro mãos e solo   Angela Passos, natural de Niterói, diplomada com bolsa de estudos no Wiener Meisterkurse em Viena e Bacharel em piano pela UFRJ. Já se apresentou em mais de 15 cidades pela Europa, EUA e América Latina, em países como: França, Itália, EUA, Alemanha, Áustria e Argentina. Premiada em concursos nacionais e internacionais. Em 2012, realizou uma tournée pela Itália, executando o recital de abertura do Festival Internacional "Mondi Sonori" em Senago-Milão. Em 2015, foi premiada com “Merit Award” no "Miami International Summer Piano Festival". Em 2016, se apresentou na San Francisco Steinway Piano Gallery, e realizou mais uma turnê pela Europa, com seu duo (Duo AMA),  incluindo a Embaixada Brasileira de Paris.   Mayer Goldenberg, natural  do Rio de Janeiro,  de família russa e romena, diplomado com bolsa de estudos no Wiener Meisterkurse-Viena. Estudou com Nivaldo Tavares, Sonia Goulart (bacharelado em piano- UFRJ) e Licia Lucas. Premiado em concursos nacionais e internacionais, em 2010 foi finalista do Concurso Internacional de Piano de Eivissa-Espanha. Apresentou-se em mais de 20 cidades pela Europa, EUA e América Latina, em países como: França, Itália, Alemanha, Áustria, EUA, Espanha e Argentina. Em 2012 realizou tournée na Itália e abriu o Festival Internacional Mondi Sonori em Senago. Em 2015 foi premiado com “Merit Award”, no "Miami International Summer Piano Festival".Em 2016, realizou outra turnê européia com seu Duo AMA, incluindo a Embaixada Brasileira de Paris, e se apresentou na San Francisco Steinway Piano Gallery.   04/09 - 20h   MAJA MATIJANEC Nascida em Zagreb-Croácia, começou seus estudos aos seis anos de idade. Em 2002 se mudou para Milão, na Itália. Formou-se e obteve o seu Mestrado, no Conservatório Giuseppe Verdi. Estudou com dois grandes pianistas russos: Sijavush Gadjiev e Oleg Marshev. Em Linz,na Áustria obteve seu segundo mestrado. Venceu prestigiados concursos internacionais como: Anton Rubinstein (França) e "Cita 'di Piove di Sacco’"(Itália). Recebeu também a bolsa de estudos Rotary Club e bolsa de estudos da cidade de Zagreb. Apresenta-se há anos, em países como: Itália, Eslovénia, Croácia, Áustria, Alemanha, Espanha, Holanda, entre outros. Atualmente vive e leciona em Berlim, onde se dedica à carreira de pianista internacional.   05/09 - das 09h-12h e das 15h-19h   Master Class com OLEG MARSHEV Nascido em Baku na antiga URSS, foi aluno do famoso Mikhail Voskresensky no Conservatório de Moscou se formando com honras, bem como mais tarde em seu Doutorado. Foi premiado em vários concursos internacionais no Canadá, Itália, Portugal, Espanha, Estados Unidos, confirmando a reputação já conhecida, a de um dos melhores talentos do piano russo de sua geração. Já se apresentou nas melhores salas de concerto e festivais do mundo como: Lincoln Center "Alice Tully Hall", Amsterdam Concertgebouw e Wigmore Hall, Festival "AB Michelangeli" de Brescia e Bergamo, Ruhr Piano Festival na Alemanha e Festival La Roque d'Anthéron na França. Leciona na Universidade Anton Bruckner em Linz, Áustria, bem como em master classes no exterior e, é frequentemente júri convidado de importantes concursos internacionais de piano. Gravou mais de 35 CDs, com destaque para obra completa de Serguei Prokofiev. Todas as suas gravações foram imediatamente atraindo a atenção e grande aclamação da crítica internacional. O CD com os concertos de Shostakovich, é recomendado pela revista BBC Music com as palavras: "Marshev é o fenômeno, o mestre de todos os estados de espírito, a sensibilidade controlada pela inteligência e sentimento."   07/09 - 20h   DUO MIROIRS Recital à quatro mãos   Antonello D´Onofrio, nascido em Puglia- Itália, formou-se no Conservatório G. Verdi de Milão, com excelência, sob a orientação do pianista Daniele Lombardi. Além de solista, integra o Duo  com o pianista Claudio Soviero, duo especializado na obra de Ravel. Apresentou-se em diversos países: Itália, Espanha, China, Alemanha, Brasil, EUA e Indonésia. Venceu mais de 20 concursos de piano: "Pianistas Copa Itália Osimo", "Prêmio Europeu Cidade de Monopoly", "Prêmio JS Bach de Sestri Levante", "Prêmio Internacional cidade de Ostuni", "Prémio Europeu Cidade de Barletta", "Prêmio Internacional Ilhas Borromeu de Dino Ciani", entre outros. Foi diretor artístico de importantes festivais e é, atualmente, diretor artístico do Festival Internacional de Rovello Porro.   Claudio Soviero, pianista italiano, formou-se com honras sob a orientação da professora Olga Shevkenova no Conservatório G. Verdi de Milão. Apresentou-se em prestigiadas salas de concertos em Cracóvia, Varsóvia, Mônaco, Paris, Rio de Janeiro, Córdoba, Einbeck, Milão, Veneza e Nápoles, e em festivais internacionais: Festival Mendelssonh, Maratona Chopin, “Milano Piano City”, entre outros. Venceu concursos nacionais e internacionais, se apresentou com várias orquestras e foi premiado no famoso Concurso Internacional Scriabin-Moscou. Atualmente, integra o Duo Miroirs, se dedica à composição e regência, e participa como colaborador de cantores de ópera em transmissões de rádio e televisão.   