Fundação Cidade das Artes

Destaques da Programação

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Teatro

03/07 a 05/07

CIDADE DAS ARTES RECEBE PREMIADO ESPETÁCULO MULTIMÍDIA PORTUGUÊS   ‘Sombras – A Nossa Tristeza é Uma Imensa Alegria’, com direção de Ricardo Pais, reúne os fadistas Raquel Tavares, José Manuel Barreto, o pianista Mário Laginha e grande elenco, para homenagear a cultura lusitana através do fado, da música e da palavra   ‘Sombras – A Nossa Tristeza É Uma Imensa Alegria’ pode ser definido como um grande tributo a Portugal e, consequentemente, à Língua Portuguesa Dirigido por Ricardo Pais – um dos mais importantes encenadores do país em atividade – o espetáculo estreou em 2010 e cumpriu diversas temporadas de sucesso em terras lusitanas, antes de ganhar o mundo e ser aplaudido em espaços como o Théâtre de La Ville (França) e o Festival Tchékhov (Rússia)...

Música

18/09 e 19/09

Natalie Dessay e Michel Legrand   Natalie Dessay,virtuose da ópera com renome internacional, e Michel Legrand, compositor de algumas das trilhas sonoras mais famosas da história, se apresentam aqui na Cidade das Artes e prometem dois espetáculos inesquecíveis Harmonizando voz, piano, baixo e percussão, Michel Legrand e Natalie Dessay revivem trilhas sonoras famosas dos filmes de Hollywood e do cinema francês...

Dança

05/07

Yoshito Ohno - Mestre do Butô em única apresentação   Flower and Bird (Flor e Pássaro), mais recente trabalho solo do bailarino, mestre do butô, Yoshito Ohno Estreado no Festival Kazuo Ohno de 2013, em Yokohama, o espetáculo consiste na união das novas coreografias de Ohno com o butô, dança criada por Tatsumi Hijikata, em 1985...

