Fundação Cidade das Artes

Destaques da Programação

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Dança

16/07 e 17/07

A Cidade das Artes recebe a premiada companhia de Butô SANKAI JUKU com o espetáculo MEGURI   MEGURI                                                            Mar exuberante,Terra tranquila A palavra MEGURI é representada em caracteres chineses (pictográficos) como 回 e sua pronúncia é  MEGURU   Na forma de verbo, refere-se a fenômenos como água em movimento circular e também tudo o que gira...

Música

06/06

PROGRAMA   JOHANN SEBASTIAN BACH   Suite n°1 para violoncelo solo Suite n°3 para violoncelo solo   Intervalo   Suite n°6 para violoncelo solo   JEAN-GUIHEN QUEYRAS - Técnica e sensibilidade  A precisão e a sensibilidade são as mais enaltecidas qualidades do violoncelista Jean-Guihen Queyras Jean-Guihen Queyras goza de uma reputação invejável como um músico de versatilidade e integridade excepcionais...

Teatro

04/06 a 25/06

O Cão Comendo Mariola - é uma oportunidade da Cidade do Rio de Janeiro entrar em contato com uma parte da obra dramatúrgica de Hamilton Vaz Pereira a partir da leitura de quatro textos escritos, que tornam-se realizações teatrais nos palcos do Rio e do Brasil nas últimas 4 décadas   O público carioca está convidado a assistir nos sábados de junho a leitura de obras teatrais testadas nos nossos palcos e, que agora voltam a ser disponibilizadas para apreciação do espectador de hoje interessado nas artes cênicas...