08/09 - 20h   SIMON GHRAICHY Após uma cosmopolita infância e adolescência, onde viveu no Líbano, México e Canadá, o pianista de nacionalidade francesa,  aos 16 anos chegou em Paris e entrou para o "Conservatoire à Rayonnement Régional" de Boulogne-Billancourt. Em 2004, ingressou no  "Conservatoire de Paris" e em 2008 no   "Sibelius Academy"de Helsinki. Estudou com Michel Beroff, Daria Hovora, Tuija Hakkila e também participou de master classes com os pianistas Cyprien Katsaris, Jean-Philippe Collard, Gergely Bogányi e Jerome Lowenthal. Recebeu premiações nos concursos internacionais: "Georges Cziffra Foundation’s Prize"na França, "BNDES International Piano Competition" no Rio de Janeiro, "Manuel Ponce Competition" no México. Atuou com importantes orquestras como Orquestra Sinfônica Brasileira( OSB), "State of Mexico Symphony Orchestra", "Cairo Symphony Orchestra", "Lebanese Philharmonic Orchestra", "Cuba National Symphony Orchestra", dentre outras. Professores, júris, mídia internacional, público, todos recebem seu  "virtuosity" (Dauphiné Libéré), seu  "temperament and power" (Wall Street Journal), e " clarity and cleanliness" de seu toque (Jornal do Brasil), mostrando sua facilidade em interpretar as obras mais difíceis. Acaba de gravar seu primeiro cd pelo importante selo, Deutsche Grammophon. [+] saiba mais Global Light of Peace 2017 05/09 Outros Rio de Janeiro receberá o maior evento mundial pela paz Global Light of Peace (Glop 2017), será realizado na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, simultaneamente com outras cinco cidades do mundo, reunindo cerca de 1 milhão de pessoas ao todo A Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, vai receber, no dia 5 de setembro, o evento Global Light of Peace (Glop 2017), que será realizado simultaneamente em seis continentes, com o objetivo de promover a paz e união entre as pessoas de todo o mundo. É o maior evento do gênero no planeta, reunindo, em seis cidades, um público estimado em mais de 1 milhão de pessoas numa meditação de 30 minutos de duração. Além do Brasil, o evento será realizado em Nova York (EUA), Barcelona (Espanha), Iloilo (Filipinas), (Sydney) Austrália e Maputo (Moçambique). A meditação global será transmitida, ao vivo, pela página do Glop 2017 no Facebook. Durante a meditação coletiva, serão acesos globos luminosos que, unidos, formarão o mapa mundi. Cada cidade será responsável por reproduzir um continente, criando uma imagem que será vista em todo o planeta. A conferência é organizada pelo Instituto de Meditação do Caminho do Meio (MMI), com sede na Tailândia e dirigido pelo monge Burin Thitakusalo. “Nosso objetivo é meditar para dar força aos brasileiros, em particular, e ao mundo em geral, para que se concentrem na questão da paz e reconciliação, como condição para a criação do bem-estar para seus cidadãos”, explica o venerável Burin. A expectativa é que líderes de várias religiões estejam lado a lado para levar uma mensagem de tolerância para um mundo melhor e mais feliz para todos, num momento em que assistimos a demonstrações de intolerância, guerras, terrorismo e xenofobia. O Global Light of Peace pretende mostrar que, mais do que nunca, é necessário buscar a paz e a harmonia interior de cada ser humano.   HISTÓRICO O Light of Peace foi realizado originalmente no ano de 2012, com muito sucesso, nas Filipinas, com a adesão de mais de 15 mil pessoas. A iniciativa entrou para o livro Guinness dos Recordes como o evento onde mais balões de luz foram lançados ao céu simultaneamente. Dois anos depois, o evento se repetiu e o número de participantes subiu para 56 mil pessoas, que acenderam a mesma quantidade de velas, criando uma imagem inigualável. A escolha do ano de 2017 e do Rio de Janeiro para a nova edição do evento é significativa. Trata-se do ano da Paz, num momento de muitas influências negativas e desafios acontecendo no mundo. Até mesmo uma pequena movimentação em prol da paz mundial será muito apreciada e será de grande valor. E o Rio de Janeiro vive um momento de desalento e angústia, em que a população precisa de esperança e paz interior, abrindo caminho para dias melhores.       [+] saiba mais A Grande Ressaca 11 Comédias Inusitadas de Matéi Visniec 01/09 a 03/09 Teatro Nas peças que compõem essa peça, Matéi Visniec consegue, com o tom casual de uma conversa cotidiana, tratar dos mais importantes temas que dizem respeito à condição humana: o sentido da vida e da morte, o valor das coisas e das pessoas, a tensão entre indivíduo e sociedade. Organizadas em três grupos  - Fronteiras, Agorafobias e Deserto - , as peças surpreendem por seus desfechos inusitados e pela riqueza de imagens criadas: um fuzil empunhado como um violão; um sentinela que reduz um humano a um "documento válido"; um curso prático de mendicância e outras comédias improváveis. Nestas peças Matéi Visniec nos chama a atenção para o insólito do cotidiano que insistimos em ignorar. Um Teatro que faz sorrir pensando e pensar sorrindo. [+] saiba mais Festival Cervejeiro