Eventos Recentes

1 Sombras - A nossa tristeza é uma imensa alegria - Criação de Ricardo Pais 03/07 a 05/07 Teatro CIDADE DAS ARTES RECEBE PREMIADO ESPETÁCULO MULTIMÍDIA PORTUGUÊS   ‘Sombras – A Nossa Tristeza é Uma Imensa Alegria’, com direção de Ricardo Pais, reúne os fadistas Raquel Tavares, José Manuel Barreto, o pianista Mário Laginha e grande elenco, para homenagear a cultura lusitana através do fado, da música e da palavra   ‘Sombras – A Nossa Tristeza É Uma Imensa Alegria’ pode ser definido como um grande tributo a Portugal e, consequentemente, à Língua Portuguesa. Dirigido por Ricardo Pais – um dos mais importantes encenadores do país em atividade – o espetáculo estreou em 2010 e cumpriu diversas temporadas de sucesso em terras lusitanas, antes de ganhar o mundo e ser aplaudido em espaços como o Théâtre de La Ville (França) e o Festival Tchékhov (Rússia). Entre 3 e 5 de julho, a montagem será apresentada pela primeira vez no Rio de Janeiro, em três sessões especiais na Cidade das Artes. Em cena, o inconsciente mítico e a história do povo português estarão presentes por meio de textos, números de dança, vídeos e fado.   Promoção especial de encerramento do Festival Portugal no Rio - Cidade das Artes 50% de desconto no valor do ingresso/inteira. Estudantes pagam R$10,00, mediante comprovação. Promoção válida para os espetáculos dos dias 3,4 e 5/7.   O roteiro do espetáculo é baseado nos trechos de três textos dramáticos:   Castro de António Ferreira -1550, Frei Luís de Sousa de Almeida Garrett - 1843 e Figurantes de Jacinto Lucas Pires - 2004.   Castro, de António Ferreira   Trata-se de Pedro e de Inês – dos amores entre o herdeiro do trono e uma filha de Espanha, motivo de temores, pois tal ligação representa uma ameaça à independência de Portugal. Sob a pungente impressão de um sonho, Inês de Castro confia os seus receios à Ama, e o Coro anuncia a sua morte. Na ausência de Pedro, D. Afonso IV confronta a Castro, que, rodeada dos filhos, implora clemência. O rei hesita, mas acaba por ceder aos rogos dos seus conselheiros. Inês é assassinada. Pedro é colhido de surpresa pela notícia; entre imprecações, promete vingar o crime e pôr Inês em “estado real”. “Tu serás cá rainha, como foras.” A lenda propaga aquilo de que António Ferreira nos escusa: após ascender ao trono, D. Pedro sujeita os conselheiros a um suplício terrífico, arrancando-lhes os “corações feros”. Impõe a trasladação do corpo da amante de Coimbra para o Mosteiro de Alcobaça, onde ordenara a construção de dois túmulos – um para Inês, outro para si –, e, numa lúgubre cerimónia de coroação, obriga a Corte a beijar a mão putrefacta da Castro. (“Ó Castro, Castro, meu amor constante / Quem me de ti tirar, tire-me a vida.”)   Frei Luís de Sousa, de Almeida Garrett   D. João de Portugal foi dado como perdido na batalha de Alcácer-Quibir (1578), desastre militar onde desapareceu o Rei D. Sebastião e que redundou na perda da independência de Portugal. Após anos de buscas, Madalena de Vilhena, mulher de D. João de Portugal, desposou Manuel de Sousa, que já amava em vida do primeiro marido. Deste segundo casamento nasceu Maria de Noronha, que, aos 13 anos, revela estranha sensibilidade, aguçada pela tuberculose. A casa vive carregada de negros presságios. Ninguém, à exceção da febril Maria e de um velho escudeiro, quer ouvir falar do regresso de D. Sebastião, porque evoca o possível retorno de D. João de Portugal. Num gesto patriótico, D. Manuel incendeia o seu palácio para nele não acolher os opressores castelhanos. A família transfere-se para o solar do suposto morto, onde, vinte e um anos após Alcácer-Quibir, aparece um Romeiro vindo da Terra Santa: é D. João de Portugal. O passado, que se julgava morto, vem engolir os vivos. A família é destruída: Manuel e Madalena ingressam num convento e, numa hemoptise delirante, Maria morre “de vergonha”. Há ainda quem confira a crença popular de que D. Sebastião (“Bastião, Sebastião e Basta”, na escrita do poeta Alexandre O’Neill) regressará numa manhã de nevoeiro.   