Eventos Recentes

1 Interlocuções - O estranho nas meninas de Velázquez 03/06 Arte e Educação Palestra | O estranho nas meninas de Velázquez - Professor Alexandre Sá   Como pensar a estética da aparição e da desaparição (da imagem e da poética) dentro do quadro As Meninas e presentificada em algumas personagens retratadas por Velázquez?   Através de um mergulho na obra (e paradoxalmente, inclusive na tela que fica dentro dele), Alexandre Sá conduz uma reflexão que tem por objetivo desvelar alguns conceitos psicanalíticos,como por exemplo, o objeto a e o real. Neste momento, além de fazer uso do Seminário XIII, de Jacques Lacan, recorre a alguns historiadores de arte importantes, como por exemplo Hubert Damisch e Daniel Arasse.   Por último, a arte moderna e contemporânea servem como elementos para pensar o legado de tal obra e reavaliar sua potência enquanto proposta artística.   Alexandre Sá vive e trabalha no Rio de Janeiro. É psicanalista e pós-doutor em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense. É um profissional híbrido que trabalha com as mais diversas linguagens (instalações, performances, objetos e vídeos) e sua pesquisa plástica tem como preocupação estética as relações entre o texto, a imagem, a poesia, a psicanálise e o corpo. Uma de suas particularidades é o diálogo entre teoria e prática, pois atua também como crítico, escrevendo textos para revistas especializadas; além de desenvolver trabalhos como curador. Coordena o curso de Artes Visuais da Unigranrio. É diretor do Instituto de Artes da UERJ e docente do Programa de Pós-Graduação em Artes nesta mesma instituição. É membro do Fórum do Campo Lacaniano Rio de Janeiro e do International of Forums (IF).   [+] saiba mais 1 OSB - Série Rubi 04/06 Música Lee Mills, regência Mason Bates, compositor e DJ   BENJAMIN BRITTEN Peter Grimes | Quatro Interlúdios Marítimos, Op. 33a MASON BATES Interface Líquida Nave Mãe CLAUDE DEBUSSY O Mar [+] saiba mais 1 Investigando bolha de sabão com a Oficina dos Inventores 04/06 Arte e Educação "Se bolinha de sabão é diversão garantida imagina um BOLHÃO! A Oficina dos Inventores junta contação de história, atividades "mão na massa" e instalações interativas com o objetivo de incentivar a curiosidade e a vontade de investigar o mundo. Entre nessa bolha também. "   Ministrado por Vanessa Miranda   Vanessa Miranda psicóloga formada na Florida Atlantic University, FL USA, primeira brasileira a concluir o curso de Aprendizado Investigativo pelo Institute of Inquiry no Exploratorium Museum San Francisco Ca, USA, fundou a Oficina dos Inventores para incentivar crianças a investigarem o mundo através das práticas científicas. O objetivo é contribuir na formação de pessoas com prática em solução de problemas, pensamento crítico e tolerância à diferentes ideias.     Vagas : 40 crianças por horário   Inscrições :  saladeleitura@cidadedasartes.org ou fone.(21) 3325.0448 (terça a domingo| 10h às 18h) [+] saiba mais 1 CineArtes - Lixo Extraordinário 05/06 Cinema O documentário filmado ao longo de três anos acompanha visitas do artista plástico Vik Muniz ao Jardim Gramacho, na prefeitura do Rio de Janeiro, um dos maiores aterros sanitários do mundo. O objetivo inicial de Muniz era criar obras que retratassem os catadores de materiais recicláveis que vivem no local, mas o trabalho com estes personagens revela a dignidade e o desespero que enfrentam quando sugestionados a imaginar suas vidas fora daquele ambiente.  [+] saiba mais 1 Jean-Guihen Queyras 06/06 Música PROGRAMA   JOHANN SEBASTIAN BACH   Suite n°1 para violoncelo solo Suite n°3 para violoncelo solo   Intervalo   Suite n°6 para violoncelo solo   JEAN-GUIHEN QUEYRAS - Técnica e sensibilidade  A precisão e a sensibilidade são as mais enaltecidas qualidades do violoncelista Jean-Guihen Queyras. Jean-Guihen Queyras goza de uma reputação invejável como um músico de versatilidade e integridade excepcionais. Seus horizontes musicais são aparentemente sem limites e ele está presente no cenário musical, tanto como solista com orquestras e maestros internacionais, como músico de câmara e artista solo. Ele já se apresentou com grandes orquestras do mundo, incluindo a Philharmonia, Orchestre de Paris, NHK Symphony, Tokyo Symphony, a Filarmónica de Roterdam, Tonhalle de Zurique, Leipzig Gewandhaus, Budapest Festival Orchestra, Orchestre de la Suisse-Romande e Holanda Philharmonic sob a batuta de maestros como Franz Brüggen, Günther Herbig, Ivan Fischer, Philippe Herreweghe, Yannick Nézet-Séguin, Jiri Belohlavek, Olivier Knussen e Sir Roger Norrington.    