Carioca 01/09 a 03/09 Festival Festival Cervejeiro Carioca volta à Cidade das Artes nos dias 1, 2 e 3 de setembro Após levar mais 10 mil pessoas ao local em junho, evento retorna com ainda mais opções de cervejas especiais, gastronomia, moda independente e música 4/8/2017 - A parceria entre Festival Cervejeiro Carioca e Cidade das Artes terá um novo capítulo: nos dias 1, 2 e 3 de setembro, o evento retorna à Barra da Tijuca após levar mais de 10 mil pessoas ao local em junho. Esta será a quinta edição do FCC, que tem entrada franca e vem se consolidando como um dos mais completos do Rio. “É uma satisfação para nós retornar à Cidade das Artes, um espaço tão atrativo, que conseguimos ocupar com sucesso na primeira oportunidade que tivemos. Superar aquele desafio e ainda voltar agora mostra que estamos oferecendo um programa de qualidade para o carioca”, afirmou Samuel Shor, organizador do evento ao lado de Diogo Amaral. Para esta edição, o foco do evento segue em dar espaço para produtores locais de cervejas especiais, assim como na diversificação das opções gastronômicas – características cada vez mais marcantes do FCC. Além disso, novamente o Festival terá parceria com a ACervA Rio (Associação dos Cervejeiros Artesanais), que fará brassagem ao vivo, demonstrando como funciona o processo de produção de uma cerveja. A parte musical, outro ponto forte do Festival, não ficará fora do retorno à Cidade das Artes: os DJs Saddam (Rádio Transamérica) e Daniel Faria (Retropicália), residentes do FCC, estão confirmados no comando da pista. Ao longo do mês de agosto, outras atrações ainda serão divulgadas. O Festival contará ainda com Espaço Kids – serviço oferecido aos pais pela Liga da Bagunça – e, assim como nas outras edições, será pet friendly. A Cidade das Artes tem estacionamento pago com 750 vagas. Silo Criativo traz o ingrediente final: uma fotografia da moda e design independentes no RJ Desde a sua primeira edição, o Festival Cervejeiro Carioca acontece paralelamente ao Silo Criativo, evento que oferece aos visitantes uma cuidadosa seleção de marcas independentes de moda e design. Com curadoria da empresária e designer de estampas Tatiana Ribeiro de Castro – fundadora da marca Pano e membro do coletivo Malha –, o Silo chega à sua quinta edição com planos de número recorde de expositores. SERVIÇO Festival Cervejeiro Carioca – 5ª edição . Cidade das Artes (Av. das Américas, 5.300 – Barra da Tijuca) . 1/9, das 17h às 23h . 2/9, das 13h às 23h . 3/9, das 13h às 22h . ENTRADA GRATUITA . EVENTO PET FRIENDLY     [+] saiba mais Trio Capitu e Duo Cello e Movimento apresentam 01/09 e 02/09 Música ComPassos O Trio Capitu, grupo de sopros considerado revelação em 2016 e o Duo Cello e Movimento, formação em que bailarina e violoncelista criam diálogos entre as suas artes, se unem para brindar a música e a dança em um espetáculo inédito, com participação da pianista convidada Suzette Ceccato. O espetáculo é livre para todas as idades, contemplando especialmente o público amante da dança e da música, ávido por performances de artes integradas. No repertório, obras consagradas da música universal e brasileira dialogam com coreografias marcantes, unindo artistas e plateia em torno da beleza promovida pelo encontro dessas duas artes.   Repertório   -A Morte do Cisne Coreografia: Michel Fokine Música: S. Saens - O Cisne   -Assobio à Jato Música: H. Villa-Lobos   -Atraente/Lua Branca Música: Chiquinha Gonzaga (arr. I. Ferreira)   -Chovendo na Roseira Música: Tom Jobim (arr. F. Vilela)   -Onde Vais  Coreografia: Priscilla Mota Música: J. S. Bach - Suíte No. 1 - Prelude   - Prelúdio da Suíte II Música: J. S. Bach             -Lista de Schindler Música: John Williams   -Allegro Appassionato Coreografia: Liana Vasconcelos Música: S. Saens - Allegro Appassionato     -Lamentos Música: Pixinguinha (arr. I. Ferreira)   -Melodia Sentimental Coreografia: Liana Vasconcelos Música: H. Villa-Lobos   -Carinhoso Música: Pixinguinha (arr. I. Ferreira)   - Beatriz   Coreografia: Liana Vasconcelos Música: E. Lobo/C. Buarque (arr. Ricardo Candido)     Sobre o Duo Cello e Movimento O Duo Cello e Movimento, criado em 2015, é formado pela bailarina e produtora cultural Liana Vasconcelos e pelo violoncelista Mateus Ceccato. Seu objetivo é apresentar como o corpo da bailarina se movimenta em interação com a música e a sonoridade do violoncelo, fazendo jus à máxima do coreógrafo George Balanchine, que afirma que "Dança é música feita visível". Seu repertório vai desde os grandes clássicos como "A Morte do Cisne", com coreografia de Michel Fokine e música de Camile Saint-Saens, até as obras contemporâneas, com improvisação musical e coreográfica. O duo já se apresentou: no Rio Cello Internacional Encounter 2015 e 2016; no V Fórum Internacional Rio Cidade Criativa, no MAM; no Teatro Coliseu, em Santos; no Teatro José de Alencar, em Fortaleza; no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no concerto “Todas as vozes”; na Mostra Internacional de Dança de Mato Grosso, em Cuiabá; dentre outros.       