Figurantes, de Jacinto Lucas Pires   Sete personagens – gente de proveniências, histórias e segredos diversos – encontram-se num lugar indeterminado, que por fim revelará ser um estúdio de televisão. Tentando vencer o medo, procuram em conjunto construir uma história, por entre a qual se vão contando a si próprios, a partir de memórias, restos de ideias, uma ou outra mentira. Pedro é uma das personagens, que a espaços revela a sua história de amor por uma mulher “da vida” (“Uma vez ofereci um ramo de gerúndios brancos a uma mulher. Ela olhou p’ra mim e fez: ‘Oh!’. Só ‘Oh!’. Não a vi nem nunca mais.”), uma história de recusa feita de lapsus linguae, drogas e outros enganos. Dois velhos apresentadores ou actores de variedades – compères também revisitados em Sombras – irrompem por ali, carregados de absurdas e intermitentes memórias da televisão e do “espectáculo”.   [+] saiba mais 1 Flower and Bird 05/07 Dança Yoshito Ohno - Mestre do Butô em única apresentação   Flower and Bird (Flor e Pássaro), mais recente trabalho solo do bailarino, mestre do butô, Yoshito Ohno. Estreado no Festival Kazuo Ohno de 2013, em Yokohama, o espetáculo consiste na união das novas coreografias de Ohno com o butô, dança criada por Tatsumi Hijikata, em 1985. A montagem é inspirada em diversos movimentos de vanguarda, como expressionismo, surrealismo, construtivismo, acompanhados pela projeção do lendário filme de Eikoh Hosoe, The Navel and A-bomb (1960).   Envolvido pelo universo da dança desde criança, Yoshito Ohno, filho de Kazuo Ohno – um dos precursores do butô –, nasceu em Tóquio em 1938 e estreou profissionalmente aos 20 anos, na montagem de Oldman And Sea (O Velho e o Mar), e, na sequência, em Kinjiki, de Tatsumi Hijikata. Uniu-se ao movimento butô de Hijikata durante os anos 60 e se aposentou em 1969, após sua primeira apresentação solo na modalidade. Voltou aos palcos em 1985 com Dead Sea (O Mar Morto), de Kazuo Ohno. Desde 1986 assina a direção de todas as montagens das obras de Kazuo Ohno. Dentre seus trabalhos solo estão Dorian Glay’s Last Portrait  (O último retrato de Dorian Gray), de 1998; Kuu, de 2007; e Flower and Bird’s  (Flor e pássaro), de 2013. [+] saiba mais 1 Inusitado - Anitta/Arlindo Cruz e Arnaldo Antunes 07/07 a 08/07 Música Concebido com o objetivo de proporcionar a artistas renomados, de áreas distintas, novas possibilidades de experimentação criativa, o projeto Inusitado inaugurou em abril, na Cidade das Artes, a sua terceira edição. O idealizador e curador da série, André Midani - um dos nomes mais importantes da indústria fonográfica brasileira nos últimos 60 anos -, responde pela seleção do elenco, mas deixa a cargo dos artistas a escolha e elaboração do que será apresentado.   “Os artistas têm carta branca para pensar e executar quaisquer ideias que venham à cabeça, com a condição de que estas estejam fora dos padrões normais de suas trajetórias. É uma oportunidade para saírem da zona de conforto e emprestarem frescor ao processo criativo”, explica Midani. Alcione abriu a temporada com um show Inusitado, cantando clássicos da música francesa. Em seguida, o projeto apresentou Zélia Duncan em homenagem a Milton Nascimento.   Agora é a vez de ANITTA, ARLINDO CRUZ E ARNALDO ANTUNES  com um show absolutamente  INUSITAAADO - SAMBA/ROCK/FUNK!   ANITTA   Em 2013, Anitta firmou seu nome no cenário musical ao lançar ''Show Das Poderosas'', a música e o seu clipe venceram as categorias "Música Chiclete" e "Melhor Clipe", respectivamente, do Prêmio Multishow de Música Brasileira 2013. No mesmo ano, a cantora e compositora também foi eleita “Cantora Revelação” pelo iTunes e pelos críticos da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), Prêmio Melhores do Ano no segmento melhor canção do Domingão do Faustão. Virou um fenômeno nacional e alcançou o top das paradas de sucesso das rádios, até janeiro de 2014, suas músicas chegaram a mais de 200 milhões de views no Youtube. A revista americana Forbes comparou Anitta como a Shakira por conta do "World Music Appeal" (apelo musical mundial) e afirmou que a cantora tinha potencial para ser uma superstar global.     ARLINDO CRUZ   Arlindo Cruz é, com certeza, um dos maiores artistas vivos do Brasil. Descendente de uma linhagem musical que está nas origens do samba na Casa da Tia Ciata com Donga, Pixinguinha e Joāo da Baiana, passando pelas rodas de samba promovidas por Candeia, chegando aos pagodes no Cacique de Ramos e o grupo Fundo de Quintal, Arlindo Cruz carrega com propriedade e orgulho o legado das religiões afro-brasileiras. Ele, mais do que ninguém, sabe da magia e da riqueza que há no som dos atabaques.   