Jean-Guihen fez a sua estreia no Carnegie Hall, em Nova York, com o Concerto Köln, em Março de 2004. Jean-Guihen é um expoente entusiasta da música contemporânea e está empenhado em expandir os limites de repertório do seu instrumento.  Ele estreou o concerto de Michael Jarrel, bem como concerto de Johannes-Maria Staud, que estreou na Berlin Konzerthaus e o Musikverein Wien em 2010 e, posteriormente, realizado no Festival de Salzburgo.   Jean-Guihen fez várias gravações de sucesso, a exemplo das Suites solo de Bach em 2008, pelo qual recebeu o reconhecimento imediato, premiado com o Diapason d'Or e CD do Ano em Diapason, CHOC du Monde de la Musique, além das nomeações como Solista do Ano no Victoires de la Musique e artista do Ano dos leitores de Diapason em 2009, quando lançou mais três gravações; um CD Debussy-Poulenc com o pianista Alexandre Tharaud, Cello Concertos do século 21 e, mais recentemente, Vivaldi Cello Concerti com Akademie für Alte Musik Berlin. CDs anteriores incluem de Schubert 'Arpeggione' ao lado de obras de Berg e Webern, Concerto para Violoncelo de Dvorák com a Filarmônica de Praga sob a batuta de Jiri Belohlavek. Jean-Guihen toca um violoncelo feito por Gioffredo Cappa em 1696.     BAIXE O APP CIDADE DAS ARTES E PARTICIPE DAS SUPERPROMOS EXCLUSIVAS! [+] saiba mais 1 Inusitado | Villa-Lobos Ontem e Hoje 07/06 a 08/06 Música INUSITADO | VILLA-LOBOS ONTEM E HOJE   Mais uma vez à frente da curadoria, André Midani reforça o caráter de experimentação do Inusitado, cujo objetivo é deixar os artistas completamente livres para executar suas ideias. “A liberdade criativa e rebelde de cada artista deve ser incentivada. Se ele quiser pintar em vez de cantar, que pinte como um pintor. Ou então, que cante e faça, no transcurso de duas noites, o que ele sempre quis fazer e nunca fez, seja um número de circo, de magia ou um recital de poesia”, comemora Midani, que criou o formato após receber um convite de Emilio Kalil, presidente da Fundação Cidade das Artes, para desenvolver um projeto especialmente para o espaço cultural da Barra   VILLA-LOBOS ONTEM E HOJE   Dado Villa-Lobos (guitarra) ao lado de Cristina Braga (harpa) que toca um dos instrumentos preferidos de Heitor, eles desafiam, a pedido de André Midani, o melhor do tempo e dos dois mundos, o do clássico e o do rock.                                      Composições e músicas gravadas por Dado; prelúdios, bachianas e canções de Heitor. O que é ontem, o que é hoje?   Quem toca o quê? Uma harpa, instrumento milenário, entra no rock, e uma guitarra tange com suas cordas elétricas sons eruditos.   Isto é Inusitado!   Acompanhados ora de quarteto de cordas, ora do contrabaixo de Ricardo Medeiros e da bateria de Joca Moraes, o espetáculo conta ainda com a participação de um jovem de 16 anos - Miguel Braga, que personifica o jovem Heitor Villa-Lobos, com um cello nas mãos.   Dado Villa-Lobos - Guitarra e Voz e Cristina Braga - Harpa e Voz Miguel Braga - Violoncelo Ricardo Medeiros - Contrabaixo Joca Moraes - Bateria de Alfaia   Quarteto de Cordas   Ana de Oliveira - 1º Violino Dhyan Lucas Toffolo - 2º Violino Fernando Thebaldi - Viola David Chew - Violoncelo                          [+] saiba mais 1 OSB - Concertos da Juventude 11/06 Música CLAUDE BOLLING Suíte para Violoncelo e Trio de Jazz Movimentos: Baroque in Rhythm, Concertante, Galop, Ballade, Romantique, Cello Fan   Violoncelo Paulo Santoro Contrabaixo Alexandre Brasil Bateria Andre Frias Piano Tamara Ujakova [+] saiba mais 1 Bia Hetzel - Por onde andam as baleias e os golfinhos? - Oficina Mariana Massarani 11/06 Arte e Educação Bia Hetzel - Por onde andam as baleias e os golfinhos? - Oficina Mariana Massarani   A pesquisadora Bia Hetzel, participante do projeto Ilhas do Rio, mostrará imagens das baleias e filhotes que estão vivendo nas águas do Rio de Janeiro. Em seguida, a premiada ilustradora e escritora Mariana Massarani falará um pouco do universo da ilustração e confeccionará um painel com as crianças.   [+] saiba mais 1 Sura Berditchevsky - Cartas de Maria Julieta e Carlos Drummond de Andrade 11/06 a 12/06 Teatro "Cartas de Julieta e Carlos Drummond de Andrade"  - Um emocionante monólogo com a atriz Sura Berditchevsky   A peça retrata, através das correspondências entre pai e filha, a relação de Maria Julieta e seu pai Carlos Drummond de Andrade. Desde que Maria Julieta tinha cinco anos de idade, pai e filha iniciaram uma profunda e intensa cumplicidade com a troca de cartas. "Julieta e Drummond estabeleceram uma relação de amor, respeito, ética, companheirismo, afinidade intelectual através da literatura”.. Sura dá neste espetáculo um especial destaque à família e à fortíssima relação entre pai e filha. "Família é intimidade. Eles são elegantes na relação, no afeto. Essa intimidade está refletida nas correspondências”, observa Sura.    Duração do espetáculo 60'   Ficha Técnica   Concepção Sura Berditchevsky Direção e Interpretação Sura Berditchevsky Codireção Luis Fernando Philbert Pesquisa de correspondência e idealização do projeto Pedro Drummond, Sura Berditchevsky Direção de arte Bia Junqueira Figurino Wagner Marquette Iluminação Paulo Cesar Medeiros Trilha Alexandre Elias Animação gráfica Renato e Ricardo Vilarouca Pesquisa iconográfica Lucia Cerrone Preparação vocal Rose Gonçalves Programação visual PVDI Preparação corporal Jean Marie Dubrul Produção Lilian Bertin, Celso Lemos M/12                     [+] saiba mais 1 CineArtes - O Sal da Terra 12/06 Cinema O filme conta um pouco da longa trajetória do renomado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado e apresenta seu ambicioso projeto “Gênesis”, expedição que tem como objetivo registrar, a partir de imagens, civilizações e regiões do planeta até então inexploradas. [+] saiba mais 1 Mobilidade Sonora 15/06 Música Mobilidade Sonora é um projeto sócio cultural, que tem por objetivo mobilizar plateias, contribuir para a formação de jovens profissionais, preservar a memória da música brasileira e internacional através de incentivos que possibilitem o surgimento de novos talentos.   Realizado com sucesso desde 2011, o projeto Mobilidade Sonora expande a música através de concertos gratuitos abertos em praças públicas e teatros populares e outros concertos didáticos voltados para jovens alunos da rede pública de ensino. Esses jovens são transportados para grandes teatros onde participam de um bate-papo musical que promove a troca de saberes entres os jovens músicos e maestros de projetos sociais diversos. Em 5 edições o projeto já envolveu aproximadamente 35.000 (trinta e cinco mil) jovens em seus concertos didáticos, 560 mil (quinhentos e sessenta mil) pessoas em seus concertos abertos e mais de 3 milhões de pessoas nas mídias digitais.   ESSE ANO AS ORQUESTRAS FARÃO SUA JUSTA HOMENAGEM AOS JOGOS OLÍMPICOS REALIZADO NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO INCLUINDO EM SEU REPERTÓRIO CANÇÕES OU TRILHAS ESPORTIVAS. Esta iniciativa foi concebida pela Fetranspor por meio do Programa Fetranspor Social. [+] saiba mais 1 Oficina dos Inventores - Força do Vento 18/06 Arte e Educação Oficina dos Inventores - Força do Vento | Vanessa Miranda    A oficina dos Inventores convida crianças a fabricar artefatos que se movem com o vento, ouvir histórias e interagir com as instalações, com o objetivo de incentivar a curiosidade e a vontade de investigar o mundo. O encontro é ministrado pela fundadora do grupo, a psicóloga Vanessa Miranda.    Inscrições pelo e-mail saladeleitura@cidadedasartes.org ou pelo telefone 3325 0448 ( de terça a domingo, das 10h às 18h) Limite de vagas: 40 [+] saiba mais 1 CineArtes - Wall-e 19/06 Cinema A animação acompanha as aventuras do último robô que restou na Terra, encarregado de limpar o planeta, a partir da chegada do robô Eve. Os dois precisam avisar aos humanos que passaram a viver em uma estação espacial que ainda é possível haver vida na Terra. [+] saiba mais 1 Hamilton Vaz Pereira - O Cão Comendo Mariola 04/06 a 25/06 Teatro O Cão Comendo Mariola - é uma oportunidade da Cidade do Rio de Janeiro entrar em contato com uma parte da obra dramatúrgica de Hamilton Vaz Pereira a partir da leitura de quatro textos escritos, que tornam-se realizações teatrais nos palcos do Rio e do Brasil nas últimas 4 décadas.   O público carioca está convidado a assistir nos sábados de junho a leitura de obras teatrais testadas nos nossos palcos e, que agora voltam a ser disponibilizadas para apreciação do espectador de hoje interessado nas artes cênicas.     