Intérpretes   Liana Vasconcelos  Bailarina formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (Fundação Theatro Municipal do Rio de Janeiro) e pela Royal Academyof Dance, de Londres. Bacharel em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Mestranda da Fundação Casa de Rui Barbosa com o projeto de pesquisa que propõe a criação de um Museu da Dança no Brasil. É bailarina-intérprete e produtora do filme “Corpo da Cidade”. Segue uma carreira independente como solista de Ballets de repertório. Desde 2014 é bailarina contratada do Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.   Mateus Ceccato Foi aluno de David Chew, iniciou o bacharelado em violoncelo na Texas Christian University (EUA), finalizando o curso na UniRio, em 2003. Tem pós-graduação em música de câmara pelo Conservatório Brasileiro de Música. É integrante da Orquestra Petrobras Sinfônica, da Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ, da Johann Sebastian Rio, do Trio UFRJ e do Duo Cello e Movimento. Cursa atualmente o Mestrado em Música na UFRJ.   Sobre o Trio Capitu A riqueza da musicalidade, os ritmos e melodias se unem à performance do Trio Capitu, grupo instrumental de formação original e singular: flauta, oboé e fagote. Fundado em 2012, o trio, atualmente grupo residente da Academia Brasileira de Música, vem acumulando reconhecimento de público e de crítica. Finalista do 27o Prêmio da Música Brasileira na categoria “Revelação” e Menção Honrosa pelo site Embrulhador em 2016 pelo álbum de estreia Novos Ventos, o Trio Capitu também foi escolhido para se apresentar na MIMO 2016 e na programação oficial de abertura das comemorações dos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro. Por dois anos consecutivos ganhou o Prêmio Funarte de Concertos Didáticos, levando suas apresentações a escolas da rede pública de ensino e, também foi um dos grupos a se apresentar no aclamado projeto social Doutores da Alegria. O Trio vem colaborando e estabelecendo parcerias com diversos artistas da cena contemporânea nacional, como Clarice Assad e André Muato, Carlos Malta, Rodrigo Lima, Deborah Levy, João Bouhid e outros.   Intérpretes   Sofia Ceccato Natural de Angra dos Reis (RJ), Sofia iniciou seus estudos musicais ao piano, aos 5 anos de idade, com sua mãe Suzette Ceccato. Seis anos mais tarde iniciou a prática de flauta transversal com o professor Paulo César Castilho, ainda em sua cidade natal. Formou-se bacharel em Flauta pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2007 na classe do professor Eduardo Monteiro. Em 2008 foi contemplada com uma bolsa para participar do Young Artists Bayreuth Festival, na Alemanha. Foi visitante intercambista na Universidade da Georgia (EUA), se aperfeiçoando com Angela Jones-Reus em 2009. É pós-graduada em música de câmara pelo Conservatório Brasileiro de Música e mestre em práticas interpretativas pela UNIRIO. Flautista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro desde 2005, Sofia é também apresentadora dos programas Sinfonia Fina e Partituras, ambos exibidos pela TV Brasil. Como solista já se apresentou com a Orquestra Filarmônica de Petrópolis, a Cia. Bachiana Brasileira e, mais recentemente fez sua estreia internacional com a Orquestra Filarmônica de Montevideo no Teatro Solis, executando Masia Muju de Beatriz Lockhart sob regência de Ligia Amadio.   Janaína Perotto Natural de Londrina (PR), iniciou seus estudos de oboé com Luis Carlos Justi, professor com quem formou-se bacharel pela Universidade do Rio de Janeiro – UNIRIO. Foi integrante da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem de 1999 a 2001, ano em que foi premiada com uma bolsa de estudos do governo alemão para se aperfeiçoar na Escola Superior de Música de Karlsruhe, com o professor solista Thomas Indermühle. Durante o período de formação no Brasil, teve masterclasses com professores de renome como Ingo Goritzki, Nicholas Daniel e Andreas Wittman e, na Alemanha, com Christian Schmitt e Jacques Tys. Janaína é primeiro oboé solo da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. É em Mestre em Música, pela Escola de Música da UFRJ, com sua dissertação voltada para a música de câmara de Heitor Villa-Lobos para oboé e corne inglês. Atualmente cursa o doutorado na mesma universidade.   Débora Nascimento Natural do Rio de Janeiro, iniciou os estudos de fagote em 2004 na classe do mestre Noël Devos, estudando o fagote no sistema francês. Em 2006, iniciou os estudos pelo sistema alemão sob orientação do fagotista e professor Elione Medeiros. Integrou o naipe de fagotes da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem de 2008 a 2010, quando assumiu o cargo de Chefe de Naipe na Orquestra Sinfônica de Barra-Mansa. Como solista, atuou à frente da Banda Filarmônica do Rio de Janeiro e da Orquestra Sinfônica da UNIRIO. Participou de diversos festivais de música no país, entre eles o Festival Brasil-Alemanha onde teve aulas de Música de Câmara com Will Sanders e de Técnica de Respiração com o fagotista Pierre Martens. Em 2015 graduou-se na UNIRIO no curso de Bacharelado em Música (Fagote) sob orientação de Elione Medeiros. Atualmente, cursa o mestrado na UFRJ, sob orientação de Aloysio Fagerlande. Foi integrante do Quinteto Lorenzo Fernandez, com quem gravou o cd “Música Carioca de Concerto” e do núcleo pedagógico do projeto social AfroReggae. Atua como fagote solista da Orquestra Sinfônica da Cesgranrio. [+] saiba mais Oficina Assessoria de Imprensa | Entenda o que ela pode fazer por você ou pelo seu negócio. 