Arlindo é músico profissional, exímio nas cordas dedilhadas, sobretudo cavaquinho e banjo. Se não fosse compositor e cantor, poderia viver disso. Suas composições, sempre com interessantes soluções harmônicas e melodias trabalhadas, revelam que foram feitas por um músico (o que no samba, cheio de compositores mais intuitivos que técnicos, é um curioso diferencial).   Logo aos sete anos, o menino ganhou o primeiro cavaquinho. Empolgado com o instrumento, esperava ansioso o pai chegar do trabalho para aprender a tocar. Aos 12 já tirava muitas músicas de ouvido, e, como seu irmão, Acyr Marques, aprendia violão.   Arlindo Cruz tem mais de 550 músicas gravadas por diversos artistas e é considerado o responsável pela proliferação do banjo no samba. Arlindo Cruz saiu do Fundo de Quintal em 1993 e começou um carreira solo, logo depois fez parceria com Sombrinha. e anos depois se casou e teve um filho lindo chamado Arlindo também.   A partir de meados da década de 90, Arlindo passou a concorrer nas disputadas eliminatórias de samba enredo de sua escola de samba do coração: o Império Serrano. A primeira vitória foi em 1996, no enredo “E verás que um filho teu não foge à luta”. Arlindo emplacou o hino imperiano também no ano seguinte, mas a escola acabou caindo para o Grupo de Acesso A. Arlindo ainda venceu na Serrinha em 1999, 2001 – samba que ganhou o Estandarte de Ouro do jornal O Globo, 2003, 2006 e 2007.   Arlindo concorreu em 2008 pela primeira vez em outra escola. Ele venceu na Grande Rio no enredo “Do Verde de Coarí Vem Meu Gás, Sapucaí!”. Desde que começou a disputar nas eliminatórias, Arlindo Cruz já venceu 8 vezes!   Hoje em dia Arlindo prossegue em carreira solo, na evolução do samba. Da Madureira do Império Serrano e do Pagode do Arlindo, das rodas de partido-alto de quartas à noite e domingos à tarde na quadra do bloco carnavalesco Cacique de Ramos, Arlindo Cruz prossegue essa linhagem já lá se vão 30 anos.     [+] saiba mais 1 Concerto da Juventude VII 11/07 Música  Ingressos à venda 1h antes do início do concerto     Programa: Coro de Crianças da OSB - 5 Anos Julio Moretzsohn, regência Coro de Crianças da OSB Carlos Alberto Rodrigues, flauta Francisco Gonçalves, oboé Tiago Naguel, clarineta Paulo Andrade, fagote Josué Soares, trompa Flavio Melo, trompete [+] saiba mais 1 Bordallianos do Brasil 10/06 a 12/07 Artes Visuais Artes Visuais - Música - Teatro    A cultura portuguesa está ligada à localização geográfica e percurso histórico do país. Portugal nasceu no norte. Foi na região Porto e Norte que os portugueses começaram enquanto povo e nação. Portugal é a mais antiga nação da Europa e a sua abertura ao mar lançou-a nos Descobrimentos. O seu património cultural foi marcado por influências de África, América, Ásia e dos povos que aqui viveram antes da fundação, assim como o caráter afável e acolhedor dos portugueses.   Patrimônio Mundial Portugal tem 17 núcleos classificados como Patrimônio Mundial, que abrangem monumentos, centros históricos de cidades, paisagens e patrimônio imaterial. Azulejo, Estilo Manuelino, Barroco, Aldeia e Cidades, Espaços Sagrados, O fado, a Literatura, as festas e festivais e a gastronomia são alguns deles.   Neste evento, a Cidade das Artes e a Fundação Luso-Brasileira apresentam as riquezas e as singularidades da cultura deste país.     A EXPOSIÇÃO   ARTISTAS RENOMADOS DA ARTE CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA   Artistas plásticos, designers e estilistas brasileiros participam do projeto de releitura do legado artístico de Rafael Bordallo Pinheiro durante o  Portugal no Rio    O projeto consiste em uma releitura do legado artístico de Rafael Bordallo Pinheiro, contada em 20 peças desenvolvidas por grandes nomes brasileiros: Adriana Barreto, Barrão, Caetano de Almeida, Efrain de Almeida, Erika Versutti, Estela Sokol, Fábio Carvalho, Frida Baranek, Isabela Capeto, Laerte Ramos, Marcos Chaves, Maria Lynch, Martha Medeiros, Regina Silveira, Saint Clair Cemin, Sérgio Romagnolo, Tiago Carneiro da Cunha, Tonico Auad, Tunga e Vik Muniz.   