PROGRAMAÇÃO   LEITURA I   | Sábado, 04 de junho TRATE-ME LEÃO, 1977 Leitores Luisa Arraes, George Sauma, Luana Martau, Igor Angelkorte, Renato Góes, Valentina Herszage, Cesar Cardadeiro, Luiza Casé e Daniel Passi   Em abril de 1977,depois de nove meses de dias extraordinários e noites esplendorosas,uma inédita dramaturgia se estabelece e a trupe teatral Asdrubal Trouxe o Trombone pôde nascer de si mesmo e anunciar a estreia do seu terceiro espetáculo. Fruto de Regina Casé,Luiz Fernando Guimarães,Perfeito Fortuna,Patricia Travassos,Evandro Mesquita, Nina de Pádua e Fábio Junqueira, TRATE-ME LEÃO, texto e direção de Hamilton Vaz Pereira, ganha o epíteto "Criação Coletiva".   LEITURA II  | Sábado, 11 de junho ATALIBA, A GATA SAFIRA , 1987 Leitores Malu Mader, Francisco Cuoco, Maria Padilha, Lena Brito, Fausto Fawcett, Simone Spoladore, Marcos Breda, Cris Larin, Ernesto Piccolo e Rodrigo Penna   No meio dos anos 80, Vaz PE & FAWCETT escrevem essa obra repleta de cenas, canções,cenários e personagen com seus propósitos de vida e esforços para realizá-los.   LEITURA III  | Sábado, 18 de junho NARDJA ZULPÉRIO, 1991 Leitora Regina Casé   No inverno de 1988, Regina Casé convida Hamilton Vaz Pereira para inventar para ela um solo teatral. Durante dois meses os dois misturaram em seus caldeirões cenas,cenários,personagens,palavras,sons e luzes. A realização desse espetáculo celebra o reencontro artístico desses parceiros numa primeira produção pós- ASDRUBAL TROUXE O TROMBONE.   LEITURA IV | Sábado, 25 de junho A LEVE - O PRÓXIMO NOME DA TERRA, 2002 Leitores Julia Lemmertz, Armando Babaiof, Lena Brito, Virginia Cavendish e Isio Ghelman   A Leve - O Próximo Nome da Terra estreia no Rio de janeiro, em maio de 2004. Coloca sobre o palco um pedaço da vida de um pequeno grupo de brasileiros em terras estrangeiras; observa, através de uma série de acontecimentos vividos por seus personagens, um Brasil conectado com o mundo.   CONCEPÇÃO, DIREÇÃO E APRESENTAÇÃO - HAMILTON VAZ PEREIRA TRILHA AO VIVO  -  EXÉRCITO DE BEBÊS   [+] saiba mais 1 Ludi na Floresta da Tijuca | Lançamento do Livro 25/06 Arte e Educação Ludi na Floresta da Tijuca | Lançamento do Livro    A autora e ilustradora Luciana Sandroni vai lançar o livro "Ludi na Floresta da Tijuca", uma aventura com direito a viagens no tempo e mergulhos históricos. O livro é protagonizado pela família Manso, dos livros "Ludi na TV", "Ludi e os fantasmas da Biblioteca Nacional", "Ludi vai à praia", "Ludi na Revolta da Vacina" e "Ludi na chegada e no bota-fora da Família Real". [+] saiba mais 1 OSB - Série Esmeralda II 26/06 Música Neil Thomson, regência Federico Colli, piano     BEETHOVEN Sonata nº 22 em Fá maior, Op. 54 RACHMANINOV Concerto para piano nº 3 em ré menor, Op. 30 KODÁLY Danças de Marosszék NIELSEN Sinfonia nº 2, Op. 16 - “Os Quatro Humores”  [+] saiba mais 1 Ocupação Urbana - Exposição 26/05 a 30/06 Artes Visuais Em Maio a Cidade das Artes celebra o mês das artes urbanas com diferentes manifestações artísticas.   O Grafitti é uma das principais manifestações artísticas contemporâneas. Originalmente surgido como uma forma de protesto, o Grafitti está presente nas principais cidades de todo o mundo, utiliza a arquitetura e os espaços públicos como plataforma e sua temática dialoga com as questões e os problemas urbanos.   Em parceria com o EIXO RIO, a Cidade das Artes apresenta a exposição “Ocupação Urbana” com 14 artistas de diferentes estilos e técnicas. A exposição acontece na Galeria 1 e em alguns espaços da Esplanada da Cidade das Artes.   Os artistas: SARK // TICK // METON // ACME // PAKATO // DAVI // GRAU // CUPIM // KAJA // SMAEL // TITO // TÉO // BOBI // CAZÉ   Abertura da exposição: 26/05 às 19h Bate-papo com os artistas: 26/05 às 17h30 Oficina de Street Art: 14/05 às 15h     [+] saiba mais 1 Sankai Juku | Meguri 16/07 a 17/07 Dança A Cidade das Artes recebe a premiada companhia de Butô SANKAI JUKU com o espetáculo MEGURI   MEGURI                                                            Mar exuberante,Terra tranquila A palavra MEGURI é representada em caracteres chineses (pictográficos) como 回 e sua pronúncia é  MEGURU.  