02/09 Arte e Educação ASSESSORIA DE IMPRENSA Entenda o que ela pode fazer por você ou pelo seu negócio. A assessoria de imprensa é responsável pela interface entre o cliente e a imprensa. Cabe ao assessor transmitir para os jornalistas as novidades de seus clientes. Importante lembrar que assessoria de imprensa  não é publicidade.  Não há compra de espaço e sim resultados de mídia espontânea, espaços estes que são conseguidos de acordo com o diferencial da notícia que temos para contar. Neste workshop, Patricia Villar, à frente da Press Rio Assessoria há dezessete anos,  mostrará como funciona o dia a dia de uma assessoria de imprensa, explicando as etapas para uma boa divulgação e exemplificando com matérias e cases de sucesso. Entre os clientes atendidos por seu escritório atualmente estão o FT Studio do beauty artist Fernando Torquatto, os maquiadores da Tv Globo Gilvete Santos e Ancelmo Saffi, o hairstylist Kleber Rodrig, a clinica de estética Vidhera, a Cia dos Cílios, a grife Enseada Moda Praia, o site de doações Easy2BGood, a Escola Pedra da Gávea, a casa de festas Inventando Moda, entre outros.  .  SITE: www.pressrioassessoria.com Evento Gratuito - Com Inscrições através do: saladeleitura.fca@gmail.com  ou TL: 3325.0448 [+] saiba mais Espetáculo Nada 19/08 a 27/08 Teatro “Nada” Um encontro com Tchekhov a atualidade de um autor que mudou a dramaturgia mundial ganha encenação inusitada, que transita pela ambiguidade de gêneros Gilberto Gawronski assina a montagem e dirige Analu Prestes e Clarisse Derzié Luz a partir de trechos selecionados por ele da obra de Anton Tchekhov. Em um ato, de uma hora e dez minutos, as duas atrizes interpretam personagens masculinos, e também femininos, em atmosfera revestida de sutilezas. A peça “Nada” começou a ser idealizada em novembro do ano passado, quando Analu e Clarisse procuraram Gilberto com nada, a não ser o desejo de fazerem um trabalho em conjunto. “É uma colagem. Usei trechos de peças de Tchekhov que nós três participamos, mas tendo como base “O canto do cisne” e “Malefícios do tabaco”. Analu estava na montagem de ‘As três irmãs’, direção de José Celso Martinez Correa, 1972. Clarisse fez ‘O jardim das cerejeiras’, direção de Paulo Mamede, 1989. Eu participei de ‘A Gaivota’, direção de Enrique Diaz, 2006. E coloquei ainda um pedacinho de ‘Rei Lear’, de Shakespeare, direção de Ron Daniels, com Raul Cortez, onde eu interpretava o Bobo, 2000”. Na casa de Gilberto, uma construção do século XVIII, em Santa Teresa, onde há também amplo espaço teatral, com toque muito contemporâneo, os ensaios fluíram. Analu conta: “Gilberto deu o título e a ideia do espetáculo que começa com o velho ator fazendo pela última vez o monólogo “Malefícios do tabaco”. Ele não quer ir para casa porque não tem ninguém e fica no camarim contracenando com o Ponto, que mora no teatro. Eles bebem vodca, provavelmente, e atravessam a madrugada interpretando personagens. O texto é sobre fazer teatro, sobre a vida e sobre o tempo”. Para Clarisse, este trabalho já estava pronto em alguma dimensão. “Desde que ele trouxe a ideia e depois foi acrescentando os textos com tanta agilidade, em poucos dias a gente tinha a peça na mão. Há uma confluência de desejos”. Para Gilberto, a dramaturgia que está em cena usa a própria vivência dos performers. “Isso me inspira e me sensibiliza. Meu trabalho foi muito intuitivo, mas agrega 40 anos fazendo teatro. Tem horas que me pergunto: qual é o gênero dessa peça? É comedia, drama? Tem até um pouco de musical. Acredito muito nela como um evento teatral. Tchekhov sempre brinca com o lúdico e o poético que está nessa casa que a gente habita em comum, o teatro”. Analu Prestes e Clarisse Derzié Luz interpretam dois homens que, por sua vez, interpretam duas mulheres e, no final, são apenas dois seres humanos. “Há projeções visuais idealizadas por Renato Krueger. “É um recurso plástico aliado ao contexto da peça e é uma tendência - juntar o cinema e o teatro – que faz parte da realidade atual”, explica Gilberto. O cenário aposta em poucos elementos, porém investe na imaginação. “Entrar em cena com o essencial é um desafio para as duas atrizes. Inegável a colaboração estética da Analu por estar também ligada às artes plásticas. Sinto-me a vontade de dizer que sou o diretor da peça e a dramaturgia está na horizontalidade e não em um lugar hierárquico”. O figurino é muito especial e tem um valor afetivo único para Gilberto Gawronski. “Marília Pêra me doou o seu acervo com uma frase muito bonita: ‘Queria que isso não virasse museu, que servisse para vestir outros personagens’. Nada como estar bem acompanhado!” As