Durante o processo criativo, cada um dos artistas convidados residiu durante 10 dias na fábrica Bordallo Pinheiro em Caldas da Rainha, região central de Portugal, onde puderam se familiarizar com todas as técnicas de fabricação das peças, conhecer o enorme legado histórico da marca e buscar inspiração para a confecção das peças. O objetivo central era que os artistas captassem a paixão, criatividade, a consciência social, o humor e a transgressão de ideias difundidas em peças que são um verdadeiro patrimônio artístico e histórico da cultura portuguesa. O projeto culminou na criação de uma coleção de 20 itens únicos, limitada a 250 exemplares,  com “sotaque brasileiro”.      [+] saiba mais 1 Música de Câmara IV 14/07 Música Música de Câmara IV [+] saiba mais 1 Anima Mundi 10/07 a 15/07 Artes Visuais 23º ANIMA MUNDI - FESTIVAL INTERNACIONAL DE ANIMAÇÃO DO BRASIL   A Cidade das Artes abrigará todas as atrações do festival, fazendo uso de espaços como a Grande Sala (1250 lugares), o Teatro de Câmara (450 lugares), as salas multiuso e a Esplanada, onde vão acontecer as populares oficinas gratuitas, que recebem milhares de crianças e adultos todos os anos. O acordo inédito - firmado entre os quatro criadores do Anima Mundi, Aída Queiroz, Cesar Coelho, Lea Zagury e Marcos Magalhães, e a Fundação Cidade das Artes – prevê uma parceria de longo prazo.    A programação completa e os valores das sessões serão divulgados em breve.  [+] saiba mais 1 O Pequeno Sertão: Veredas - Contação com o Grupo Costurando Histórias 18/07 Arte e Educação A proposta do Grupo Costurando Histórias é de transpor parte do universo sugerido por Guimarães Rosa através de sua particular literatura para um tapete tridimensional de histórias que se proponha a representar um divertido e diferente sertão veredas em miniatura para crianças e jovens. [+] saiba mais 1 Rio 450 anos - OSB 18/07 Música Rio 450 anos - OSB [+] saiba mais 1 Concerto da Juventude VIII 19/07 Música Concerto da Juventude III - OSB Ingressos à venda 1h antes do início do concerto [+] saiba mais 1 Inusitado - Kassin 21/07 a 22/07 Música Alexandre Kassin não é apenas um dos melhores produtores do país, nome associado a superbacanas como Caetano Veloso, Los Hermanos, Vanessa da Mata, Jorge Mautner  e Adriana Calcanhoto. Desde o começo dos anos 90, na banda Acabou La Tequila, que o multi-instrumentista carioca traz invenção e referências da melhor qualidade aos sons em que põe a mão. Sejam elas com ou sem pedigree, de alta ou baixa gastronomia musical, como quem ouve “Pagodes” de Debussy * numa churrascada com a turma do Bangu Water Planet**.  Foi assim na Orquestra Imperial e em todos os inúmeros trabalhos de que participou, envolvendo Lenine, Marisa Monte, Bebel Gilberto, Macalé... No combo + 2, formado com os amigos Moreno Veloso e Domenico Lancellotti, Kassin foi além e, ainda que despretensiosamente, ao longo de quatro discos lançados entre 2000 e 2009, ajudou a inaugurar novas órbitas para a tal da MPB.  [+] saiba mais 1 Dominguinhos – Exibição do documentário e bate-papo com o Diretor Joaquim Castro 25/07 Arte e Educação O documentário apresenta uma série de imagens de arquivo, narração feita pelo próprio Dominguinhos e trechos de shows célebres. O longa valoriza a experiência sensorial e cinematográfica e se aprofunda nos arquivos de imagem e fonogramas raros, numa viagem conduzida pelo próprio Dominguinhos. Após a exibição do filme, bate-papo com o Diretor Joaquim Castro. [+] saiba mais 1 Safira II - OSB 25/07 Música Safira II - OSB [+] saiba mais 1 Concerto da Juventude IX 26/07 Música Concerto da Juventude IX  Ingressos à venda 1h antes do início do concerto  [+] saiba mais 1 Shanghai Symphony Orchestra 31/08 Música Com 135 anos de existência, a Shanghai Symphony Orchestra é o mais antigo conjunto do gênero da Ásia, sendo também o mais famoso do continente. Além do repertório padrão das formações sinfônicas, explora a fundo a nova música chinesa. A Orquestra vem empreendendo sucessivas turnês ao exterior, já tendo se apresentado em salas como a Philharmonie de Berlim e o Carnegie Hall de New York. Na atual turnê sul-americana o conjunto será dirigido por seu diretor artístico e regente titular, Long Yu, e trará como artista convidado Maxim Vengerov, um dos maiores violinistas da atualidade e seu parceiro habitual.   [+] saiba mais 1 Signe Asmussen & Erik Kaltoft 12/09 Música A soprano dinamarquesa Signe Asmussen e o pianista Erik Kaltoft    Desde que se formou pela Royal Academy of Music, em Copenhagen, a soprano dinamarquesa, Signe Asmussen é reconhecida pela sua interpretação absolutamente natural, capaz de promover um ambiente intimista em suas apresentações.Trabalhou com maestros e pianistas internacionalmente renomados, como, Thomas Dausgaard, Michel Tabachnik, Franck Ollu, Lan Shui, Lars Ulrik Mortensen, Rodolfo Fischer, Michael Seal, Alexander e Howard Shelley e Peter Hill.   Signe Asmussen é considerada uma das mais notáveis sopranos do país, ganhadora do prestigiado prêmio Aksel Schiotz.   Signe participou de inúmeras produções na Opera Real de Copenhague e na Opera Nacional em Aarhus, no papel de Cherubino em” Le Nozze di Figaro”, Bertha em “il Barbiere de Siviglia”, Valencienne em “The Merry Widow”, Idamante em “Idomeneo”, além de Musette em “La Bohème”, Carmen e Micaëla em “Carmen” e mais recentemente com uma performance extraordinária como Cio-Cio San em “Madama Butterfly”.   Como solista, Signe Asmussen é dona de uma discografia primorosa, resultado do trabalho com gravadoras dinamarquesas.   Dentre eles - DaCapo e Classico, retratando compositores dinamarqueses, tais como, Otto Mortensen (Título: “songs”), Ib Norholm (Título: “Songs of their times”) e o alemão, Carl Maria Von Weber (Título: “Meine Lieder, meine sänge”).   Carl Nielsen    Compositor, maestro e violinista, Nielsen é especialmente admirado por suas seis sinfonias e pelos concertos feitos para violino, flauta e clarinete. O artista, que viveu entre 1865 e 1931, foi o sétimo dos doze filhos de uma família de camponeses pobres, porém, musicalmente talentosos, de Sortelung, sul da Dinamarca. Carl aprendeu violino e piano quando ainda era criança, investindo também em instrumentos de sopro. Mais tarde, estudou violino e teoria musical no Conservatório Musical de Copenhaga, mas nunca teve, formalmente, aulas de composição, área em que mais se destacou musicalmente.  [+] saiba mais 1 Michel Legrand e Natalie Dessay 18/09 a 19/09 Música Natalie Dessay e Michel Legrand   Natalie Dessay,virtuose da ópera com renome internacional, e Michel Legrand, compositor de algumas das trilhas sonoras mais famosas da história, se apresentam aqui na Cidade das Artes e prometem dois espetáculos inesquecíveis. Harmonizando voz, piano, baixo e percussão, Michel Legrand e Natalie Dessay revivem trilhas sonoras famosas dos filmes de Hollywood e do cinema francês. O dueto do filme Os guarda-chuvas do amor (Les Parapluies de Cherbourg), a canção Lilac Fairy’s (A fada lilás) do filme Pele de asno (Peau d’ane), e o dueto das irmãs do filme Duas garotas românticas (Les Demoiselles de Rochefort), interpretadas por Natalie Dessay e sua colega, a soprano Patricia Petibon.    A apresentação também inclui composições de Michel Legrand premiadas com Oscar - em 1983 (Yentl, com Barbara Streisand,) e em 1968 (Crown, o Magnífico, com Steve McQueen).  Os convidados especiais reúnem a conhecida harpista Catherine Michel, esposa de Michel Legrand, e o baixo-barítono Laurent Naouri, marido de Natalie Dessay. Juntos, prestam tributo a uma lenda da composição francesa moderna com  uma das estrelas da ópera mais completas e adaptáveis de sua geração na França.   Natalie Dessay descreve sua presença e afinidade no mundo da música popular como “a arte que exige grande refinamento. Uma canção como ‘Saturne’, de Georges Brassens, tem tanto valor para mim como uma ópera de Bellini.  Na ópera, interpretamos e nos deixamos levar.  Na canções populares do período romântico alemão, por exemplo, ou nas melodias francesas do mesmo período, temos que ter concentração na voz – temos que aprender a dizer muito com menos energia, especialmente se estivermos usando um microfone”. Natalie Dessay conheceu Legrand aos seis anos de idade mais ou menos, quando assistiu ao filme dirigido por Jacques Demy – um conto de fadas – A pele de asno.  “Naquela época, jamais imaginaria cantar com ele.... Acho Michel Legrand um gênio, assim como Mozart foi um gênio em seus dias.  Legrand é, também, um virtuose melódico. Ao ouvir duas notas, sabemos que a composição é dele”. [+] saiba mais