Na forma de verbo, refere-se a fenômenos como água em movimento circular e também tudo o que gira. MEGURI, é, portanto, um termo usado para tudo o que se move ou circula seguindo uma ordem ou um sistema pré-descrito, como a passagem do tempo, o ciclo das quatro estações e as transições que já ocorreram na terra.   Sequência   I.       Um clamor à distância II.      Transformação do fundo do mar III.     Duas superfícies IV.     Premonição – Quietude—Tremores V.      Floresta de Fósseis VI.     Entrelaçamentos VII.   Retorno   SANKAI JUKU sob a direção de USHIO AMAGATSU   SANKAI JUKU foi criada em 1975 sob a direção de Ushio Amagatsu, que pertence à segunda geração de dançarinos de Butô.  Os fundadores desta forma de dança foram  Hijikata e Kazuo Ono. O Butô transcendeu as reações da geração “pós-Hiroshima” no Japão na década de 1960, e lançou a base para uma abordagem radical da dança japonesa contemporânea.   Na visão de Amagatsu, o Butô não é simplesmente uma nova técnica, ou um estilo acadêmico, mas concentra-se na articulação da linguagem corporal a fim de encontrar, no íntimo de cada ser humano, a universalidade serena, mesmo que possa estar, por vezes, ligada a crueldade ou brutalidade.  Porém, a percepção pode variar de um indivíduo para outro.  A busca pessoal de Amagastu baseia-se em “Diálogo com a gravidade” - um livro publicado em 2001 pela Actes Sud Edition.   Antes de praticar Butô, Amatagsu  treinava na “Escola de Dança Clássica e Moderna” em Tóquio.  Em 1975,   Iniciou uma série de oficinas para encontrar dançarinos para sua recém-criada companhia.  Do grupo de 30 - do sexo masculino e feminino - no início, apenas 3 rapazes ficaram até o final de um ano do projeto.  Sankai Juku era então conhecida como uma companhia formada apenas por homens.  Sankai Juku significa, literalmente “oficina da montanha e do mar”, em referência aos dois elementos básicos da topografia japonesa.   Já em 1975, Sankai Juku começou a se apresentar no Japão em pequenos teatros de vanguarda.  A maior montagem do grupo foi KINKAN SHONEN, em 1978. A peça revelou a nova direção artística de Amagatsu, que conferiu ao Butô uma imagem mais clara e mais transparente, assim como também mais telúrica.     A força de cada expressão individual, em cada movimento e em cada emoção íntima, alimenta-se  das origens do mundo para representar uma percepção apaixonada da vida, da morte e da universalidade.   Em 1980, SANKAI JUKU recebeu o primeiro convite para a Europa – para o Festival de Nancy.  A partir de então, radicado em Tóquio, o grupo tem realizado tournées pela Europa, América do Sul, Austrália, Ásia e pelos Estados Unidos.   Fora do âmbito de sua companhia,  AMAGATSU criou uma peça intitulada “Fifth” (O quinto) com cinco dançarinos ocidentais, em 1988.  Encenou, também, a criação mundial da ópera “Trois Soeurs” (Três irmãs), de Peter Eotvos, na Ópera de Lyon(1988), no Théâtre du Chatelet, em Paris,  no Théatre de la Monnaie em Bruxelas, e no Wiener Festwochen em Viena.  Apresentou, ainda, a mais recente montagem de “Lady Sarashina”, também de Peter Eotvos, na Ópera de Lyon e na Opéra Comique de Paris. Amagatsu coreografou uma peça solo para o dançarino indiano Shantala Shivalingappa.     Prêmios    Chevalier des Arts et Lettres - França Président du jury des Rencontres Internationales de Bagnolet - França. Prix du Ministère des Affaires Etrangères du Japon - Japão. Prix du Syndicat National de la Critique pour « Trois Sœurs » - França Prix de l’Association des critiques du Japon - Japão Laurence Olivier Award: meilleure production chorégraphique « Hibiki » - Reino Unido. Président du Jury du Toyota Choreography Award - Japão Art Encouragement Prize du Ministère de la Culture et Education du Japon - Japão Grand Prix of the 6th Asahi Performing Arts Awards - Japão Prix du Syndicat National de la Critique en France pour « Lady Sarashina » - França Commandeur des Arts et Lettres - França   BAIXE O APP CIDADE DAS ARTES E PARTICIPE DAS SUPERPROMOS EXCLUSIVAS! [+] saiba mais 1 Encontro de Corais - Câmara Comunitária da Barra da Tijuca 10/09 Música Em março de 2007, logo após a inauguração de sua sede própria, surgiu o Coral da Câmara Comunitária da Barra da Tijuca.    Formado por pessoas amantes da música e que gostam de cantar, o Coral iniciou suas atividades com, aproximadamente, 60 coralistas adultos, sem limite de idade, em 4 (quatro) vozes. [+] saiba mais