ambiguidades precisam respirar e em “Nada” elas dominam a cena. Sinopse: Algo que acontece no fim de um espetáculo, inverte a situação e faz o público enxergar um teatro vazio, fechado e sem gente. O teatro é uma casa que vive de movimento. O foco da peça desloca-se da “situação cômica” de alguém que dá uma conferência sobre um tema que não entende nada, para se centrar na tragicomédia da existência de um homem. [+] saiba mais Show Brincando de Papel 20/08 e 27/08 Música Brincando de Papel é uma dupla, formada no Rio de janeiro pelo músico Tomaz Sussekind e a atriz Michelly Lemes, que faz há 7 anos um trabalho musical para o público infantil onde as canções além de entreter e divertir também estimulam o desenvolvimento musical de uma forma lúdica e divertida. Apresentam shows super interativos onde as crianças são incentivadas a participar ativamente interagindo com bonecos, caixas sensoriais, instrumentos reciclados, bolinha de sabão, batucando e dançando. Entre os diversos shows apresentados pela dupla, o Show Brincando de Papel é um show de Rock para crianças, composto de músicas autorais do primeiro CD da dupla, com canções inéditas que convidam as crianças a interagir com as brincadeiras musicais citadas nos temas das letras. No show a dupla conta com mais dois músicos na banda de apoio, onde além das canções autorais, tocam algumas canções de rock que agradam aos pequenos e aos adultos, assim como algumas tradicionais cantigas de roda em versão Rock.     [+] saiba mais Choros e Valsas | Um Tributo à Pixinguinha 26/08 a 27/08 Dança Choros e Valsas - Um Tributo à Pixinguinha Um dos maiores sucessos da Companhia de Ballet da Cidade de Niterói volta aos palcos em comemoração aos 25 anos da CBCN com a participação especial da Orquestra Sinfônica Aprendiz com a regência do maestro Evandro Rodriguese. Este espetáculo, com coreografia de Rodrigo Negri, é capaz de revelar emoções e sensações com movimentos de delicadas nuances e grande vigor físico, apresentando uma linguagem de forte teatralidade e inusitada interpretação das músicas de Pixinguinha, ícone da música brasileira. Utilizando quinze pequenas cadeiras de madeira, os bailarinos apresentam um mosaico emocionante e criativo de grande impacto cênico. Os figurinos despojados, com tecidos suaves sobre a pele permitem observar toda a movimentação corporal evidenciando a qualidade técnica e estética destes corpos.   FICHA TÉCNICA  Direção Artística: Pedro Pires  Concepção e Coreografia - Rodrigo Negri  Produção Executiva: Tenara Gabriela  Ensaiadora: Fabiana Nunes  Coordenação de Produção e Logística: Thiago Piquet  Roteiro - Dudu Gama  Iluminação - Paulo Cesar Medeiros  Figurino - Cássio Brasil  Cenário - Alexandre Louzada  Fotografia - Letícia Vinhas  Projeto Gráfico - Anita Santoro e Karla Kalife  Maitre de Ballet: Rosângela Souza (Nêga) e Fran Mello  Professores de Ballet: Fabrícia Cavalcante   Pianista: Tatiana Dumas  Administradora: Valkyria Gagliardi Behera  Presidente da AACCBCN: Fran Mello  Sonoplasta: Valdenir Correa  Camareira: Betty Lopes  Médico: Carlos Henrique Bittencourt  Fisioterapeutas: Helton Freitas e Michelle Costa  Auxiliar de Serviços Gerais: Janaína Lyra   Bailarinos Alex Sena, Alexandra Araújo, André Liberato, Bruna Lopes, Carla Moita, Carol Martins, Claudio Rabelo, Diego Cruz, Gilson Paixão, Isa Kokay, Janaína Castelleti, Jayme Tribuzy, Jeanete Guenka, João Corrêa, Jonathan Carvalheira, Lara Benevides, Leonardo Vieira, Luiz Kerche, Luiz Menezes, Mariana Mesquita, Mirna Nijs, Robson Schmoeller, Simone Lorenzi e Tiago Oliveira. [+] saiba mais Oficina de Criatividade e Mentoria Criativa | Edu Garretano 26/08 Arte e Educação "Tirando seus sonhos do papel com criatividade" Como desenvolver o seu eu criativo? Através de diversos métodos e técnicas, num mergulho no universo da arte criativa, da alta-performance e produtividade o público vai entender como funciona todo esse sistema para usa-lo ao seu favor, descobrindo seus talentos e formas para desenvolve-lo. Contando com mentoria criativa do Diretor de Arte Edu Garretano, o laboratório de imersão “COMO TIRAR SUA IDEIA DO PAPEL” terá como resultado a descoberta de ferramentas para o desenvolvimento de novas metas e atividades, além da disseminação do conhecimento e do aprendizado.   EDU GARRETANO Publicitário de formação, começou com sua própria empresa, trabalhou na agencia Binder no RJ como Diretor de criação. Atuou como Diretor de criação da Ogilvy Action Rio, levando prêmios criativos como Canes Lions, London Award, The One Show, entre outros. Trabalhou para marcas como Coca-Cola, Claro, Siemens e outros. Morou um ano em Nova York numa imersão em artes, design e tecnologia. Além do trabalho de consultoria criativa com a UNNICO e a SANNTO, faz parte do corpo docente da Miami Ad School e do Polo Criativo. Forte representante e disseminador da Economia Criativa e processos de inovação.      SITE: www.edugarretano.com www.guruu.com.br Evento Gratuito com Inscrições: saladeleitura.fca@gmail.com  ou 3325.0448 [+] saiba mais Kiev Ballet – Tributo a Tchaikovsky 23/08 Dança  KIEV BALLET O Kiev Ballet, também conhecido como Ballet da Ópera Nacional da Ucrânia, é uma renomada companhia de balé da cidade de Kiev. Tem como sede e origem o Teatro de Ópera da Ucrânia, inaugurado em 1867, onde iniciou como um pequeno grupo de bailarinos que se apresentavam nas danças folclóricas e balés das óperas locais. No início do século XX, com o crescente intercâmbio com as escolas russas, teve importante impulso com a chegada de bailarinos dos Balés Russos de Paris, que fugiam da 1a Guerra Mundial, quando então começa a diversificar seu repertório e a formar bailarinos de nível internacional.   Em 1919, o diretor do Balé da Ópera de Kiev era Mikhail Mordkin, um dos grandes coreógrafos da Europa, que junto com a irmã do famoso bailarino Vatslav Nijinski, Bronislava, fundou a Escola Coreográfica de Kiev, onde foi revelado Serge Lifar, que posteriormente se tornou Diretor do Ballet do Teatro de Ópera de Paris.  Com as mudanças políticas e sociais do fim da União Soviética, a forte estrutura cultural e artística dos ucranianos, lhes permitiu integrar a elite das companhias europeias de balé.   Em 1950, começam a se apresentar nos principais palcos tanto da Cortina de Ferro como em países como Inglaterra e França, onde em 1960 foram agraciados com a Estrela de Ouro, o maior prêmio da Academia Francesa de Dança.  Após a independência da Ucrânia em 1990, o Kiev Ballet estende suas apresentações à América do Norte e Ásia, além de toda a Europa, se consolidando e sendo reconhecido como uma das principais companhias de balé clássico do mundo.     Kiev Ballet – Tour Brasil 2017  O Balé da Ópera Nacional da Ucrânia (Kiev Ballet), comemora em 2017 seus 150 anos de fundação e apresenta nessa turnê brasileira o “Tributo a Tchaikovsky”, tendo no programa duas de suas obras mais populares e emblemáticas - “O Lago dos Cisnes” e “A Bela Adormecida”.  A tour vai percorrer as seguintes cidades: Curitiba (17/08), Florianópolis (19/08), Porto Alegre (20/08), Rio de Janeiro (23/08), Belo Horizonte (24/08), Sobral (27/08), Brasília (01/09) e Cuiabá (02/09).  Um notável grupo de jovens bailarinos virá ao Brasil, donde se destacam os solistas Kateryna Kozachenko, Jan Vaña, Tatiana Golyakova, Anastasiya Shevchenko e Stanislav Olshanskyi, que somados a um grupo de 27 bailarinos altamente selecionado, executarão este programa especial escolhido especialmente para deleite do público brasileiro, que receberá em seus palcos este expoente da dança clássica mundial.   “Tributo a Tchaikovsky”   Programa:   “O Lago dos Cisnes” Composto originalmente por Piotr Ilitch Tchaikovsky em 1876 em Paris, O Lago dos Cisnes é considerada a primeira música composta por um compositor de sinfonias e concertos em vez de um compositor especialista em música para balé, como era o comum na época.     A obra é sobre a história do jovem Príncipe Siegfried, que se apaixona por Odette, uma rainha transformada em cisne por um feiticeiro malvado. Odette explica a Siegfried que ela está condenada permanecer como cisne até ser resgatada por um homem que jure amor eterno a ela. Depois de percalços, o príncipe consegue destruir o feitiço, transformar sua amada novamente em mulher e juntos, viverem felizes para sempre.             Em 1894, o príncipe Ivan Alexandrovich, então diretor do Teatro Mariinsky de São Petersburgo, decide homenagear Tchaikovsky, que havia falecido um ano antes, criando uma nova versão de ‘O Lago dos Cisnes’. Marius Petipa, que era o principal maître de ballet do Teatro Mariinsky, foi encarregado desta vez de fazer a coreografia.     Devido ao sucesso do lirismo e beleza da coreografia, em janeiro de 1895, vai à cena a obra completa, 4 atos. Com o passar dos anos, “O Lago dos Cisnes” tornou-se o mais popular de todos os balés.   A Bela Adormecida   É um balé de um prólogo e três atos do compositor russo Tchaikovsky, o libreto de Marius Petipa e Ivan Vsevolojsky, e coreografia de Marius Petipa baseado no conto de fadas do escritor francês Charles Perrault. Sua estreia ocorreu no Teatro Mariinsky em São Petersburgo no dia 5 de janeiro de 1890. Tchaikovsky escreveu a obra entre o período do ano de 1888 a 1889. [+] saiba mais Conversa Literária | A Literatura Brasileira Hoje | Com a Palavra, Os Escritores 23/08 Arte e Educação A Conversa Literária do dia 23/08 recebe os escritores Claudia Nina, Godofredo de Oliveira Neto e Ieda de Oliveira para uma Conversa sobre a Literatura, o papel do Escritores hoje na sociedade, seus processos criativos e suas obras. Será uma Conversa pra lá de especial em que o público poderá adentrar no universo particular daqueles que estão fazendo literatura hoje no Brasil.   Direção e curadoria: Cíntia Barreto  Escritores Convidados: Claudia Nina, Godofredo de Oliveira Neto e Ieda de Oliveira [+] saiba mais Cia Deborah Colker - VeRo 18/08 a 20/08 Dança Em 2016 o Brasil sediou o principal evento esportivo do planeta, os Jogos Olímpicos e Deborah Colker teve a honra de ser a Diretora de Movimento responsável pela cerimônia de abertura. Alguns dos espetáculos da Cia de Dança Deborah Colker, notoriamente Rota e Velox trabalham com movimentos artísticos que remetem a prática esportiva como veículo para a liberdade expressiva e orgânica refletida no espírito olímpico. Deborah resolveu juntar partes de Velox, espetáculo lançado em 1995 e Rota em 1997, dois dos maiores sucessos de público da Companhia, tendo tido mais de 2 milhões de espectadores em suas apresentações, criando assim o espetáculo VeRo. Em seu primeiro ato, os movimentos Ostinato, Cotidiano e Sonar utilizam o vocabulário do balé clássico e da dança contemporânea, brincando com gestos do dia a dia e movimentos no solo; imprimindo força, leveza, humor, velocidade e dinâmica, marcas registradas de Deborah. Com um repertório de gestos ordinários transformados em movimentos, carregados de intenção, mas fora de seus contextos, eles evocam o drama, a comédia, o lúdico e o patético, se destacando com seu ritmo e precisão, na busca pelo equilíbrio perfeito. No fundo da cena, o palco verticaliza-se em uma Parede de 7 metros de altura onde os bailarinos realizam um balé aéreo desafiando a lei da gravidade com irretocável desenvoltura. Logo em seguida Kung Fu, Atletismo e Jogo. No segundo ato, os bailarinos se deslocam em estado de flutuação, como astronautas dentro de uma nave sem Gravidade. Os movimentos ganham novas densidades, em meio a manobras milimétricas e vagarosas que demandam um equilíbrio e resistência muscular incomuns, os bailarinos experimentam várias possibilidades de caminhar em suspensão, em todos os sentidos e direções. Por fim, uma Roda de 5 metros de altura toma conta do palco. Inspirada nos parques de diversões e na rotação da Terra, a Roda é a mais perfeita tradução material da investigação em torno da física e da mecânica do movimento. Todos os movimentos dentro e fora da roda buscam a circularidade. Em fluxo contínuo, os bailarinos dançam sob forças centrífugas e centrípetas, a ação propaga-se por cada uma das seis escadas e pelos meandros da Roda, desenhando uma profusão de imagens de grande impacto visual. VeRo coloca em cena a eletrizante combinação de vitalidade e perigo, compilando no palco as marcas características do trabalho de Deborah Colker e forma um terceiro espetáculo que propõe uma ocupação radical do espaço cênico, expondo com proeza os questionamentos de sua coreógrafa sobre a física dos movimentos. Tendo a Petrobras como mantenedora desde 1995, a Companhia consegue uma estabilidade rara no cenário cultural e por conta deste apoio mantem todo o seu repertório em circulação. Neste momento a companhia estreia seu 13º espetáculo, Cão Sem Plumas, baseado na obra de João Cabral de Melo Neto.   Criação, Coreografia e Direção: DEBORAH COLKER Direção Executiva: JOÃO ELIAS Direção de Arte e Cenografia: GRINGO CARDIA Direção Musical: BERNA CEPPAS Figurinos: YAMÊ REIS Desenho de Luz: JORGINHO DE CARVALHO Duração: 1h43 minutos (com intervalo) Classificação: Livre O espetáculo VeRo é patrocinado pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. [+] saiba mais Projeto Só Dança 20/08 Dança No dia 20 de Agosto o Projeto Só Dança/Palco Nino Giovanetti chega a Cidade das Artes na sua primeira apresentação na cidade e as vésperas de comemorar um ano de sua criação. A cidade das Artes, palco de diversos eventos culturais na cidade do Rio de Janeiro, fará do mês de Agosto um mês especial para a Dança, onde estaremos ocupando a praça coberta apresentando as coreografias das escolas, grupos e cias de dança inscritas no evento, como a Cia de Dança Márcia Gaya e a CADAX. O Projeto foi idealizado pelo bailarino Edézio Paz discípulo do grande coreógrafo, professor e bailarino Nino Giovanetti, que leva o nome do palco. O projeto estreou em setembro de 2016, na cidade de Niterói e contou com a participação de diversas escolas locais. O projeto é de circulação que tem a missão de levar apresentações das escolas de dança para as praças e ruas da cidade assim proporcionando cultura e entretenimento para a comunidade local além de criar oportunidades aos artistas locais, de mostrarem o seu trabalho.    Inscrições:  As inscrições estão abertas até o dia 10/08. Maiores informações no telefone (21) 3083-7484 ou no E-mail: jd@jornaldadanca.com.br.    [+] saiba mais Arraiá de Rua do Rio 2017 11/08 a 20/08 Festival Arraiá de Rua do Rio A segunda edição do Arraia de Rua do Rio, acontece em dois fins de semana, 11,12,13 e 18,19 e 20 de Agosto na Cidade das Artes, Barra da Tijuca. Um projeto para resgatar as principais festas regionais do Rio. Serão 6 dias de festa com um público previsto de mais de 2000 pessoas por dia.                       Muitas atrações, brincadeiras, shows,concurso de quadrilha, muita comida típica e food trucks. Uma festa para toda família!  Uma das formas mais tradicionais de resgate a cultura de nossa cidade o Arraia de Rua Rio chega com o objetivo de oferecer ao público carioca de diversas regiões de nossa cidade uma agradável opção de lazer para todas as idades com entrada franca. [+] saiba mais
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